quarta-feira, 13 de junho de 2007

Nacional-anarquismo


achei este artigo da wikipedia interessante



O Nacional-Anarquismo é uma ideologia que combina o anarquismo com o nacionalismo, as suas raízes intelectuais residem na Terceira Via, uma corrente política definida como estando além da Esquerda e da Direita, e no Eco-Anarquismo. Esta corrente política, como tal, foi cunhada por Troy Southgate em Inglaterra e alastrou para vertentes mais ou menos semelhantes que, não obstante, utilizam o mesmo nome. Outros ideólogos desta corrente política: Peter Töpfer (Alemanha), Hans Cany (França), Keith Preston (Estados Unidos da América) e Welf Herfurth (Austrália).

Os Nacional-Anarquistas vislumbram as hierarquias inerentes ao Estado e ao capitalismo como sendo opressivas e advogam uma acção colectiva (autónoma) nas linhas da identidade nacional. Citam Mikhail Bakunin, Piotr Kropotkin, Pierre-Joseph Proudhon, Leão Tolstoy, Gramsci, Bob Black e John Zerzan, entre muitas outras influências, o que é um tanto quanto confuso, pois a maioria destas ditas influências era contra as fronteiras nacionais e defendiam o internacionalismo proletário. Os críticos do Nacional-Anarquismo acusam os defensores desta ideologia de racismo encoberto, embora alguns dos seus elementos, como Peter Töpfer ou Troy Southgate, se assumam publicamente, ou tenham mesmo um historial, de activismo anti-fascista.

Preceitos principais

Descentralização

O Nacional-Anarquismo partilha com praticamente todas as vertentes do anarquismo o desejo de reorganização das relações humanas realçando a substituição das estruturas hierárquicas do Estado e do capitalismo por estruturas locais, autónomas, na qual as decisões sejam tomadas comunitariamente.

Distributismo

O Nacional-Anarquismo tende a advogar uma prática económica que pode ser facilmente descrita como uma variedade de distributismo, em que se realçam a propriedade dos meios de produção pelos operários bem como as cooperativas de trabalhadores e o pequeno comércio.

Separatismo racial

Alguns proponentes do Nacional-Anarquismo, contudo não todos, afirmam apoiar o separatismo racial voluntário mas condenam o ódio racial e o supremacismo branco. Contudo, boa parte dos Nacional-Anarquistas acredita que o multiculturalismo exacerbado não é benéfico, uma vez que misturando demasiado as culturas isto destruirá as culturas existentes. Alguns críticos do Nacional-Anarquismo defendem que esta crença implica o ódio racial. Pelo seu lado os Nacional-Anarquistas afirmam que não é uma questão de ódio e que o separatismo racial que defendem poderá mesmo acabar com o ódio racial uma vez que permite que as culturas indígenas e a biodiversidade evoluam.

Relações com outros movimentos

A maior parte dos anarquistas modernos rejeitam o conceito de segregação racial dos Nacional-Anarquistas como sendo hierárquico ou não igualitário. Por conseqüência distanciam-se daquilo que julgam ser um movimento supremacista branco em potencial. Os Nacional-Anarquistas, por sua vez, distanciam-se tanto dos anarquistas normais como dos supremacistas brancos, considerando ambos os conceitos como ultrapassados e dogmáticos.

O Nacional-Anarquismo rejeita também o fascismo tradicional uma vez que é meramente uma outra forma de estatismo. Mesmo assim tem sido utilizado, por terceiros, o termo pós-fascista para descrever as suas crenças, devido às suas raízes intelectuais parcialmente oriundas da Terceira Via, uma ideologia considerada normalmente como neo-fascista.


sábado, 9 de junho de 2007

MASSACRE EM DRESDEN

O mais devastador ataque aéreo da história da Segunda Guerra Mundial não foi o de Hiroshima, nem o de Nagasaki. Muito pior que os dois bombardeamentos juntos, foi o ataque terrorista desfechado contra Dresden no dia 13 de Fevereiro de 1945, uma cidade aberta, sem defesa antiaérea, que não apresentava objectivos militares, uma cidade com normalmente 650.000 habitantes, mas que naqueles dias fora invadida por aproximadamente 400.000 refugiados do leste europeu, em face ao avanço do Exército Vermelho, perfazendo uma população amontoada superior a um milhão de pessoas.


Trata-se, sem sombra de dúvida, do maior massacre de civis a que a humanidade já assistiu, em todos os tempos, ocorrido num período inferior a 48 horas. Na antiga Alemanha Oriental, a data de 13 de Fevereiro até alguns anos atrás – hoje em dia não sei – era reverenciada com o toque dos sinos durante aproximadamente 20 minutos. A "imprensa internacional" no entanto, sempre procurou de todas as formas, ignorar ou minimizar o acontecimento, dando destaque apenas ao caso de Hiroshima e Nagasaki. Cidades que sofreram os impactos dos únicos artefactos atómicos empregados até hoje contra seres humanos, mas cujo número de vítimas, em conjunto, não ultrapassa a casa dos 100.000 mortos. A parte irónica destes acontecimentos ocorridos no Japão, é a explicação dos norte-americanos para o inexplicável ataque terrorista, "poupar perdas humanas", acelerando o término do conflito, que viria mais cedo, e veio! Acho que eles se referiam apenas às perdas dos seus próprios soldados…



Os dados e informações transcritos a seguir foram extraídos do livro “A Destruição de Dresden”, do escritor inglês David lrving, que apresenta minuciosa descrição do ocorrido nos dias 13, 14 e 15 de Fevereiro de 1945.
Vamos examinar a Ordem do dia nº 47, emitida pelo chefe da polícia civil daquela cidade em 22 de Março de 1945 (mais de um mês depois dos ataques), para os comandantes da polícia e SS:


Ataque aéreo a Dresden – No propósito de desmentir fortes rumores, segue-se um breve resumo das conclusivas declarações do chefe de polícia de Dresden sobre os quatro ataques de 13, 14 e 15 de Fevereiro àquela cidade:

Relaciona, entre outras, a destruição de:


- 30 edifícios de bancos,
- 36 de seguradoras,
- 31 lojas de departamentos,
- 32 grandes hotéis,
- 25 grandes restaurantes,
- 75 edifícios municipais,
- 6 teatros,
- 18 cinemas,
- 647 locais de negócios,
- 2 museus,
- 19 igrejas,
- 6 capelas,
- 22 hospitais,
- 72 escolas,
- 5 consulados, incluindo os da Espanha e Suíça.


Até o começo da tarde de 20 de Março de 1945, foram encontrados 202.040 corpos, principalmente de mulheres e crianças. Sendo que o total exacto de mortos deve subir a 250.000, somente 30% deles foram identificados. Só a polícia civil de Dresden teve 75 baixas e 276 desaparecidos, que devem ser, em sua maior parte, considerados mortos também. Como a remoção dos cadáveres não podia ser feita de modo suficientemente rápido, 68.650 foram incinerados e suas cinzas enterradas num cemitério. "Como os boatos excedem de muito a realidade, os mínimos dados podem ser usados livremente. As baixas e os danos foram bastante graves... O ataque foi particularmente danoso porque, sendo de grandes proporções, foi desferido no espaço de muito pouco tempo".

[assinado] Grosse
Coronel da Polícia Civil

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RELATO DE COMO FOI O MASSACRE

Quase 2.000 bombardeiros anglo-americanos participaram do planeado massacre, cujo primeiro ataque se iniciou dia 13 de Fevereiro de 1945 às 22:09h. Caíam bombas até 4.000 kg! "Este é um belo bombardeamento"; comentou o líder da formação na época. Como se tratava de uma cidade sem defesa antiaérea, as perdas foram mínimas, apenas um bombardeiro [causada por acidente].
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Às 22:30hs toda a força do primeiro ataque estava rumando de volta à Inglaterra. Em Dresden a situação era de pavor. Era noite, o sistema de iluminação também tinha sido atingido e os mortos espalhavam-se pelos escombros... Foram mobilizadas forças auxiliares de toda a região próxima a Dresden, para tratar do atendimento a feridos e soterrados, apenas nas áreas onde se podiam aproximar, mais afastados dos terríveis incêndios causados por cerca de 400.000 bombas incendiárias. Quantos morreram sufocados e queimados, ninguém sabe dizer…

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Enquanto os sobreviventes corriam, desesperados, pelas ruas, à procura de parentes e amigos, a força aérea do primeiro ataque cruzava, nos ares, com a segunda força de bombardeiros destinada também a Dresden e integrada por nada mais, nada menos que 529 Lancasters, aos quais fora dada a Ordem de Ataque para as 01:30h da madrugada, na mesma noite de 13 para 14 de Fevereiro de 1945.


Conforme relatado posteriormente, por tripulantes desta missão, foi-lhes dito na Inglaterra: "Iriam atacar o Q.G do exército alemão em Dresden". Alguns tripulantes do 75º Esquadrão de bombardeiros da RAF relembram a descrição do local, pelos seus superiores, como a de uma cidade-fortaleza. Foram instruídos para atacar Dresden com a finalidade de "destruir as armas e os armazéns de abastecimento da Alemanha". Foi-lhes dado a entender que era um dos principais centros de abastecimento da frente oriental. Para o 1º grupo a ênfase foi dado à importância de Dresden como sector ferroviário e esse seria o seu alvo. A Informação preparada para o grupo canadense descrevia "Dresden como uma importante área industrial, produzindo motores eléctricos, instrumentos de precisão, produtos químicos e munições". Em poucos esquadrões os tripulantes foram prevenidos da presença de centenas de milhares de refugiados na cidade, abrigando cerca de 26.620 prisioneiros de guerra, localizados nos subúrbios.


Os 529 bombardeiros do segundo ataque levavam – os primeiros, bombas altamente explosivas – de 2.000 kg cada, e os demais vinham com os mais diferentes tipos de bombas de destruição. O comandante de ala Le Good, um australiano, anotou antes do início do bombardeio: "Dresden. Limpo sobre o objectivo (sem nuvens), praticamente toda a cidade em chamas. Nenhuma defesa antiaérea".
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Dresden estava indefesa e isso permitiu aos pilotos descerem da altitude operacional de 6.000 metros para apenas 2.000 metros. Um navegador, ao baixar para 2.000 metros olhou para Dresden, que ia novamente ser atacada, toda ela iluminada pelas violentas chamas e fumaça, declarou posteriormente que nunca tinha visto tamanha destruição.
Podiam-se observar as estradas e auto-estradas que levavam à cidade, cheias de movimento. Longas carroças com abastecimento e as brigadas de bombeiros chegando de outras cidades, para auxílio ao primeiro ataque.
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"Foi a primeira vez que lamentei os alemães", contou o tripulante de um Lancaster pertencente ao 635º Esquadrão da RAF. "Mas o meu pesar durou apenas alguns segundos, a tarefa era ferir o inimigo, e feri-lo muito duramente". Em seguida começou o segundo bombardeamento. Às 01:24h Dresden era, de ponta a ponta, um mar de fogo. "A cidade estava tão iluminada", escreveu depois um tripulante em seu diário, "que víamos tudo em volta do nosso avião e também os nossos próprios rastos de vapor". Outro cita que "pela primeira vez em muitas operações tive pena da população em terra". O navegador de outro avião do mesmo grupo escreveu: "Era hábito meu nunca deixar o assento, mas o meu comandante chamou para ir dar uma vista de olhos. O aspecto era realmente fantástico. Dresden era uma cidade com cada rua explodindo em fogo". "Estávamos tão aterrorizados com as chamas, que embora sozinhos sobre a cidade sobrevoamos guardando distância por muitos minutos, antes de empreender o caminho de regresso, completamente subjugados pelo que imaginávamos quanto ao horror que devia estar acontecendo lá em baixo. Trinta minutos depois de partir, ainda podíamos ver as chamas do fogaréu", lembra um piloto do 3º Grupo.

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O segundo ataque havia terminado às 01:54h da madrugada do dia 14 de Fevereiro de 1945. Duas horas e 46 minutos depois desse segundo ataque, precisamente às 04:40h, na Inglaterra, foi iniciada a instrução final para o terceiro ataque, a ser efectuado por 450 B-17 Fortalezas Voadoras da USAF, contra a mesma cidade. Mais uma vez os bombardeiros pesados com capacidade máxima de carga, foram dirigidos para lá...
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O quarto ataque, às 12:10h do dia 15 de Fevereiro, foi efectuado por nada mais, nada menos que 1.100 bombardeiros pesados norte-americanos... Dizem que numa determinada época, a própria Igreja Anglicana interpelou o governo inglês, na figura do primeiro ministro Churchill, sobre o que estava pretendendo com o extermínio, através dos bombardeios, da população civil alemã. Se estava procurando o ódio de todo o mundo contra esse acontecimento... A Igreja, inocentemente, imaginava que o resto do mundo estava a par dos estragos causados pelos bombardeamentos estratégicos ingleses e norte-americanos. Ela, pelo menos naquele momento, tinha esquecido que "existia" (e ainda existe) uma imprensa internacional aliada muito atenta a tudo, e que trataria de noticiar somente o que lhe fosse conveniente.

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É importante ressaltar também que não era apenas Dresden que sofria bombardeamentos naqueles dias; os mesmos eram diários contra as mais diversas cidades alemãs. Naquela mesma madrugada, outros 900 B-17´s Fortalezas Voadoras estavam sendo preparados para atacar as cidades de Magdeburg, Wesel e Chemnitz com a mesma, ou até maior, intensidade.


O resumo final do massacre é mais ou menos o seguinte: não tinha sobrado gente suficiente para sepultar os mortos em valas comuns. Os cadáveres foram retirados dos escombros durante vários meses. Incineravam-se restos humanos em fogueiras. Corpos de milhares de pessoas desapareceram nas verdadeiras tempestades de fogo que se formavam em função da intensidade das explosões e bombas incendiárias. Havia falta de abrigos antiaéreos em Dresden. O número exacto de mortos nessa cidade é desconhecido, oscila em torno de 500.000 pessoas. Em Março de 1945, somente em valas comuns, tinham sido sepultadas mais de 300.000 pessoas.



Estatística dos bombardeamentos a Dresden:

População em 12.2.45 [um dia antes do 1º ataque]: 650.000 hab.
Refugiados: 400.000 hab.
População de Dresden em 1986: 510.000 hab.


Passados 41 anos, o saldo era de 140.000 hab. a menos, sem contar os refugiados!


Nota: Observem que o número de mortos APENAS na cidade de Dresden supera o número real de judeus mortos durante a toda Segunda Guerra. Não seria este pesaroso evento histórico digno de uma superprodução Hollywoodesca? No entanto este facto não recebe nem mesmo uma pequena menção nos livros de história geral que são usados para ensinar as nossas crianças e adolescentes.


Como pode ser isto possivel?

Portugal mais plural - e menos Portugal


Nada acontece por acaso. Ontem, o primeiro ministro «presidiu à entrega de um certificado de nacionalidade, uma bandeira e a Constituição da República Portuguesa a 324 novos cidadãos portugueses, beneficiários da nova Lei da Nacionalidade», tudo em nome do “melhor que Portugal tem para dar ao mundo” (sic) e da palavra mágica “inclusão”. Para a malta que nos governa, para se ser português basta ter os pais a residir em Portugal há cinco anos; é o plano quinquenal da aquisição de nacionalidade. Note-se que, desde que a nova lei da Nacionalidade entrou em vigor, a 15 de Dezembro de 2006, foi concedida a nacionalidade portuguesa a pessoas com origem em Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola, Brasil, Rússia, Roménia, Moldávia, China, Índia, São Tomé e Príncipe, Ucrânia, Paquistão, Bangladesh, Holanda e Marrocos. Portugal rima com plural mas isto é uma completa Babilónia. Vence a ideologia maçónico-jacobina do “cidadão”, a única nacionalidade que verdadeiramente interessa a quem nos governa.
Como uma desgraça nunca vem só, hoje o senhor Rui Marques, o Alto Comissário para as Migrações e Minorias Étnicas português (notável a precisão da nacionalidade do komissar por parte do “Sol”), vem defender o direito de voto para os imigrantes pois estes «devem participar na vida democrática e ser co-responsáveis pelo futuro», tendo em vista - adivinham? - a inclusão. Este Rui Marques é o mesmo que, em brochuras editadas pelo nosso governo - portanto pagas por todos nós, os tansos fiscais -, defende que a identidade portuguesa é melhor defendida promovendo-se a miscigenação.
Devagarinho, devagarinho, aumenta a facilidade com que se adquire a nacionalidade e outros direitos, numa paridade tendencialmente total entre portugueses (seja lá o que isso queira dizer hoje em dia) e imigrantes e seus descendentes. Qualquer dia os filhos de imigrantes adquirem a nacionalidade portuguesa logo que nasçam, os imigrantes podem votar em todas as eleições, se calhar até passam a ter mais direitos que os nativos, em nome da inclusão e da discriminação positiva. E quiçá iconoclastas como este que se assina são banidos da sã convivência democrática e inter-cultural - em nome da inclusão, claro.

Seminário da Juventude Nacionalista

Porque o Nacionalismo não pára e é crescente força política, e porque a Juventude Nacionalista é a única juventude partidária realmente activa, que não vive para os períodos eleitorais, não recebe dinheiro para andar a colar cartazes, nem lhe são pagos jantares para irem gritar os nomes do presidente do partido ou do secretário-geral, que faz todo o seu material com a ajuda dos seus membros e que apesar da repressão do sistema vigente que é opressor e anti-nacional dá sempre a cara, seja onde for e em que circunstâncias for, não vamos de férias e não vamos para o sol da praia e esquecemos o Nacionalismo e a urgência do resgate da nossa Nação das mãos dos destruidores, vendidos, corruptos, mentirosos, “tachistas” e conformistas pulhíticos que se passeiam e “enchem” desde a Assembleia da República passando por S. Bento e indo até a Belém.

A Juventude Nacionalista não pára, cresce, amadurece, fortalece-se e incomoda cada vez mais. Vamos por isso fazer um seminário sobre activismo para os nossos membros. Com troca de experiências, oradores convidados e uma revisão do activismo dos últimos tempos.

Dia 16 de Junho, os militantes da Juventude Nacionalista, e só estes, poderão participar então num seminário que se será certamente enriquecedor politicamente e nas formas como devemos praticar activismo na causa Nacionalista. Somos muito mais que meros vândalos que pintam paredes, partem montras e batem na polícia, somos a Juventude Nacional, Social, Radical e Livre!

Nós somos o Futuro!!!
Contamos contigo no dia 16 de Junho!

Búlgaros não esquecem os seus heróis

No passado dia 29 de Maio, a delegação local de Shumen da Aliança Nacional Búlgara organizou uma homenagem dedicada ao 131º aniversário da morte de Panayot Volov, líder de um dos comités búlgaros que provocaram o levantamento popular contra o invasor turco em Abril de 1876. Faleceu aos 26 anos afogado no rio Yantra, enquanto tentava escapar à perseguição do exército otomano.
O acto consistiu numa marcha com bandeiras e tochas pelo centro da cidade até ao movimento do herói caído, onde os participantes fizeram uma oferenda de flores. O evento contou com a participação de 60 militantes, a maioria dos quais jovens.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Ser um jovem identitário




Ser um jovem Identitário Europeu não é pertencer a uma “tribo urbana” como os punks, os góticos ou aos parvos do hip-hop. Não é uma moda. É acima de tudo pertencer a toda uma civilização que remonta à mais elevada Antiguidade. Não há necessidade de adoptar o mesmo comportamento que aqueles que se definem apenas pela música que compram. Aquilo que importa não é o que se tem sobre a costas, mas o que se tem na cabeça, no coração e nas veias.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Entrevista de José Pinto-Coelho na RTP2

10 de Junho 2007: PNR na rua no Dia de Portugal!


Já é oficial camaradas: vai haver novamente manifestaçao do PNR no nosso dia, o dia de portugal.

inline image «No dia 10 de Junho, novamente, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal, com uma manifestação em Lisboa.
16.00 horas - Concentração no Príncipe Real.
16.30 horas - Desfile até ao Largo de Camões.
17.00 horas - Discursos (no Largo de Camões). »

Fonte: www.pnr.pt

Como disse anteriormente, este é o nosso dia, o dia de Portugal, como tal devemos de apoiar e deslocar-nos à manif do único partido que defende portugal e os portugueses.

Neste dia em princípio não irá chover como no 1º Maio, como tal não haverá desculpas .

É importante mostrarmos a nossa força nas manifs e criarmos um impacto positivo. Contrariamente ao que é habitual haverá de certeza uma cobertura mediática e portanto é nosso deve mostrar o que realmente valemos.

«Morte aos portugueses, esses filhos da ****!»



É bom que os portugueses, pelo menos os menos informados no assunto, comecem a mudar de opinião em relação aos brasileiros (este povo irmão).
É sempre perigoso, generalizar sobre um determinado tema, mas que muitos mas muitos brasileiros têm ódio ao nosso país(principalmente os que regressam ao Brasil, com uma mão à frente e a outra atrás) e denegridem-no constantemente...quanto a isso não existe a menor dúvida.
Depois vêm com a desculpa de que muitos portugueses também já emigraram para o Brasil e foram muito bem recebidos;existe uma grande diferença entre os portugueses que foram para lá trabalhar e os brasileiros que vêm para cá, só com o objectivo de roubarem e "sacanearem" o tuga.

sábado, 2 de junho de 2007

Entrevista a Ramon Bau

Uma interessante e útil entrevista do grande pensador espanhol Ramon Bau, que me parece importante ler.
(Fonte: Extinto Portal Econac)

- A palavra Racismo, é uma das mais utilizadas actualmente seja no jornalismo, na política ou na justiça. Existe alguma diferença ou diferenças essencial/ais entre o significado que estes lhe dão, em contraste com a sua opinião pessoal?

A questão é que existem 4 formas de entender esta palavra:
A do Sistema: jornalismo e políticos.
A da Justiça (a Lei), que possui algumas diferenças da anterior, cada vez mais pequenas...
A dos “nazis-hollywood” e demais mata-mouros de pacotilha, uma espécie de NS unido à barbárie “viking” ou ao supremacismo “made in USA”.
A de um NS sério e ético para o século XXI e adiante, que não é a minha opinião mas sim a de muitos NS, inclusivamente dos anos 30 que conseguiram chegar aos nossos dias.
Creio que só clarificando estas 4 posições podemos entender a questão:
Para o jornalismo e para os políticos do Sistema “racismo” é tudo aquilo que não seja a aceitação incondicional da não existência das raças, a igualdade absoluta de todos, sendo a educação e a economia a única causa de qualquer diferença visível, adicionando ainda a ideia da culpa da raça branca em todas as diferenças que se podem ver actualmente entre as raças devido à colonização e à “exploração”.
Esta igualdade absoluta não é para eles uma questão de “igualdade de direitos” e sim de igualdade intrínseca, de “ser igual” em essência, em capacidades, possibilidades, culturas e psicologias.
Para a Justiça a única diferença é que se limita a proibir a desigualdade de direitos, ou seja qualquer forma de discriminação, o fomento do ódio ou da xenofobia por motivos raciais. Em si, isto não estaria mal, sempre que não ocorram duas circunstâncias que convertem estas leis em terríveis ferramentas de repressão:
A interpretação do que é “fomentar o ódio ou a xenofobia” leva à proibição de tudo, mesmo de coisas que nada têm a ver com o ódio ou a xenofobia.
A luta contra a chegada de uma imigração massiva ilegal e provocada pelo capitalismo, quer-se converter num delito de “racismo”, quando não o é, é uma defesa da identidade e uma defesa contra a agressão genocida do capitalismo contra os povos. Ou seja, utiliza-se o “racismo” para proibir questões como o ataque à globalização ou o ataque ao sionismo. Em alguns países é considerado “racismo” atacar o sionismo apesar do sionismo ser um movimento político, e de existirem judeus ortodoxos totalmente anti-sionistas.
Numa palavra, a Lei converte-se em arma política do Sistema, embora o texto legal não seja de todo mal em si, mas sim a sua interpretação e aplicação por parte do Poder.
Também existe toda uma série de personagens, que se chamam “nazis” e para os quais o racismo é xenofobia, assim tão simplesmente. Odeiam as outras raças em geral, sem distinguir os bons e os maus dentro de cada conjunto, desejam agredir as outras pessoas só por serem de outras raças, e acreditam que são superiores só porque são brancos, o que é o cúmulo da estupidez, pois brancos cretinos e miseráveis existem aos montões.
Não ocultam o seu ódio e não manifestam qualquer amor, o que indica uma deformação absoluta da nossa Revolução, que é acima de tudo o Amor aos Povos, a todos, e por isso defende a sua identidade e dignidade, a de todos.
Não podemos ocultar que no NS alemão dos anos 30 também existiu gente assim, germanismo supremacista e desprezo pela pessoa humana não ariana. Foi um dos erros que o prussianismo legou ao NS.
Por inerência esta gente é a que justifica no que toca à imprensa e à justiça as medidas de repressão, que logo são aplicadas ao NS em geral, sem distinções.
Como afirmou Colin Jordan, são os Hollywood-nazis, os que acreditam na versão do sistema sobre o que foi o NS.
Por fim está o “racialismo”, para não utilizar a mesma palavra que o Sistema, o amor às raças , a aceitação da diferença entre elas não como desprezo ou comparação ofensiva e sim como riqueza da Natureza que deve ser conservada.
Uma questão crucial é que em todas as raças existe de tudo, maus e bons, tontos e inteligentes, sensíveis e frios... A Raça não é uma determinação absoluta e sim uma base de possibilidades e formas, que cada um maneja, mas que em geral limita uma parte do caminho a percorrer, mas não de um modo rigoroso.
Desprezar ou odiar uma raça é anti-NS, é precisamente o que faz o sionismo, é o oposto do apreço pelas raças. A igualdade imposta é um desprezo pelas raças, é um desejo de genocidio global contra as identidades.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Preso foge algemado às muletas

Um preso algemado às muletas que usa para andar desde que levou três tiros numa tentativa de assalto conseguiu escapar da escolta policial no Fórum de Franca (a 395 km de São Paulo), e percorreu cerca de trinta metros. Só parou depois de ser novamente baleado pela polícia militar, noticia a Globo.

O rapaz de 21 anos participou de uma tentativa de assalto há dois meses e levou três tiros: um no pé esquerdo e dois na parte de trás de cada um dos joelhos.

Nesta terça-feira, foi levado ao Fórum de Franca para ouvir testemunhas do processo em que é réu. Ao fugir, foi baleado novamente, desta vez na virilha e na barriga. Está internado na Santa Casa de Misericórdia de Franca e, de acordo com o pai, está inconsciente, mas os médicos garantem que está a recuperar bem.

O pai do detido disse que até domingo passado o filho mal conseguia andar e ficou surpreso com a desenvoltura do jovem: «OO que ele fez foi uma coisa difícil», disse.
Para o pai, o que fizeram com o recluso «foi uma cobardia» porque havia muitos polícias perto, que poderiam detê-lo sem uso de armas de fogo.

«Imagine uma pessoa desarmada, algemada às muletas, não oferece risco nenhum. Correram o risco de acertar noutras pessoas que estavam perto», afirmou.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Portugal, o Brasil da Europa daqui a pouco tempo? se continuar assim SIM

Cônsul do Brasil
200 mil brasileiros

O cônsul do Brasil em Lisboa admitiu ontem que possam viver em Portugal entre 200 a 250 mil brasileiros, apesar da inexistência de dados oficiais.

Júlio Zelner Gonçalves adianta que o número de ilegais deverá ultrapassar os 50 mil. Os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal.

http://www.correiodamanha.pt/noticia...Canal=21&p=200

domingo, 8 de abril de 2007

Turismo @ cova da moura [deveras interessante]

Isto e surreal.
Ja se organizam visitas turisticas a Cova da Moura
Disseram-me mas nao acreditei, mas e mesmo verdade:


Associações: Turismo na Cova da Moura

Associação Moinho da Juventude dá a conhecer "África na Cova da Moura" e o melhor que este bairro tem a oferecer.

O lema desta inicitiva é "Aqui, um outro mundo é possível, se a gente quiser!" e as sugestões são muitas para que cada visitante componha o seu próprio roteiro de visita ao bairro:

- Os sabores da cozinha africana nos restaurantes do bairro;
- Os frutos, legumes e especiarias aricanos;
- A música e o artesanato africanos;
- A arte dos cabeleireiros africanos;
- O jogo do Uril e as suas aplicações na aprendizagem da matemática;
- A literatura africana na biblioteca do Moinho;
- As Batuqueiras do Finka Pé, portadoras de uma expressão cultural do século XVII;
- O Funaná tradicional e as danças com Ta kai ta Rabida;
- Curso de danças africanas;
- A exposição fotográfica "Crescer com Dignidade";
- As plantas medicinais que nascem espontaneamente no bairro;
- A comunidade africana do bairro, a sua história e cultura.

Para além destas sugestões é possível ainda conhecer as propostas de requalificação do bairro e, através de uma marcação prévia, escolher o roteiro que mais lhe agradar. Assim, nos próximos seis meses, a Associação Moinho da Juventude vai promover passeios turísticos pelas ruas e comércio da zona, abertos a todos os interessados. Os objectivos desta iniciativa passam sobretudo por promover uma opinião pública positiva acerca do bairro e dos seus moradores bem como pela divulgação da cultura, actividades e potencialidades do bairro.

Para marcações e mais informações contactar:

Associação Cultural Moinho da Juventude
Contacto: Heidir / Cristina
Travessa do Outeiro, nº1 Alto da Cova da Moura
2610-201 Buraca - Amadora
Tel.: 21 497 10 70 / 21 490 51 20
Fax: 21 497 40 27
E-mail:moinhojuventude@mail.telepac.pt
www.terravista.pt/ancora/1839

Roubar com carrinha roubada e bebe ao colo xD

Um grupo de seis pessoas foi detido em Barcelos na sequência de um assalto a um armazém de vestuário. Os suspeitos – que seguiam na companhia de um bebé de dois anos – tentaram fugir para a auto-estrada A11, mas acabaram por ser interceptados após a mobilização de várias patrulhas da GNR.



Segundo fonte policial, a detenção ocorreu após alerta do funcionário de armazém em Lijó, onde o grupo – quatro homens e duas mulheres de etnia cigana, com idades entre os 23 e os 46 anos – furtou dois caixotes com camisolas e calças de senhora, ao final da tarde de quinta-feira.

A GNR de Barcelos lançou para o terreno duas patrulhas e vários carros descaracterizados, que percorreram a zona no encalço de um furgão de marca Mercedes Vito, cuja matrícula havia sido anotada por um morador de Lijó. Percorrendo sempre estradas secundárias, os suspeitos foram interceptados cerca de meia hora depois. Graças às viaturas distribuídas no terreno, a GNR barrou a EN 205-1, que liga as freguesias de Pousa e Martim, quando os assaltantes se encontravam já muito perto do nó de acesso à A11, que liga Guimarães a Esposende.

Para além do material apreendido, os agentes foram surpreendidos pela presença de um menino de dois anos de idade, que foi entregue a um familiar por indicação judicial. Os seis suspeitos foram presentes a tribunal ontem à tarde, ficando sujeitos a apresentações periódicas.

MATERIAL ROUBADO ERA PARA VENDA

“Roubávamos para vender na feira”, confessaram às autoridades os seis assaltantes detidos pela GNR em Barcelos. A viverem no concelho da Maia – apesar de terem residência oficial em diferentes zonas do País, como Alentejo, Amadora e Porto –, os suspeitos estão referenciados por outros assaltos. Como actividade principal, indicaram ser feirantes.

Para além dos dois caixotes de camisolas e calças de senhora roubados do armazém de Lijó, a GNR recuperou embalagens de champô, óleos de protecção capilar, cremes recuperadores, protectores solares e sacos de brindes. Foi também apreendida a Mercedes Vito, sob a qual pendia desde 2005 um mandado de apreensão, supostamente por falta de pagamento ao anterior proprietário.
Mário Fernandes

correio da manhã

Professora Atacada No Autocarro Por Chinês

Professora agredida no autocarro
Celeste Sales vinha a uma junta médica e acabou nas urgências do hospital, agredida por um passageiro de nacionalidade chinesa. Para além dos óculos estragados, ainda levou três pontos no sobrolho

Uma professora foi agredida anteontem no autocarro da Rodoviária Nacional, que fazia a ligação entre Viseu e Coimbra, por um passageiro de origem chinesa. Celeste Sales não encontra explicações para o sucedido, razão pela qual vai avançar com uma queixa em tribunal.
«Em Santa Comba Dão, entrou um casal de chineses, acompanhado por um bebé, muito mal-educados, que se dirigiram a mim para sair do lugar que era deles», conta, ainda mal refeita do susto, antes de explicar que acedeu ao pedido e lembrar que «as pessoas vêm sempre nos lugares trocados».
A intenção da viagem passava por marcar presença numa junta médica da Direcção Regional de Educação do Centro. Uma situação que acabou por estar na origem do problema, uma vez que ao mudar de lugar deixou cair uma pasta com vários documentos.
«Os papéis espalharam-se e alguém viu que vinha a uma junta médica. Começaram logo a dizer que era professora, que tinha feito mal a algum aluno e virou-se toda a gente contra mim a favor dos chineses», referiu para, de seguida, passar a descrever a agressão do homem de 28 anos.
«De repente, olhei para trás a dizer à senhora para ter respeito e o rapaz deu-me um murro». O motorista do autocarro parou a camioneta perto de Penacova e chamou a GNR, que tomou conta da ocorrência e identificou o agressor, tendo Celeste Sales sido transportada de ambulância às urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Segundo a professora, que exerce a profissão há 11 anos, o casal de chineses «vive da Segurança Social e não tem morada própria, apesar de se saber que residem em Lisboa». Natural de Guimarães, a vítima, de 42 anos, está a dar aulas em Viseu e lamenta que os restantes passageiros tenham dito que «vinham a dormir».
«Fiquei cheia de sangue, com os óculos partidos e levei três pontos no sobrolho», contou, entristecida, lamentando que «as pessoas tenham dito que se vinha a uma junta médica era porque tinha batido nalgum aluno e era merecido que me fizessem o mesmo».

sábado, 7 de abril de 2007

è normal um preto ser recista para um branco...


BRASÍLIA - A ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), diz que considera natural a discriminação dos negros contra os brancos.
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Em entrevista à BBC Brasil para lembrar os 200 anos da proibição do comércio de escravos pele Império Britânico, tido como o ponto de partida para o fim da escravidão em todo o mundo, ela disse que "não é racismo quando um negro se insurge contra um branco".
"A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou”, afirmou.
Ribeiro disse que ainda vai demorar até que as políticas públicas implantadas nos últimos anos comecem a dar resultados concretos e diminuam a diferença econômica e social entre as populações branca e negra do país.
“Ainda temos muito o que fazer”, afirma, enumerando ações que já começaram, como na área de educação e saúde. Ela diz que, embora a abolição da escravatura tenha chegado atrasada ao Brasil, hoje o país tem uma das legislações mais avançadas do mundo em relação a direitos iguais, mas ainda falta uma mudança de postura da sociedade.

De acordo com as estatísticas, a proporção de negros abaixo da linha da pobreza na população brasileira é de 50%, enquanto entre os brancos é de 25%. Quando isso vai começar a mudar?


As ações neste momento ainda são na ordem da estruturação das políticas. Por exemplo, no Ministério da Saúde estamos incluindo o quesito cor nos formulários. Precisamos ter referência do que adoece e morre a população brasileira, para poder ter programas específicos.

A secretaria já tem quatro anos, o que se pode perceber de resultado prático neste período?


Na educação, uma lei de 2003 obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira para as crianças, desde o início. O processo de implementação está em curso. É muito difícil ter números, resultados concretos. Mas já tem alguns resultados. Por exemplo, o (programa) Prouni, de bolsas de estudos para alunos carentes de escolas, já concedeu em menos de três anos mais de 200 mil bolsas no Brasil, dos quais 63 mil negros e 3 mil indígenas.

E em quanto tempo a senhora acha que poderemos ter uma situação de igualdade, onde as pessoas sejam julgadas pelo mérito, independentemente da raça?


O Brasil tem 507 anos. Há quase 120 anos, em 1888, foi assinado um decreto como este que o presidente assinou dizendo que não havia mais escravidão no Brasil. Só que não houve uma seqüência. Hoje, o fato de os negros e os indígenas serem os mais pobres entre os pobres é resultado de um descaso histórico. Então fica muito difícil hoje afirmar quanto tempo.

Como o Brasil se coloca no contexto internacional? O Brasil gosta de pensar que não tem discriminação e gosta de se citar como exemplo de integração. É assim que a senhora vê a situação?


É o seguinte: chegaram os europeus numa terra de índios, aí chegaram os africanos que não escolheram estar aqui, foram capturados e chegaram aqui como coisa. Os indígenas e os negros não eram os donos das armas, não eram os donos das leis, não eram os donos dos bens de consumo. A forma que eles encontraram para sobreviver não foi pelo conflito explícito. No Brasil, o racismo não se dá por lei, como foi na África do Sul. Isso nos levou a uma mistura. Aparentemente todos podem usufruir de tudo, mas na prática há lugares onde os negros não vão. Há um debate se aqui a questão é racial ou social. Eu diria que é as duas coisas.

E no Brasil tem racismo também de negro contra branco, como nos Estados Unidos?


Eu acho natural que tenha. Mas não é na mesma dimensão que nos Estados Unidos. Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. Racismo é quando uma maioria econômica, política ou numérica coíbe ou veta direitos de outros. A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural, embora eu não esteja incitando isso. Não acho que seja uma coisa boa. Mas é natural que aconteça, porque quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou.

Este mês, a Inglaterra comemora os 200 anos da proibição do comércio de escravos, coisa que no Brasil só aconteceu muito tempo depois. O Brasil ainda continua atrasado nesta área?


Não, nós temos acompanhado os fóruns internacionais. O Brasil é um dos países mais progressistas neste aspecto de legislação e de ação efetiva. A legislação no Brasil é extremamente avançada. Não é pela via legal que o racismo acontece. O que falta é mudança de postura das pessoas. Não adianta só o governo fazer. Muito já foi feito, mas como você disse no início: alterou os índices? Ainda não, portanto temos muito a fazer.

Fonte :
www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2007/mar/27/84.htm

Hey

Olá

Sou um rapaz do Montijo em que não posso me identificar totalmente por desrespeito moral de terceiros.

Fiz este blog para expor as minhas ideias e não insultar ninguém simplesmente para todos poderem ver o lado ocultado da sociedade onde vivemos.

Será posto vorações semanalmente.

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