No Jornal de Notícias de quarta-feira, dia 20, chamou-me a atenção um título, onde se afirmava que a Europa precisaria de 13 milhões de imigrantes por ano durante os próximos 50 anos, dados que teriam sido divulgados no dia 19 num estudo efectuado pela ONU. Cinquenta anos a receber 13 milhões de imigrantes por ano, teriam como resultado a entrada de 650 milhões de indivíduos, que seriam tantos como os europeus originais, que em poucas décadas acabariam por ficar em minoria acabando por desaparecer.
Recentemente um outro estudo tinha avaliado que a Europa “necessitava” de mais 159 milhões de imigrantes até 2025.
É fácil de entender qual seria o resultado de tal invasão em termos de custos sociais.
Tanto se apela ao respeito que devemos ter pelas outras culturas, o que é da mais elementar justiça, mas tal vaga de imigrantes seria a sentença de morte para as culturas europeias.
Actualmente a Europa recebe já por ano cerca de 1.500.000 de imigrantes e a sua integração tem sido difícil, especialmente devido ao choque de culturas, já que as vagas de imigrantes, uma vez que comportam comunidades numerosas, não tem a tendência de se integrarem nos países de acolhimento, pelo contrário, estabelecem pólos culturais para onde transportam os costumes dos seus países de origem.
Se em Portugal o choque de culturas tem sido, tal como os costumes dos portugueses, brando, noutros países, como a Inglaterra, a França ou a Alemanha, onde vivem já mais de 10 milhões de cidadãos extra-comunitários, surgem situações de tensão social ou mesmo de conflito.
De qualquer maneira, não percebemos qual a lógica que levou ao cálculo de treze milhões de imigrantes ano, supostamente para manter os níveis de produtividade europeus.
Deve a Europa receber milhões de imigrantes embora vivam no seu seio cerca de 17 milhões de desempregados?
Que se saiba, a oferta de emprego é inferior à procura, e os tais 13 milhões de imigrantes, ou iriam directamente para o desemprego ou iriam substituir com custos salariais inferiores milhões de trabalhadores europeus, indo estes engrossar as fileiras do desemprego.
Os únicos que iriam ganhar com a vaga imigrante, seriam os empresários, que veriam o custo da mão-de-obra baixar e os seus lucros a aumentar.
Pensamos que a ONU, com os seus estudos sobre demografia está a querer um pouco “repartir o mal pelas aldeias” ou seja, quer que a Europa, os Estados Unidos e o Japão, também “contemplados” com 10 milhões de imigrantes hipotéticos por ano pelo “estudo” da ONU, acabem por repartir a sua abundância e o seu bem-estar com os outros povos, compartilhando com eles o solo pátrio.
Penso que apenas se deverá falar em falta de mão-de-obra/necessidade de mais imigração, quando as taxas de desemprego forem residuais e os índices reais de produtividade começarem a decair.
Na verdade, com a evolução dos meios de produção, os tempos da utilização da mão-de-obra intensiva estão a desaparecer, e é possível manter hoje a mesma produtividade com um número infinitamente inferior de trabalhadores.
Até lá, a Europa está demograficamente equilibrada, havendo excedentes de oferta de mão-de-obra e tudo que se tem afirmado em contrário é apenas demagogia “politicamente correcta”.
Carlos Branco
in novopress

Cerca de 20 jovens encapuzados lançaram alguns cocktails molotov e petardos no jardim adjacente ao Hotel San Paolo Palace, que recebeu hoje o líder do Front National, Jean Marie le Pen e uma delegação de deputados do grupo parlamentar europeu “Identidade, Tradição e Soberanidade”. Valeu a intervenção dos bombeiros locais que rapidamente apagaram as chamas. Na sala do hotel decorria uma conferência, organizada pelo partido Fiamma Tricolore, com o título “A geografia dos fluxos migratórios em Itália e na Europa: legislações nacionais“, que pretendia abordar o tema da imigração clandestina e os problemas que os fluxos migratórios provocam em Itália e na Europa. Para além de Le Pen, estão também na Sicília o presidente do grupo parlamentar em Estrasburgo Bruno Gollnish, assim como deputados europeus dos principais partidos e movimentos nacionalistas franceses, belgas, búlgaros, romenos, e italianos.
(via 



É desta forma que Gianluca Iannone, porta-voz da Casa Pound – histórica ocupação da direita radical em Roma – comenta a proposta que estará sujeita, até Junho, à aprovação da autarquia. “Este Presidente da Câmara promete a pacificação mas ao mesmo tempo anuncia desocupações forçadas. Mesmo com mais de 50 ocupações “vermelhas”, parte das quais entretanto regularizadas, a Câmara prossegue com a sistemática eliminação das ocupações de direita; Casa D’Italia Torrino, da qual foram despejadas 15 famílias, a única ocupação a ter recebido uma certa dose de atenção; Casa d’Italia Boccea, com 8 núcleos familiares despejados; Casa D’Italia Parioli, com 23 famílias empurradas para dentro de cómodos contentores; Casa D’Italia Monti, com 4 famílias despejadas sem destino”. Continua Iannone com a acusação à Câmara de Roma. “A Casa Pound, além de ter dado um tecto a 15 famílias italianas em estado de emergência habitativa, é um pólo cultural reconhecido a nível nacional; as conferências organizadas por nós contaram com a participação de ilustres expoentes do mundo cultural, desportivo e jornalístico”. Iannone prossegue com a amarga consideração de que um um posto avançado de cultura e liberdade, situado no centro da chinatown romana, lugar de ilegalidade difundida, de violência nocturna e de droga, falso exemplo de integração multiétnica, deva estar hoje debaixo do ataque de uma administração que pouco se importa com a segurança dos seus cidadãos”. “Na Casa Pound encontram hospitalidade associações como a ONLUS, que se batem pelo direito à sobrevivência dos povos oprimidos, lugares para fazer música a preços muito abaixo daqueles que o mercado oferece, representando de facto um baluarte contra droga e criminalidade; na Casa Pound os cidadãos da Europa e de Itália encontram alojamento numa capital onde os turistas e visitantes têm que pagar preços absurdos por uma cama”. Conclui Iannone com aquela que parece tudo menos que uma rendição “Casa Pound é uma ideia, e para desocupar uma ideia, é preciso bem mais que uma ordem camarária; aqui um mundo inteiro elegeu a própria residencia e é com todos nós que o Presidente da Câmara e o seu braço armado terão de confrontar-se”.
Comunicado de Gianluca Iannone, porta-voz do movimento OSA (”Occupazione Scopo Abitativo”, Ocupação com Propósito Habitacional em português), sobre a nova ocupação efectuada no município de Guidonia [dia 4 de Junho].
Comunicado da Candidatura do PNR à Câmara de Lisboa
A directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, reafirmou em entrevista hoje publicada que aquela estrutura está a ser alvo de uma «campanha difamatória e considera a recondução como sinal de »mérito e interesse« no seu trabalho. Margarida Moreira, que começou a ser conhecida no país na sequência da instauração de um processo a um professor, Fernando Charrua, por alegado insulto ou piada sobre o primeiro-ministro, disse ao Diário de Notícias não ter sofrido pressões do governo neste caso e sublinhou que o que esteve em causa foi um insulto.
Mais de 400 pessoas, entre elas numerosas mulheres e famílias completas, manifestaram-se contra a pedofilia no passado dia 1 de Junho em Roma, numa marcha organizada pelo partido Forza Nuova.


A esquerda “deixou de ser esquerda” e tornou-se “estúpida“, afirmou Prémio Nobel da Literatura José Saramago, que acusou também os governos de estarem a tornar-se “em comissários do poder económico“.
No espírito independente e descomplexado que caracteriza o Novopress, decidimos entrevistar José Pinto-Coelho, líder do PNR e cabeça-de-lista do partido para as eleições à Câmara de Lisboa, a propósito da presente campanha.





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No passado dia 29 de Maio, a delegação local de Shumen da Aliança Nacional Búlgara organizou uma homenagem dedicada ao 131º aniversário da morte de Panayot Volov, líder de um dos comités búlgaros que provocaram o levantamento popular contra o invasor turco em Abril de 1876. Faleceu aos 26 anos afogado no rio Yantra, enquanto tentava escapar à perseguição do exército otomano.


