quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Petição para o repatriamento de criminosos estrangeiros: mais de 200.000 assinaturas

A 10 de Julho de 2007, o Schweizerische Volkspartei (Partido Popular Suiço) lançou o abaixo-assinado “para repatriar os criminosos estrangeiros (inciativa sobre o repatriamento)” [1]. Essa petição exigia que os estrangeiros punidos por um delito grave fossem obrigados a abandonar o território suíço. Os estrangeiros que respeitem as regras do país e que trabalhem honestamente continuariam bem-vindos. Por outro lado, não seriam tolerados estrangeiros assassinos, violadores, parasitas da segurança social e criminosos violentos. Apenas três meses depois, mais de 200.000 cidadãos já assinaram a petição. Ao mesmo tempo, o SVP ganhou 2000 novos membros e recebeu através de doações perto de meio milhão de francos suiços.

Três meses depois de começar a recolha de assinaturas, o SVP recebeu 171.987 assinaturas, das quais 89.985 já foram aceites. Restam 20.000 a 30.000 assinaturas que ainda não foram deduzidas. Aproximadamente 90.000 assinaturas foram recolhidas em vários pontos do país, durante o dia de feriado nacional, por membros do partido e candidatos ao conselho nacional. A recolha terminará no fim do ano. Na Primavera de 2008, o SVP levará a petição à Chancelaria federal. Aí, este abaixo-assinado fará parte das petições que recolheram mais assinaturas durante o período de tempo mais curto.

O cartaz das ovelhas brancas e da ovelha negra entrará na história do SVP como um dos mais eficazes. Era previsível que os notórios inimigos do SVP e outros antiracistas loucos e incapazes recusassem compreender a mensagem do cartaz das ovelhas. Por cada ataque contra o SVP e contra a sua campanha pela petição do repatriamento (por exemplo, as críticas de Doudou Diène, comissário da ONU para o racismo, ou as afirmações da conselheira federal Micheline Calmy-Rey), o número de assinaturas quadruplicavam ou até quintuplicavam na semana seguinte.

Nunca antes durante uma campanha eleitoral tantos cartazes foram destruidos. É uma prova adicional da falta de argumentos dos adversários do SVP. As secções locais do SVP, assim como o secretariado geral do partido, formalizaram dezenas de queixas contra desconhecidos. Os concorrentes políticos do SVP tentaram ainda silenciar o partido, o única a invocar temas importantes durante este campanha eleitoral.

As 100.000 assinaturas necessárias ao formalização desta petição foram recolhidas num tempo record. O que não é nada de extraordinário, sabendo da quantidade de crimes violentos cometidos diariamente contra crianças, mulheres, homens e pessoas de idade. Nada ameaça a reputação da Suíça como a diminuição da segurança pública.

[cc] Novopress.info, 2007, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]


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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Emigração portuguesa em polémico museu francês


Inauguração discreta gerou controvérsia O museu nacional da História da Imigração abriu ontem de forma discreta as portas ao público no Palácio da Porte Dorée em Paris, num momento em que a vida política francesa se encontra dominada pelo debate sobre a emigração. A abertura do museu, uma ideia de Lionel Jospin (PS) posteriormente incorporada ao programa político do anterior Presidente Chirac, fica marcada por uma "boa polémica", porque "significa muita publicidade", segundo declarações ao DN de Jacques Toubon, Presidente do Conselho de Orientação daquela instituição e antigo Ministro da Cultura.

Para a referida polémica terão contribuido dois factores: primeiro, cerca de oito académicos pediram a demissão da comissão instaladora do museu na Primavera passada, em sinal de protesto contra a instauração de um ministério da "imigração e da identidade nacional". Em segundo lugar, as declarações da secretária de estado da Política das Cidades, Fadela Amara (filha de imigrantes argelinos) incendiaram os media. Amara classificou de dégueulasse (repugnante) as actuais politícas governamentais de emigração, recusando a aceitar que a imigração "seja instrumentalizada" com fins políticos. Assim e apesar das tentativas de apaziguamento do porta-voz do partido no governo (UMP), a abertura do museu fez-se de forma discreta, o que levou a Liga dos Direitos do Homem e outras associações a apelar a uma "inauguração cidadã".

Polémicas à parte, o museu abriu as portas a um público diverso, onde franceses "tradicionais" se misturaram com franceses oriundos de todos os cantos do globo, entre magrebinos e africanos, portugueses e asiáticos. Cada uma das comunidades teve um lugar de acordo com a sua presença em França e a comunidade portuguesa não foi excepção.

Na entrada do museu diversos painéis explicam que a imigração não é um fenómeno novo em França e que os "estrangeiros sempre fizeram parte da construção da identidade nacional", explicou Toubon.

A força da comunidade portuguesa encontra-se presente desde o início da exposição, onde um esquema de diapositivos faz referência à chegada dos portugueses a Paris. Mas o museu não se fica pelas fotos. Uma entrevista a um emigrante português realizada pela France Inter em 1967, dá conta das preocupações deste em relação à educação. "Graças ao sistema de educação francês, os nossos filhos terão mais oportunidades. Se tivessem ficado em Portugal, ainda hoje seriam uns ignorantes como nós fomos". "Se acham que so nos preocupamos com bens materiais, vejam a diferença entre pais e filhos". O áudio é accessivel a todos os visitantes.

Recordações, malas, o primeiro contrato "de estrangeiro" de Batista de Matos nacido em 1946 em Alcandas e chegado a França em 1963. As fotografias que enviara ao seu pai e cartas que escrevera. Num dos sectores da exposição com o titulo "Au travail", o visitante fica a saber que "347.725 portugueses trabalhavam nas obras públicas francesas". Na secção "vida de cá, vida de lá", uma foto do grupo de ranchos dos Alto Minho, "elemento consolidante da identidade simbólica comunitária."

Fonte: DN

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Pai condenado por violar filha de 4 anos

Um pai que violou a filha de quatro anos de idade foi ontem à tarde condenado pelo Tribunal de Portimão, em cúmulo jurídico, à pena de sete anos e seis meses de prisão.



“O Tribunal não tem dúvidas de que o senhor fez sexo oral e manipulou sexualmente a sua filha, tal como ela contou em audiência, bem como que a ameaçou de que lhe cortava os braços e as pernas se contasse a alguém”, referiu o juiz José Sequeira, que proferiu a sentença.

Ivan Mereuta, de 49 anos de idade, servente de pedreiro, era acusado de um crime de abuso sexual de menores agravado, bem como de um crime de coacção grave, que o Tribunal deu como provados e pelos quais condenou o imigrante moldavo a, respectivamente, seis anos e seis meses e a dois anos de prisão. “Não se sabe o que lhe passou pela cabeça, mas o Tribunal sabe – e o senhor também – que essas coisas não se fazem. São dois crimes muito graves”, observou o magistrado, que alertou ainda Ivan Mereuta para o facto de a sua filha “ter de viver com isto durante o resto da sua vida”. “O senhor, por seu lado, terá de viver com o que fez na sua consciência e pedir perdão à sua filha, se ela lho quiser conceder”, acrescentou.

Os factos remontam a meados de 2006, quando o imigrante ficava em casa, em Portimão, a tomar conta da filha, A., enquanto a mãe ia trabalhar de noite. Por várias vezes, Mereuta despiu a menina e acariciou-lhe os órgãos sexuais, tendo mesmo chegado a tentar penetrar a vagina e o ânus da criança, o que só não concretizou porque esta tinha dores. Acabava por ejacular sobre o corpo da filha e, noutras ocasiões, obrigava-a a fazer sexo oral com ele (apesar de causar nojo à criança, que cuspia o esperma, tendo chegado mesmo a vomitar).

Na última sessão do julgamento, o arguido admitiu ter tido um envolvimento sexual com a criança, que justificou com o facto de estar alcoolizado. Disse ter pensado que estava na cama com a mulher e que se excitou, pelo que pode ter feito “qualquer coisa” com a menina.

Ivan Mereuta, que se encontrava em liberdade antes do julgamento – embora com obrigação de apresentação periódica às autoridades e proibido de contactar a filha –, vai agora ficar em prisão preventiva, a aguardar os posteriores trâmites do processo. Estes decorrem do recurso que o advogado João Grade, defensor oficioso do arguido, admite vir a apresentar.

A decisão do Tribunal de manter o moldavo em prisão preventiva nesta altura justifica-se pelo facto de se considerar haver “risco de fuga”, tanto mais que se trata de um “cidadão estrangeiro”.

PORMENORES

AMEAÇAS

Após os actos sexuais, Ivan Mereuta ameaçava a filha, então apenas com quatro anos de idade, de que lhe cortava os braços e as pernas com um serrote, caso ela contasse a alguém o sucedido.

INDEFESA

Para o Ministério Público, a menina encontrava-se “particularmente indefesa em razão da idade e por ser o próprio pai o seu agressor”. Este “agiu de forma livre e consciente”, com intenção “de satisfazer o seu desejo e caprichos sexuais”.

DENÚNCIA

O caso foi denunciado pela mãe da criança, que se apercebeu de que a filha estava a ser vítima de abusos sexuais. Mereuta foi detido a 4 de Dezembro de 2006.

Ana Palma


IN: Diario de Noticias

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Ericeira: Lei soltou suspeito por se apresentar à PJ


Homicida fica à solta

Os quatro amigos já estavam no chão quando um dos assaltantes os correu à facada. Um por um. Três recuperam no hospital mas um rapaz de 22 anos morreu com um corte na barriga. Os três brasileiros fugiram da Ericeira logo na madrugada de sábado, mas dois dias depois atenderam o telemóvel à Judiciária. Apresentaram-se voluntariamente e – ao abrigo da nova lei – voltaram para casa.


O grupo começou por tentar roubar um telemóvel, conforme o CM avançou no dia seguinte, mas a vítima contou com a ajuda de três amigos e resistiram ao assalto, na madrugada do último sábado. Mas um dos três brasileiros tinha uma faca: fez quatro vítimas no Largo de São Sebastião, Ericeira, e um rapaz de 22 anos ficou estendido, ferido de morte.

Os três amigos foram perseguidos na Ericeira e separaram-se durante a fuga, dois esconderam-se em Palhais e um no bairro dos Pescadores, já depois das 04h00. Estavam feridos e foram resgatados pelos bombeiros, recuperam agora no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Os jovens têm entre os 20 e 22 anos e foram atacados pelo gang composto por brasileiros entre os 25 e 30, facilmente identificados pela Brigada de Homicídios, chamada ao local. José Britos ouviu gritos e “um deles só dizia ‘mata-os’”, contou esta testemunha ao CM.

Chegaram “num carro todo espatifado” e pararam mesmo à porta do casal Britos. “Parecia que andavam à procura de alguém” já no bairro dos Pescadores, acrescentou Rosa Britos, e o objectivo era apanharem Quico, sobrevivente do primeiro ataque. Os três brasileiros fizeram tudo para não deixar testemunhas mas Quico só foi encontrado uma hora depois, pelos bombeiros. E o barulho de “vozes em brasileiro” chamou a atenção dos vizinhos. A PJ recebeu várias descrições preciosas para a investigação.

Os inspectores passaram dois dias de trabalho no terreno, até que o cruzamento de informações lhes permitiu chegar ao número de telemóvel de um dos suspeitos. Mal atendeu recebeu logo um aviso: estava localizado, tal como os dois cúmplices, e os três só tinham a ganhar em se apresentarem voluntariamente em Lisboa, antes que os fossem buscar.

Ganharam mesmo, ao abrigo do Artigo 257.º, número 2, do novo Código de Processo Penal. “Ao apresentarem-se tem de se partir do princípio de que não há perigo de fuga. E não podem assim ser detidos”, adianta ao CM fonte judicial. Nem sequer o homicida, que correu quatro rapazes à facada. Saiu segunda-feira da PJ e foi para casa. Espera agora por ser presente ao juiz.

BASTA QUE SE ANTECIPEM À POLÍCIA

Disparou sobre a própria mulher, levou-a até ao hospital e entregou o revólver à PSP de Belém, Lisboa: à luz da nova Lei Penal é um homem livre, apenas porque se entregou. Foi este o primeiro caso depois de 15 de Setembro, quando o novo Código de Processo Penal entrou em vigor, e que o CM avançou duas semanas depois. A vítima não morreu “mas o crime é indiferente”, alertaram na altura fontes judiciais. A prova está agora no assalto da Ericeira, em que um rapaz de 22 anos não resistiu a um golpe de faca na barriga. “Agora fica à solta quem se antecipar ao mandado de captura – só tem de ser o próprio a apresentar-se à polícia”. Vai para casa e é notificado a comparecer em primeiro interrogatório judicial, “mas nunca antes de um mês depois”.

PORMENORES

EM PERIGO DE FUGA

Depois de serem presentes a primeiro interrogatório judicial, que não acontecerá “antes de um mês”, segundo fonte judicial, os suspeitos continuam em liberdade até ao julgamento, “sem perigo de fuga por se terem apresentado.” “Não há preventiva nestes casos...”

UM ANO EM CASA

Os três suspeitos devem voltar para casa depois de interrogados pelo juiz de Instrução Criminal e, entre inquérito, acusação e outros impasses legais, “podem passar um a dois anos em casa até ao julgamento”.

25 ANOS DE CADEIA

O assaltante que desferiu as quatro facadas num grupo de amigos incorre numa pena de 25 anos de cadeia: responde por um homicídio consumado e dois na forma tentada.

Henrique Machado

Novo cartaz do PNR está a suscitar uma opinião favorável entre os lisboetas














O novo cartaz do Partido Nacional renovador (PNR) está a suscitar uma opinião favorável entre os lisboetas. O PortugalDiário esteve, esta tarde, no Marquês de Pombal e ouviu algumas pessoas que não hesitam em dizer que os nacionalistas «têm razão».
«O cartaz está bem feito na medida em que reivindicam a liberdade do homem», disse um cidadão, que não quis ser identificado. «Estamos numa democracia e há liberdade de expressão. Se os de extrema-esquerda têm liberdade de falar, os de extrema-direita também têm que ter», frisou.
O PortugalDiário abordou um jovem estudante que, embora apressado, soltou um «eles têm razão».
«Este fim-de-semana lembrei-me deles», contou um senhor que passava em frente ao cartaz. «Tenho lá uns imigrantes no prédio que não merecem cá estar», gracejou. Contudo, «a lei é para ser cumprida. Com certeza que não é só perseguição», concluiu.
O cartaz foi colocado «numa altura oportuna, porque passou-se o 5 de Outubro, celebração da implantação da República, e um dos temas que tem estado na ordem do dia é a questão das diversas liberdades, tal como a liberdade de reunião, manifestação e de expressão», explicou Luís Guerreiro, um estudante lisboeta, ao PortugalDiário.
«Quanto a este caso específico, não lhes posso atribuir muita razão porque a lei é explícita. Mas concordo em absoluto que os nacionalistas de um modo geral, ou os partidos mais à direita do que o CDS-PP, são conotados com uma imagem extremamente negativa», continuou o estudante.
Num tom sarcástico, Luís Guerreiro acrescentou: «a cruz suástica é má, o martelo e a foice são aceitáveis. Hitler é mau, Estaline e Mao Tsé-Tung são aceitáveis».
«Não é uma grande surpresa
Contactado pelo PortugalDiário, o líder do PNR, José Pinto Coelho, não se mostrou surpreendido com a opinião destes lisboetas. «Não é uma grande surpresa», revelou. «Tenho ouvido opiniões e há uma dose de indignação nas pessoas», disse. «Se as coisas não são faladas as pessoas vão-se calando. Mas no fundo sei que esta é a opinião das pessoas», afirmou.
Para o líder, «as pessoas falam em cumprir a lei mas porque não sabem que existe uma ilegalidade muito grave». José Pinto Coelho explicou que com a entrada em vigor do novo Código de Processo Penal, o dirigente do PNR, Vasco Leitão, deveria ter sido libertado, mas foi redigida à pressa uma nova acusação, já depois do prazo, para manter este nacionalista preso.
«Isto é ilegal», assinalou.
Questionado sobre a escolta do cartaz, o líder informou que vai estar no Marquês «hoje ou amanhã à noite para dar apoio às pessoas». «Se os meus apoiantes têm estas reacções espontâneas eu tenho que ir lá dar o meu apoio. A proximidade com as bases é fundamental», defendeu.

http://www.portugaldiario.iol.pt/not...920&div_id=291

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

http://videos.sapo.pt/iIzsPhQ2HwfYZpl1AwZM


José (Carlos???) Pinto-Coelho Na Sic!

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

SOS Hipocrisia

por Miguel Vaz

Dirigentes do SOS Racismo, reunidos na Tocha, Coimbra, denunciaram um clima de terror em escolas e bairros residenciais da margem sul do Tejo, imputando a responsabilidade da situação a grupos de cabeças rapadas (skinheads).

Não fosse ser tão revoltante e esta afirmação daria vontade de rir. Quem não conhecer a margem sul do Tejo pode pensar que o terror é tal que os jovens têm medo de ir para a escola, têm medo de andar na rua. E é que têm mesmo! Existe realmente um “clima de terror em escolas e bairros residenciais da margem sul do Tejo”. A verdade é que este clima não se deve a terríveis skinheads nem a milícias de extrema-direita, mas sim a bandos de delinquentes de origem africana ou etnia cigana. Esta é a verdade e pode ser confirmada por 90% da população estudantil da margem sul, incluindo gente pertencente a todas as minorias étnicas.

Mas quem é afinal Nuno Chullage, o representante do SOS Racismo que proferiu esta afirmação? Nuno Chullage, para além de militar nessa sinistra organização chamada SOS Racismo, não é nada menos do que rapper da Arrentela, apoiante do Bloco de Esquerda e próximo do auto-denominado Red Eyes Gang, ilustre bando de criminosos do bairro da Arrentela dedicado à violência, ao roubo e referenciado por tiroteios e várias mortes. Chullage é o mesmo que numa entrevista ao jornal Ruptura, órgão oficial de um dos grupos que formam o Bloco de Esquerda, respondeu que «os imigrantes têm o direito de vir para a Europa buscar aquilo que o Ocidente lhes tem vindo a roubar» e que «tu não tens aquilo que os outros têm e queres ter. Não digam que um gajo de 12 anos que foi roubar uns ténis é mau ou de um gang!».

Afirmar que são os skinheads os responsáveis pelo clima de terror que se vive nas escolas da margem sul não é apenas atirar areia aos olhos das pessoas. É uma desconsideração para com aqueles que todos os dias são assaltados e agredidos a caminho de casa ou da escola por grupos de delinquentes de origem africana ou etnia cigana. Todos aqueles que se sentem como estrangeiros na sua própria escola, encurralados entre danças de kizomba e diálogos em crioulo. Todos aqueles que vivem sujeitos a serem esfaqueados à saída da escola por causa de 2 euros. Não admira por isso que alguns desses jovens, fartos de serem enxovalhados, mal-tratados, agredidos e ignorados, se revoltem e se revejam na única alternativa que, embora possa ser perigosa, é a única que realmente existe para além do politicamente correcto das televisões e da hipocrisia do SOS Racismo.



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Administração vai "iniciar procedimentos legais" contra José Rodrigues dos Santos


Polémica na RTP

Administração vai "iniciar procedimentos legais" contra José Rodrigues dos Santos

A administração da RTP anunciou hoje que vai "iniciar procedimentos legais" contra o jornalista José Rodrigues dos Santos na sequência das acusações deste sobre alegadas ingerências do conselho de administração em matéria editorial.


"O Conselho de Administração decidiu iniciar os procedimentos legais que as circunstâncias requerem" face às declarações de José Rodrigues dos Santos ao jornal Público, do dia 7 de Outubro, afirma hoje a administração em comunicado, sem concretizar que medidas irá tomar.


Em entrevista dada domingo passado à revista Pública, o pivot da RTP afirmou que a administração da RTP interferiu na nomeação de Rosa Veloso para correspondente em Madrid em 2004, decisão que, segundo defendeu, compete apenas à Direcção de Informação.


A alegada interferência levou José Rodrigues dos Santos a demitir-se, juntamente com a restante equipa da Direcção de Informação.


No comunicado hoje divulgado, a administração "repudia veementemente (as afirmações de José Rodrigues dos Santos), por serem falsas" e atribui-lhes "a maior gravidade, uma vez que põem em causa a imagem da RTP, designadamente no que toca à informação prestada aos portugueses".


Avisando que o jornalista "terá de fundamentar" as acusações feitas à administração da empresa - de interferência em matéria editorial, de veicular para a Direcção de Informação recados dados pelo poder político e de sujeitar o jornalista a tratamentos indignos -, o Conselho de Administração rejeita as críticas e acusa José Rodrigues dos Santos de adoptar uma "estratégia de vitimização e busca de protagonismo".


Administração quer "esclarecimento rigoroso"


O administrador da RTP Luís Marques disse entretanto à Lusa que os procedimentos anunciados pela administração contra José Rodrigues dos Santos serão concretizados, numa primeira fase, num "esclarecimento rigoroso" das acusações avançadas pelo jornalista.


"A primeira fase (dos procedimentos legais) será um esclarecimento rigoroso do que realmente foi dito aos vários órgãos de informação", afirmou Luís Marques.


O mesmo responsável adiantou que "ainda não se está numa fase de processo disciplinar", sem afastar a possibilidade dessa medida ser adoptada.


Com Lusa

terça-feira, 9 de outubro de 2007

A radio italiana com programa portugues

O outro lado do mito

(via Diário de Notícias) “Disparei uma bala de calibre 32 contra o hemisfério direito do seu cérebro que saiu pela têmpora esquerda. Ele gemeu por uns momentos e depois morreu.” Esta é a fria descrição feita por Ernesto Guevara do momento em que executou Eutimio Guerra, um camponês que servia de guia aos “barbudos” na Sierra Maestra e que se revelou um traidor. É o outro lado do revolucionário que ficou esquecido atrás da imagem de herói de Che, que começou a nascer no dia da sua morte, há 40 anos, em La Higuera, na Bolívia.

The Hidden Face of Che (A Face Escondida de Che), escrita pelo exilado cubano Jacobo Machover, é a mais recente biografia do médico cubano-argentino que se juntou a Fidel Castro no México, chegou a Cuba no iate Granma e após três anos de guerrilha nas montanhas cubanas, entrou vencedor em Havana.

No livro, destaca-se o papel de Che e o seu envolvimento na execução dos “traidores” e dos “contra-revolucionários”, nomeadamente na prisão de La Cabaña onde em seis meses, diz o autor, foram executados 180 prisioneiros após julgamentos sumários. “Ele subia a um muro e deitava-se de costas a fumar um charuto enquanto assistia às execuções”, escreve Machover, citando um dos antigos camaradas de Che, Daniel Alarcón Ramirez.

“Atacar uma figura quase lendária não é uma tarefa fácil”, disse o autor ao The Sunday Times. “Ele tem tantos defensores. Eles forjaram o culto de um herói intocável”, acrescenta, apontando, antes de mais, o dedo aos “intelectuais” franceses que visitaram Havana nos primeiros anos do regime.

Mas os seus carrascos acabaram também por ser aqueles que potenciaram o mito. Depois de capturado a 8 de Outubro de 1967 na quebrada do Churo, após 11 meses de guerrilha na Bolívia, Che Guevara foi executado um dia depois. Além da célebre fotografia de Alberto Korda, tirada em 1960, as imagens do seu cadáver do boliviano Freddy Alborta, a lembrar as de um Cristo barroco, também serviram para o imortalizar. Depois de o exporem à curiosidade mundial, os seus executores cortaram-lhe as mãos - para dificultar a identificação - e enterraram-no em segredo. O corpo só seria descoberto três décadas depois.

Tendo sido morto aos 39 anos, Che também escapou à decadência física, que agora vemos em Fidel Castro (dois anos mais velho), e à decadência política daquilo em que acreditava e que culminaria na queda do muro de Berlim e da União Soviética. Na realidade, a vida do Che esteve marcada pelas derrotas. “Como médico, nunca exerceu a profissão. Como ministro e embaixador, não conseguiu o que queria. Como guerrilheiro, foi eficiente apenas a matar por causas sem futuro”, disse à revista brasileira Veja o historiador cubano Jaime Suchlicki.



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domingo, 7 de outubro de 2007

Triatlo: Vanessa atinge novo recorde


Grécia
Triatlo: Vanessa atinge novo recorde

A atleta portuguesa Vanessa Fernandes igualou este domingo o recorde de vitórias em provas da Taça do Mundo de triatlo da lendária Emma Snowsill, sua antecessora, ao vencer em Rodes, na Grécia, alcançando o seu 19º triunfo global, sexto da época.


"Nunca falo de recordes, nunca, nunca. Não sei porquê, mas é algo de que nunca falo. Mas é bom vencer 19 taças do Mundo. Penso que é óptimo para Portugal e para mim ter apenas 22 anos e ter já este recorde. Tenho de estar contente", disse a atleta portuguesa no final da prova.

Vanessa Fernandes completou a prova em 2:02.06 horas, impondo-se à britânica Andrea Whitcombe por 59 segundos e à checa Vendula Frintova por 1.15 minutos.


A atleta lusa foi a segunda a cumprir o primeiro sector, os 1.500 metros de natação, e a primeira avançar para o sinuoso e técnico segmento de ciclismo (40 km). No entanto, a especialista suíça Nicola Spirig forçou a junção à quarta das oito voltas ao circuito e acabou por chegar ao lado da portuguesa à segunda transição com 20 segundos de avanço sobre as perseguidoras. Assim que iniciaram os 10 quilómetros de corrida, Vanessa Fernandes destacou-se e avançou para a vitória sem oposição, sendo a única a cumprir os 10.000 metros finais abaixo dos 35 minutos (34.56).

Bárbara Clemente, a outra portuguesa em prova, terminou em 47º, com 2:12.22 horas, entre as 53 triatletas que terminaram.

Bruno Pais e Duarte Marques participam na corrida de elites masculinos.


CM

sábado, 6 de outubro de 2007

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Fábrica de cerveja fecha e deixa 40 sem trabalho


José Anacleto tem 49 anos de idade e 34 a trabalhar na fábrica da Unicer de Loulé, onde participou na montagem do próprio edifício. Ontem foi surpreendido, como todos os 62 trabalhadores da fábrica, pelo anúncio do encerramento e consequente despedimento colectivo.

“Estou a pagar casa, carro, nós metemo-nos nos empréstimos e agora?” perguntava-se à saída da unidade da Unicer. A José Anacleto, a empresa propôs a recolocação, como a “um terço do total de trabalhadores” da fábrica, explica Alexandra Amorim, relações públicas da Unicer. Mas existem os problemas de mudar toda uma vida para Santarém ou Leça do Balio, onde a empresa tem as duas outras fábricas.

E se a um terço foi proposta a recolocação, cerca de 40 outros trabalhadores apenas têm como opção a indemnização que a empresa está a oferecer. Este encerramento faz parte de um plano de reestruturação da empresa que prevê a dispensa de 400 trabalhadores.

A Unicer paga um ordenado por cada ano de trabalho e, depois, um bónus de mais um quarto sobre o valor total. “Uma proposta acima do exigido por lei”, garantiu o presidente da Unicer, Pires de Lima, que assegurou que os trabalhadores dispensados terão “um tratamento especial”.

No entanto, para o Sindicato da Indústria da Alimentação e Bebidas (SINTAB) “o que importa é a defesa do emprego dos trabalhadores”, argumenta Carlos Rodrigues, dirigente da zona Sul do SINTAB.

Por isso, no plenário de trabalhadores, que se realiza, hoje, às 14h00, o sindicato vai propor “o enveredar por formas de luta para conservar os postos de trabalho”, adianta ainda Carlos Rodrigues. Quais serão essas formas de luta é ainda uma incógnita.

Ontem à tarde, à saída da fábrica da Unicer as opiniões dividiam-se. Entre aqueles que perto da idade da reforma aceitavam o facto como uma fatalidade. “Já se falava desta hipótese há vários anos”, admitiam. E os que se recusavam a compreender a decisão da empresa em encerrar a unidade. “A fábrica trabalhava praticamente a cem por cento”, defendiam. Pires de Lima disse que a fábrica de Loulé foi mantida a trabalhar “artificialmente”.

EMPRESA

LUCROS A TRIPLICAR

A Unicer espera triplicar os resultados líquidos em 2007, chegando aos 36,8 milhões de euros e subir as vendas líquidas em 10 por cento até aos 485 milhões de euros.

AJUDA

Aos trabalhadores a quem seja proposta a recolocação numa das duas outras fábricas do grupo e a aceitem é dada uma ajuda de seis mil euros para suportar a deslocação.

INVESTIMENTO

Para conseguir aumentar a produção nas fábricas de Santarém e Leça do Balio, de forma a não se notar o encerramento da unidade de Loulé, a Unicer vai investir na remodelação e modernização das fábricas que continuam abertas e vão assegurar o abastecimento ao Sul.

http://www.correiodamanha.pt/noticia...365&idCanal=11

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Turquia é um bom vizinho, mas não é Europa


Giscard D`Estaing diz que «não há mais países para aderir à UE»

«A Europa está unida, não a dividam mais», afirmou esta manhã o antigo Presidente francês Giscard D`Estaing, que esteve no Porto para receber o Doutoramento Honoris Causa da Universidade Lusíada do Porto. O político, que teve um papel muito importante na integração europeia, esclareceu que para entrar na UE não basta querer, é preciso reunir um conjunto de características que se prendem com a identidade europeia.

D`Estaing afirmou até, que, neste momento, não há mais nenhum país que possa entrar, «talvez alguns países dos Balcãs, daqui a uns anos». De fora ficaria a Turquia que, para Giscard D`Estaing, «é um bom vizinho, um vizinho forte, mas não é Europa, é outra coisa».

Pai do Tratado Constitucional Europeu, que acabou pode ser abandonado, Giscard D`Estaing mostrou-se satisfeito com o texto do Tratado Reformador, a grande bandeira da Presidência portuguesa. «Não tem mais nada do que tinha o texto anterior e tem o essencial do outro». D¿Estaing faria apenas um «melhoramento»: introduzir a questão sobre os símbolos europeus, que estavam no Tratado anterior e foram omitidos neste.

O responsável acredita que o Tratado reformador será aprovado. «Somos 27, 25 estão a favor, penso que a Grã-Bretanha também acabará por aceitar. E não acredito que seja a Polónia a bloquear um texto que seja aprovado por todos os outros».

Durante o discurso, Giscard D`Estaing disse mesmo que, «os Estados-Membros têm direito a ter dúvidas sobre a integração europeia, o que não podem é atrasar o processo para todos os outros». E deu ainda uma solução à semelhança da que foi encontrada, por exemplo, para a moeda-única: «os estados podem definir o ritmo seguir, definir um estatuto especial. A integração é que não pode parar». Afirmou.

É importante esclarecer

Para Giscard D`Estaing, a União Europeia «não está a viver um bom momento» e se, em parte tem a ver com os problemas que a conjuntura económica tem acarretado a cada Estado-Membro, também tem a ver com a «confusão» acerca do que é pertencer à UE. «Os cidadãos não sabem bem o que a União Europeia lhes dá», disse D`Estaing. Mas esta confusão também se verifica ao nível político. «Os governantes dos Estados-Membros não sabem bem qual o papel que lhes compete a eles e quais os que são da competência das instituições europeias. O mesmo se passa com os responsáveis europeus».

Por isso, para D`Estaing é importante pôr fim ao «divórcio» entre os cidadãos e os responsáveis e, para que isso aconteça, é muito importante que todos saibam concretamente quais são os seus deveres e os seus direitos, é importante que «os textos sejam claros».


Ainda relacionado com o tema:

Presidente turco insiste na adesão à UE


O presidente turco, Abdullah Gul, pediu hoje, na sessão inaugural do novo parlamento do país, eleito a 22 de Julho, que sejam prosseguidas as reformas que visam facilitar a integração da Turquia na União Europeia, noticia a Lusa.
«Não tenho qualquer dúvida de que o parlamento desempenhará um papel primordial no prosseguimento e reforço das reformas», declarou.

O presidente dirigia-se aos parlamentares durante a sessão inaugural da assembleia saída das eleições antecipadas, convocadas após uma crise política desencadeada por um veemente campanha laica contra a candidatura de Gul, um antigo islamita, à presidência da República.

As eleições foram vencidas por larga margem pelo Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, no poder, oriundo do movimento islamita) a que pertencia Gul antes da sua eleição para a presidência.

A adesão de Ancara à UE sofreu um duro golpe em 2006, quando Bruxelas suspendeu as conversações sobre oito dos 35 capítulos de negociações que todos os países candidatos devem completar, depois da recusa de Ancara de abrir os seus portos a Chipre, país membro da UE não reconhecido pela Turquia.

Enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros do primeiro governo do AKP, que ascendeu ao poder em 2002, Gul fez da integração na UE o seu principal cavalo de batalha, conseguindo lançar as conversações de adesão em Outubro de 2005.

fonte:
http://www.portugaldiario.iol.pt/not...513&div_id=291
http://www.portugaldiario.iol.pt/not...=291&id=860577

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Portugal e Espanha apresentam propostas conjuntas sobre imigração



O vice-presidente do Governo espanhol, Teresa de la Vega, afirmou hoje que Portugal e Espanha decidiram apresentar nas próximas cimeiras e conferências internacionais cinco propostas conjuntas para regulação e integração do fenómeno da imigração.

A «número dois» do executivo de Madrid falava após ter estado reunida com o primeiro-ministro, José Sócrates, em São Bento, num encontro em que fundamentalmente se debateu a agenda da actual presidência portuguesa da União Europeia em relação à imigração.
«Espanha e Portugal partilham os mesmos pontos de vista sobre a importância do tema e sobre as soluções. Ambos os países querem uma imigração legal, ordenada, com condições de integração e com base numa política de cooperação com os países de origem», declarou Teresa de La Vega.
Nesse sentido, a vice-primeiro-ministro espanhola adiantou que Portugal e Espanha vão apresentar «cinco propostas» conjuntas em todas as cimeiras políticas e conferências internacionais em que esteja em debate o tema da imigração.
«Na próximas cimeiras, ainda durante a presidência portuguesa, Portugal e Espanha vão defender a criação de balcões únicos nos países de imigração, nos quais se facilitará informação sobre as expectativas em termos de mercado de trabalho nos países de destino», disse. Teresa de La Vega referiu que a experiência do balcão único já se faz no Mali, «importando agora generalizá-la».
A segunda proposta luso-espanhola prevê a criação de redes de estabelecimentos escolares nos países de origem da imigração, em que se faça alguma formação em matéria de habilitações para se exercer uma função nos países de destino da imigração.
«Neste domínio, o Senegal está já algo avançado», comentou a número dois do executivo socialista de Madrid.
De acordo com Teresa de La Vega, as outras três propostas luso-espanholas consagram o princípio da integração e da imigração legal do ponto de vista político, condenam a imigração ilegal e defendem «o aumento do montante disponível no fundo comunitário destinado a apoiar o retorno dos imigrantes aos seus países de origem».
«O fundo da UE para apoiar o retorno dos imigrantes tem que possuir um nível de financiamento maior», sustentou a vice-presidente do Governo de Espanha.

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Pol...ntent_id=58661

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Casa d’Italia Prati

Depois de 25 de Junho de 2007 [1], 28 famílias em dificuldades financeiras foram alojadas numa OSA (Occupazione a Scopo Abitativo, ou Ocupação com Propósito Habitacional em português), na zona de Prati, em Roma. O edifício encontrava-se abandonado há mais de 5 anos.

Para além das famílias, associações desportivas como um antigo clube de boxe de Roma também foram albergadas. O desporto é, com efeito, um elemento essencial para guiar a juventude de outra maneira abandonada na rua.

Esta OSA abriga também uma associação de mulheres vocacionadas para a família e realização artística. Um projecto de infantário gratuito está também em processo de instalação. Uma sessão de cinema é organizada uma vez por semana, seguida de debates e conferências. Não se pode deixar de referir a biblioteca, a publicação de uma revista local e diversos projectos artísticos.

A Casa d’Italia Prati devolveu um tecto a 28 famílias. Cada família dispõe de casa-de-banho e cozinha. Podem a partir de agora viver com dignidade e respeito, longe da visão materialista do mundo.
Mais que um simples espaço para viver, a Casa d’Italia Prati é um verdadeiro centro político, social e cultural.

[cc] Novopress.info, 2007, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]

sábado, 29 de setembro de 2007

Caminho da Servidão




«Não só teoricamente, como também historicamente, liberalismo e individualismo encontram-se na origem das múltiplas formas encadeadas da subversão moderna. A pessoa que se converte em indivíduo, ao deixar de ter um significado orgânico e ao desconhecer qualquer princípio de autoridade, não é mais que um número, uma unidade de rebanho, e a sua usurpação é em si uma fatal limitação colectivista. É assim que do liberalismo se passa à democracia, e da democracia a formas socialistas que tendem cada vez mais para o colectivismo. A historiografia marxista desde há muito tempo que viu com exactidão este encadeamento: reconheceu que a revolução liberal, ou do Terceiro Estado, teve a função de abrir brechas, servindo apenas para desagregar o anterior mundo político-social tradicional e para abrir caminho à revolução socialista e comunista, cujos expoentes deixaram a retórica dos “imortais princípios” e das “ideias nobres e generosas” aos ingénuos e iludidos.»

Julius Evola, «Homens entre as Ruínas», 1953

sexta-feira, 28 de setembro de 2007


Mário Machado


To all Comrades and Friends around the world - Mário Machado


Open letter of Mário Machado

Comrades and friends,

We begin to lock one more battle at this war against the democratic system oppressor, from 00.01h of Saturday (15 of September), we started to have in Portugal political prisioners who it were already from 18.April, but with the aggravating circumstance of being in situation of illegal prison.

All of you they could assist for the ways of social communication the release in Friday, day 14.September, of murderers, violators and pedofils, because the law would be applied even to 23.59h of the same day 14h, I, on the contrary of these criminals I stayed in the dungeons of a new inquisition whose face is the attorney of the Public prosecution service, of the 11th Section the Drª. Candida Vilar.


The nationalists never will have to forget this name, since this lady went to person in charge, and not the PJ (despite everything), for the biggest political pursuit of the last 30 years.



The inspector Paul Vaz of the DCCB-PJ told me in the presence of Peter Nogueira and Jóse Amorim that the Drª of the M.P. had been said to him by " ... the Mário has to pay for everything what the my father passed in 'Estado Novo'( New State) ... ". This is grotesque, and it justifies so the primary, pathological and irrational hatred of same.




The attorney is governed by the scorn by the life, dignity and freedom of the human person since this one has patriotic pride.


I wait that my children do not want one day to take revenge also for the whole pursuit that his father and mother were victims during the "democracy".

This type of comments of the Drª. Candida Vilar together with the answer that gave to me personally and in the presence of the same inspector and of his register in the DIAP also healthy quite explanatory of his intentions, when I ask about him which the cause of everything this, same it answers " Mário, we had to do any thing, your movement was very strong. ', amazing.


I was very happy when today the prison policemen told me that all the parallel and perpendicular streets of the prison establishment had posters to say " Mário Machado, Freedom ".

I know also that a group of nationalists is going to launch the project "Outdoor2", in the same molds of the previous one but the subject it is the " Freedom of expression " and " Freedom for political prisoners ". I thank for from now all for the effort office junior and solidarity, and longing for his realization.

Besides the crime of "racial discrimination" that asks for me prison from 1 to 8 years, I am being accuse of more 14 or 15 crimes being that I did not participate in any of them, including the M.P. say clearly, but according to the Attorney of the Inquisition, since I am the leader of the movement, all the crimes practiced by a nationalist, even that I do not know it, have to be held responsible. - is not amazing?

More cunningly the M.P. tells that the Hammerskins profit by the business of the narcotraffic because the attorney (Cândida Vilar) says, one individual with connections to the HSN would have been a bunch in the possession of drug.

Does it fall to me to explain that, anybody, none nationalist of 36 accuseds, is accused of the crime of traffic of drugs, it prays as is obvious if this connection was existing, which was costing besides the barbarities of which we are accused, of they were charging us also for traffic?


The any nationalists have no doubts that never the movement received 1 cash come from these activities that we condemned all, such it cannot already be textativamente affirmed by other political parties.

Following the political reasoning of the M.P., the Socialist Party (PS) also would receive money of the drug, because in the car president
in the height in functions Jorge Sampaio to P.J. found 8 kilos of cocaine and detained his driver and security.

We never saw in the social communication or in the inquiry of the M.P. that the drug was for the PS because as it is I obviate an isolated action of an individual, it does not implicate necessarily others. Continuing this reasoning, we might to say what in the PS abound pedofils that they were doing from the 'Pious House' (orphans' house) his retirement, only because a deputy of the party was already charged by the same crime.
And I can set also the example of the son of the Leonor Beleza, member of the JSD caught with 30 kilos of hashish and etc. etc.

Completely this makes part of the campaign of demonização what is in progress and since it proves the fact of the M.P. to order that for the air, but no accuses nobody - a shame.


On the crime of racial discrimination, it is still curious when it links it is blamed for us and of 12 members of the Hammerskin none is accused of attacking anyone black man, yellow, or blue to the ball, and on the contrary, Is Portugal prepared in order that Robert Mugabe receives "officially" the African who was the person in charge for more of tens thousands of crimes of ???????? and racial discrimination against white, what turned in the expulsion of lands, violations and murders in series, with this the Portuguese government demonstrates his true face, pursue the white in his territory itself and it has not diplomatic courage not to allow the entry of the biggest Racist of the XXI.century.

One more proof of which this is treated essentially as a political process, it is the fact of having apprehended us hundreds of books, thousands of autoskin-tight ones, t-shirts and cd's of music. Our constitution defends the freedom of expression, that none individual can see same threatened right this, as well as the right of access to the free information, therefore these apprehensions are illegal.

The process begins also in June of 2004 with an illegal search, you shear 00.30h where 27 nationalists are identified, doing jurisprudence with other cases where by the same motive 34 individuals connected with the narcotraffic were freed for example. Because second says the law when there is an illegal proceeding the whole process it falls.


In this domiciliary search books were apprehended again, cd's and autoskin-tight, the law says clearly that the search might be effectuated only between them 7h and them 21h... It be what the law to us does not apply?


" The ideas are like the treaties: somewhat costs to secure them with our paint when we are not able to confirm them with a drop of our blood "

Ramalho Ortigão



The sentence never above reproduced did so much felt I eat now, in spite of wanting my return to my family and avoiding to live in this it continues daily war, I am giving my blood, wait what all of you could do the same thing.

I end up also with a gratitude to a Political Enemy, Dr. Pacheco Pereira being a convinced democrat and that disagreeing with our ideals, to never have had fear to condemn the pursuits of which the nationalists or others are victims.


And I leave you a notice of the International Amnesty '... The Internet was made into a new frontier into the struggle against the freedom of thought, with the activists to be prisoners and the enterprises to make a pact with the governments to restrict the access to the free information. '



My honor is called a Loyalty!!!



Mário Rui Valente Machado

Political Prisoner

terça-feira, 25 de setembro de 2007

No comment

A este passeio iriam estar menos de 30 pessoas.. nao era uma manifestaçao ou coisa parecida.. simplesmente um convivio! xD a serio isto meteu muita piada





Skins planeiam «passeio» em Viana

2007/09/25 | 20:02
Blog «fascismo em rede» convoca o «passeio pela liberdade»

MAIS:
· Líder dos skins continua preso
· «Perseguição faz lembrar o PREC»

"Um «blog» alegadamente ligado a grupos da extrema-direita está a convocar um «passeio pela liberdade» no dia 29 em Viana do Castelo, estando as forças de segurança da cidade «de sobreaviso» para acompanhar a situação.
O blog «fascismo em rede» convoca o «passeio pela liberdade», com encontro marcado para as 15:00, na Estação dos caminhos-de-ferro de Viana do Castelo.
Contactado pela Lusa, o governador civil do distrito, Pita Guerreiro, disse já ter conhecimento desse blog, mas sublinhou que «até ao momento» ainda não recebeu nenhum pedido para a realização de qualquer tipo de manifestação.
«A lei é clara e diz que essas coisas têm de ser comunicadas ao Governo Civil com três dias de antecedência. Vamos aguardar com tranquilidade, na certeza de que, no momento certo, as forças de segurança saberão como agir», acrescentou Pita Guerreiro.
No referido «blog» são divulgadas várias iniciativas do Partido Nacional Renovador."

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Imigração ilegal

Imigração ilegal: aplicada caução de três mil euros a empresário brasileiro
07.09.2007 - 16h14 Lusa

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Um empresário brasileiro detido quarta-feira em Barcelos pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) por suspeita dos crimes de auxílio e angariação de mão-de-obra ilegal, foi sujeito ao pagamento de uma caução de três mil euros.

O empresário fica ainda obrigado, pelo Tribunal de Barcelos, a apresentar-se quinzenalmente num posto de polícia até ao julgamento, segundo um comunicado emitido hoje pelo SEF.

O SEF diz ter recolhido documentos indicativos de que o empresário terá promovido, nos últimos meses, a vinda de vários outros imigrantes brasileiros, de forma ilegal.

Segundo o SEF, o arguido "angariava, no seu país de origem, cidadãos para trabalhar na sua empresa, os quais auxiliava a entrar em Portugal na falsa qualidade de turistas".

Em território português, "não celebrava contratos de trabalho nem regularizava a situação destes trabalhadores junto da Segurança Social, utilizando a sua situação de ilegalidade para exercer sobre eles coacção psicológica no intuito de os sujeitar a condições de trabalho degradantes", acrescenta o comunicado.

domingo, 23 de setembro de 2007

CasaPound Latina - a Última Batalha

CasaPound Latina em risco de despejo
Comunicado da administração da CasaPound Latina

Dois meses após a conclusão do processo chegou a ordem de despejo para a CasaPound Latina.
Durante estes meses de espera tivemos esperança que os acontecimentos tomassem outro rumo, um rumo que não colocasse em verdadeiro perigo as ideias e os projectos que a ocupação de Viale XVIII Dicembre representa. Esperamos de não ter que devolver ao pesadelo as famílias que alojamos praticamente há 9 meses e que do problema de habitação tinham apenas as amargas recordações. Construímos com esta habitação um lugar seguro onde se pôde finalmente cultivar e fazer crescer a ideia de justiça social e de crescimento cultural que todos os cidadãos de Latina e de Itália merecem receber. A CasaPound tornou-se em poucos meses um espaço único, um espaço onde as batalhas esquecidas pela política de salão se tornaram reais e concretas.
Em menos de um mês tudo isto pode desaparecer.
Apelamos novamente às promessas que durante o decorrer dos meses e em particular das últimas semanas as várias personalidades institucionais declararam em favor da CasaPound e de todas as pessoas que a compõem. Se mesmo assim nada acontecer, anuncia-se a enésima derrota de uma administração que desde há demasiado tempo tem como seu único objectivo tutelar pelos interesses de poucos.
Um Outono quente, se não quentíssimo, espera-nos a todos nós.
Repetimos com esta nota que nenhuma acção de resistência, nem mesmo a mais extrema, está posta de parte.
Não se trata de uma ameaça mas um convite a todos para que assumam as suas próprias responsabilidades.

CASAPOUND LATINA
Viale XVIII Dicembre, 33



pt.novopress

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

CasaPound Latina à beira do despejo

A 19 de Setembro chegou à CasaPound Latina [1] a ordem de despejo, que deve executar-se num prazo de 20 a 25 dias. O edifício alberga uma livraria e dá abrigo a dez famílias carenciadas. Os ocupantes pedem agora ajuda a toda a comunidade, na tentativa de evitar o despejo. Já está em curso uma campanha de recolha de fundos para a impressão de autocolantes, cartazes e folhetos, com o objectivo de continuar a batalha pela CasaPound Latina.

Para saber mais sobre a ocupação da CasaPound Latina, consulte aqui

http://pt.novopress.info

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

«Contra nós tudo vale» Mário Machado


E.P.P.J., 15 de Setembro de 2007, 20.00 horas

Camaradas e Amigos,

Hoje pelas 19.15 horas e já depois do fecho das celas, os guardas prisionais dirigiram-se à cela 49 onde me encontro, dizendo que teria que ser aberta para me deslocar a um gabinete onde alguém esperava por mim.

Qual é o meu espanto quando se apresentam dois inspectores da PJ e um funcionário do DIAP. Diziam que traziam a acusação do processo à ordem do qual estou preso e que era para eu assinar.

Ora como, com esta prisão, já tenho no total quase 3 anos passados em cadeias e nunca vi tal coisa, visto as notificações serem feitas na secretaria até sensivelmente às 17.30/18.00 horas, horário de expediente, pensei antes de assinar.

É que segundo a nova lei que entrou em vigor dia 15, hoje, eu passei a estar preso ilegalmente, pois o tempo máximo de prisão preventiva é de 4 meses, tendo eu cerca de 5 neste momento, pois fui detido em 18 de Abril de 2007. O tribunal tinha por isso de me libertar, tal como fez com cerca de vinte presos neste estabelecimento, em situações similares.

Então, ardilosamente, tinha a acusação para assinar no dia 15, mas dizendo que ela ficou pronta no dia 14 pelas 23.00 horas.

Obviamente o que a lei diz é que quando o arguido é notificado é que interessa, senão podíamos chegar ao cumulo de, daqui a 1 ano a Procuradora Cândida Vilar, escrever que esteve pronta a acusação sei lá… em Agosto?!
Uma vergonha! Falei com guardas, que o são há mais de vinte anos e nem eles viram algo assim nas suas vidas, virem enganar um recluso para manterem a prisão preventiva a todo o custo!

Vale tudo contra mim… Incrível!

O Meu advogado, Dr. José Castro, vai entregar na segunda-feira um pedido de habeas corpus para se proceder à minha libertação imediata. Estou para ver…

Os meus níveis de indignação e revolta estão num patamar elevadíssimo. Além de já ter desabafado aqui da minha janela com outros presos, também eles incrédulos, agarrei nesta caneta para desabafar com vocês. Sempre ajuda.

Contra nós tudo vale: inventam-se processos, forjam-se provas e agora até se ultrapassam os prazos legais, e pior ainda, tentam enganar um recluso levando-o a assinar no dia 15 uma acusação que obviamente não foi concluída no dia 14, e logo às 23.00 horas… Se não da minha liberdade que estamos a falar, dava para rir.

Gostava que os Camaradas dessem a conhecer ao maior número possível de pessoas o que se está a passar. Isto não pode ser silenciado.

Uma vergonha!

“Prefiro a Morte à desonra”

Mário Rui Valente Machado










E.P.P.J., 15 de Setember 2007, 20.00 hours

Comrades and Friends,


Today at 19:15 hours and already after the cells closing, the prison policemen went to the cell 49 where I am, saying that my cell had to be open because some one was waiting for me in the office.

For my surprise two PJ inspectors and one official from DIAP were waiting. They were bringing the official accusation paper work, reason why I am in jail, and they needed me to sign it.

With this imprisonment , I have already in total almost 3 years in jail and I never saw such a thing, as the notifications were done in the general office until 17.30/18.00 hours, normal working hours, so I thought before sign the papers.
The fact is, according to the new law that was officially applied at the 15 of September, today, I started to be imprisoned illegally, therefore the maximum time of preventive custody is of 4 months, I have about 5 at this moment, as I was withheld in 18 of April of 2007. The court had to free me, as made with about twenty prisoners in this establishment, in similar situations.

Then I had the accusation to sign in day 15, but saying that it was ready in day 14 for the 23,00 hours.


Obviously what the law says is that when the accused one is notified it is that it matters, otherwise in 1 year time The Solicitor Cândida Vilar, could say the accusation was ready knows when… in August!
A shame! I spoke with guards, that have more then twenty years and none of them have seen nothing like this happening in their lives, they wanted to deceive a prisoner to keep the preventive custody at any cost!


My lawyer, Dr. Jose Castro, will deliver on Monday an order of habeas corpus to proceed with my immediate release. I am waiting to see…

My levels of indignation and revolt are in the highest platform. Beyond having relieved my feeling through my window with other prisoners, also incredulous, I grasped this pen to relieve with you all. Always helps.

Against us everything is valid: accusations are invented, profs are forged and now they ignore the legal stated periods, and worse , they try to deceive a prisoner to sign accusation papers on the 15, an accusation that was obviously not concluded in day 14, and at the time of 23,00 hours… If we weren’t talking about my freedom, it would wish to laugh.

I would like that all Comrades let know about this situation to the biggest number of persons. This can not be silenced!


A shame!

“I prefer the Death instead of dishonour”


Mário Rui Valente Machado

Tradução de M.C.C.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Suécia faz frente a ameaça islâmica


A comunicação social sueca reuniu-se em apoio de Lars Vilks, o caricaturista cuja representação de Maomé em corpo de cão suscitou ameaças de morte da Alcaida e pressões de vinte países muçulmanos no sentido de punir e proibir trabalhos como o seu.

Enquanto isso, as empresas suecas - Ericsson, Scania, Volvo, IKEA e Electrolux - preparam-se para enfrentar um boicote islâmico generalizado, bem como a eventualidade de ataques terroristas.

Lars Vilks declarou que está pronto para morrer depois de os terroristas islâmicos oferecerem cento e cinquenta mil dólares a quem lhe cortar a garganta, ou cem mil dólares a quem o assassinar doutra maneira qualquer.
«Não nos podemos render. Estou a começar a ficar velho. Posso morrer a qualquer altura - não é uma catástrofe


O mesmo grupo islâmico oferece igualmente cinquenta mil dólares pela cabeça de Ulf Johansson, editor do Nerikes Allehanda, jornal sueco que publicou a caricatura.

Por seu turno, o editor do Dagens Nyheter afirmou, num editorial, que «vivemos num país onde a liberdade de expressão não é ditada nem fundamentalistas nem por governos

O mesmo editor afirmou também que o seu jornal, Dagens Nyheter, também já publicou a mesma caricatura. «Para mim, publicá-la foi o obviamente havia a fazer.»

O diário Svenska Dabgladet, por seu turno, declarou que «os média suecos têm de acordar para defender a liberdade de expressão.
A liberdade de expressão não é um privilégio para as companhias de comunicação e para os jornalistas, mas sim uma garantia de que os cidadãos podem ter diferentes impressões, numerosas fontes de informação, e inspiração, bem como a possibilidade de tirarem as suas próprias conclusões.
»

A hoste terrorista iraquiana afirmou abertamente: «Sabemos como vos forçar a pedir desculpa. Se não pedem, podem contar com os nossos ataques aos negócios das vossas maiores firmas...»

Fonte: http://gladio.blogspot.com/2007/09/s...m-islmica.html

Fonte original: http://www.metimes.com/storyview.php...6-101615-9475r

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

A cena política portuguesa

A cena política portuguesa
(Este texto, originalmente em italiano, foi transmitido pela Radio Bandiera Nera [1], num programa dedicado à cena política portuguesa)

Existe um nacionalismo português? Apesar de Portugal ser um pequeno país, existem vários grupos nacionalistas. O PNR - Partido Nacional Renovador é o rosto político nacionalista no país. O PNR nasce em 2000 em bases explicitamente nacionalistas e cresceu de modo exponencial desde a sua fundação. Nas últimas eleições, em 2005, o PNR recolheu 10.000 votos, 0,2% dos eleitores. Nos últimos tempos, uma estratégia de propaganda agressiva atraiu sobre si a atenção da imprensa. Por exemplo, em Abril de 2007, o partido colocou um outdoor no centro da capital, defendendo a criação de uma legislação restritiva sobre a imigração, acabando nas primeiras páginas dos maiores jornais diários por diversas semanas. Além disso, o PNR organiza manifestações e conferências, a que acorrem outros grupos nacionalistas como Terra, Identidade, Resistência, um movimento nacional-revolucionário. Sob a bandeira negra e vermelha dos anarquistas, esta organização promove uma visão socialista nacional. Outro grupo influente é a Causa Identitária, uma versão portuguesa dos franceses Les Identitaires, que têm uma preocupação significativa na sua formação.

Não é fácil dizer-se nacionalista em Portugal. Depois da queda do regime de Salazar, o período revolucionário dos anos 70 criou uma ditadura cultural de esquerda que apagou e proibiu qualquer referência social e cultural contrária. Por outro lado, a repressão policial acentuou-se até à classificação por parte dos serviços secretos do grupo Hammerskin português como ameaça à segurança nacional, apesar de não terem existido incidentes desde 1995, quando um imigrante cabo-verdiano morre numa rixa com skinheads. Eram tempos mais duros, com uma política propagandística concentrada principalmente nos estádios e nas ruas, com incidentes habituais. Hoje o nacionalismo praticamente desapareceu dos estádios e a figura do soldado de rua foi substituída pela do soldado político. Mas apesar de todos os esforços contrários, a verdade é que o nacionalismo está a progredir lentamente em Portugal. A internet forneceu novos meios de comunicação e difusão, que permitiram evitar o boicote por parte da imprensa mainstream através do nascimento de numerosos blogues e fóruns de discussão. O mais conhecido é seguramente o Fórum Nacional que conta mais de 4.000 membros. A internet permitiu também a reorganização dos movimentos nacionais. Depois de um assalto massivo numa praia portuguesa, o PNR conseguiu juntar nas ruas de Lisboa, através do Fórum Nacional, cerca de um milhar de portugueses, uma das maiores manifestações nacionalistas dos últimos 20 anos. Obviamente citamos também a antena portuguesa do Novopress: pt.novopress.info, uma das melhores, seja do ponto de vista gráfico ou de conteúdos. Há ainda muito a fazer no movimento em Portugal, mas como vemos existem também óptimos pressupostos e muita vontade.



In: Pt.novopress.info

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Recordar é Viver

hoje á 1 da manha vamos ter a entrevista do JPC desta vez a de dia 22 de junho á TSF


Espero que gostem

Recordar é Viver

Hoje ás 21.15horas GMT a radio irá imitir a passada entrevista a José Pinto-Coelho

A NÃO PERDER!!!

Ps: A rádio só dá para ouvir atravéz de internet explorer

se nao tiverem internet explorer ou media player podem optar por WinAmp fazendo o download deste fixeiro e quando executam abre logo a radio

http://beloserebeldes.no-ip.org:8000/listen.pls