quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Congresso fundacional da FRAS-CO


Aqui está a tão esperada fotografia do congresso fundador da FRAS-CO (Frente Revolucionária Africanista Sionista - Convergência Operária), o partido português que vai representar a verdadeira e definitiva alternativa ao sistema partidocrático e à dicotomia esquerda/direita.
Como se pode ver, estes indivíduos (extremamente perigosos, diga-se de passagem) constituem a mais séria e inovadora iniciativa que Portugal viu nos últimos 11 meses e 2 dias. A FRAS-CO, como movimento de massas que é, pretende representar uma influência positiva junto da população portuguesa em geral e do proletariado em particular, entre outras coisas interessantes e curiosas que ficarão para próximos comunicados. Podemos dizer que a família, a luta de classes e a defesa dos flamingos do Seixal estão entre as prioridades deste novo partido.
O programa do partido já está em execução, assim como os esperados cartões de militante, pegas de cozinha, isqueiros e colheres de pau. Podemos assim dizer que a marcha sobre Lisboa é coisa para semanas. Fiquem atentos!

Por: Miguel Vaz

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Mais Respeito para os Alunos!


Bem.. como fui afectado por esta merda de lei que de seguida vou passar aqui acho por bem tentar fazer algo...


Artigo 17.º
[...]
3 — O dever de assiduidade implica para o aluno quer a presença na sala de aula e demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar, quer uma atitude de empenho intelectual e comportamental adequadas, de acordo com a sua idade, ao processo de ensino e aprendizagem.

Artigo 22.º
Efeitos das faltas
1 — Verificada a existência de faltas dos alunos, a escola pode promover a aplicação da medida ou medidas correctivas previstas no artigo 26.º que se mostrem adequadas, considerando igualmente o que estiver contemplado no regulamento interno.

2 — Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três semanas no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino recorrente, ou, tratando -se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1.º ciclo do ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de ecuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os termos dessa realização.

3 — Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:

a) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;

b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;

c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova.

4 — Com a aprovação do aluno na prova prevista no n.º 2 ou naquela a que se refere a alínea a) do n.º 3, o mesmo retoma o seu percurso escolar normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pela escola, em termos estritamente administrativos, relativamente ao número de faltas consideradas injustificadas.

5 — A não comparência do aluno à realização da prova de recuperação prevista no n.º 2 ou àquela a que se refere a sua alínea a) do n.º 3, quando não justificada através da forma prevista do n.º 4 do artigo 19.º, determina a sua retenção ou exclusão, nos termos e para os efeitos constantes nas alíneas b) ou c) do n.º 3.


Muito resumidamente esta merda diz q mesmo q o o aluno tivesse os seguintes problemas do artigo 19º e justifica-se devidamente as suas faltas,

Artigo 19.º
[...]
1 — São consideradas justificadas as faltas dadas pelos seguintes motivos:

a) Doença do aluno, devendo esta ser declarada por médico se determinar impedimento superior a cinco dias úteis;

b) Isolamento profiláctico, determinado por doença infecto -contagiosa de pessoa que coabite com o aluno, comprovada através de declaração da autoridade sanitária competente;

c) Falecimento de familiar, durante o período legal de justificação de faltas por falecimento de familiar previsto no estatuto dos funcionários públicos;

d) Nascimento de irmão, durante o dia do nascimento e o dia imediatamente posterior;

e) Realização de tratamento ambulatório, em virtude de doença ou deficiência, que não possa efectuar -se fora do período das actividades lectivas;

f) Assistência na doença a membro do agregado familiar, nos casos em que, comprovadamente, tal assistência não possa ser prestada por qualquer outra pessoa;

g) Acto decorrente da religião professada pelo aluno, desde que o mesmo não possa efectuar -se fora do período das actividades lectivas e corresponda a uma
prática comummente reconhecida como própria dessa religião;

h) Participação em provas desportivas ou eventos culturais, nos termos da legislação em vigor;

i) Participação em actividades associativas, nos termos da lei;

j) Cumprimento de obrigações legais;

k) Outro facto impeditivo da presença na escola, desde que, comprovadamente, não seja imputável ao aluno ou seja, justificadamente, considerado atendível
pelo director de turma ou pelo professor titular de turma.

...Teria de ir a exame para a aprovação das justificações

Apesar de isto estar errado, fazendo com que mesmo uma pessoa que esteja internada 2 semanas e justifique as faltas tem de fazer o tal exame e se chumbar no exame REPROVA o ano lectivo por inteiro...

A mim afectou-me principalmente por outra lei estupida feita por este governo de merda que diz:


(Não me apetece ir procurar o artigo mas vou dizer o básico)


As aulas de 1 bloco (45 min) contam como uma única lição, uma só falta
As aulas de 2 blocos (90 min) contam também como uma só lição
E as aulas de 3 blocos (de 135 min) contam mais uma vez como uma só lição.

Sendo assim se alguém chega atrasado aos primeiros 5 min da aula tem sempre falta que em vez de, como antes, contar só como um tempo EM DOIS conta como se fosse falta aos DOIS TEMPOS e imaginem isto nas aulas de supostamente 3 blocos em que se alguém chegar 10 min atrasado leva falta aos 3 tempos todos...

Já nem o direito a faltar por doença ou por outra coisa importante temos...

Mais uma coisa que acho importante...
Mesmo esta lei começado dia 18 de Janeiro deste ano, as faltas começam a contar já a partir do principio do ano para maior parte das escolas! Afectando assim todos os alunos q faltaram antes desta lei.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Infiltrados no sistema - Por: D. Branquinho

A revolução cultural precede necessariamente a revolução política. Esta é uma ideia muito importante a ter em conta quando falamos de "infiltrar o sistema". Na maior parte das vezes, é através da cultura que conseguimos movimentar-nos dentro de áreas que de outra forma nos seriam vedadas. Também é através dela que mais facilmente conseguiremos atrair pessoas válidas para o nosso movimento e despertar outras para a situação que vivemos e para a necessidade de agir. Um livro, um filme, uma atitude, uma ideia, fazem mais que extensas agendas políticas ou soluções milagrosas.


Infiltrar os media

Na sociedade actual, extremamente mediatizada, há que tirar partido dos meios de comunicação social, para fazer passar a nossa mensagem. Para além do trabalho no seio do movimento, mas com expressão externa, como são as publicações, páginas de internet, blogs, os fóruns, devemos aproveitar as formas de entrar nos mass media ao nosso alcance. São simples, baratas e eficazes. Na imprensa escrita podemos participar em jornais que aceitem colaborações ou chegar aos mais conhecidos através de cartas ao director. Na internet, podemos comentar notícias ou textos, ou fazer campanhas através de e-mailing. Na televisão e na rádio, devemos aproveitar programas que aceitem participações telefónicas em directo. São apenas alguns exemplos para começar. Lembrem-se disto: a maior parte das portas vão tentar fechar-se, mas há sempre umas que conseguimos abrir.

Infiltrar a política

O trabalho em partidos e associações nacionalistas é muito importante e não deve ser descurado. No entanto, no sistema viciado em que vivemos, devemos ter presente que estes não conquistarão o poder político a curto prazo.

Assim, paralelamente, há várias formas de infiltrar o sistema. Na escola e na universidade, devemos fazer listas para concorrer às associações de estudantes, ou concorrer em listas independentes, fazendo passar algumas ideias. No plano local, devemos promover e integrar movimentos independentes que defendam interesses concretos da comunidade. No plano nacional, podemos aproveitar alturas em que é possível afastarmo-nos na lógica partidária, como referendos ou discussões sobre grandes temas.

Infiltrar a escola

Para além do trabalho nas associações de estudantes, que referimos atrás, devemos aproveitar os meios dos estabelecimentos de ensino para promover debates e encontros sobre temas e autores do nosso interesse. Tentar formar ou integrar grupos dentro da escola ligados a áreas específicas. Como por exemplo, grupo de artes, teatro, cinema, rádio, jornalismo, etc. Por fim, devemos também alertar professores para determinados assuntos ou matérias e estimular a discussão de ideias nas aulas.

Infiltrar a comunidade

Devemos participar na vida da sua comunidade, através dos meios proporcionados pelas câmaras municipais, juntas de freguesia e associações locais. Alertar vizinhos para determinados temas e questões do interesse directo da sua terra. São também muito importantes iniciativas de apoio social que podem ser desenvolvidas localmente em pequena escala, mas com grande sucesso e impacto.

Postura

Devemos afirmar-nos pela diferença e pelo exemplo, caso contrário nunca seremos levados a sério. Não podemos ter uma postura isolacionista, nem de "dono da razão". Isso apenas fará com que os outros se afastem. Através dos meios referidos conseguiremos introduzir pouco a pouco as nossas ideias em sectores-chave da sociedade, estimulando o debate e a reflexão sobre a tragédia que se abate sobre a Europa, motivando várias pessoas a agir.

Resultados

Não devemos ser guiados pelos grandes resultados a curto prazo. O nosso combate é demorado e por isso temos que ser pacientes. Não podemos dar valor aos megalómanos que anunciam a "marcha sobre Lisboa" para amanhã e a conquista da Europa para a semana. Objectivos sobredimensionados e totalmente fora do nosso alcance servem normalmente para desculpar a ausência de trabalho. Por mais pequenos que pareçam os resultados conseguidos, são uma vitória. Essas pequenas vitórias completarão o nosso percurso à medida que formos avançando. Como diz um antigo ditado japonês: Mais vale dar um passo, por mais pequeno que seja, do que ficar parado.

O caminho faz-se caminhando. E nós sabemos para onde vamos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Já todos querem fazer um clube das ideias


A comissão instaladora do Partido da Liberdade (PL) recolheu, desde a segunda quinzena de Janeiro, cerca de meio milhar de inscrições para militantes e conta levar a efeito o congresso fundador ainda em 2008.

"É um grito contra a asfixia da liberdade instalada no País 34 anos depois do 25 de Abril", resume Susana Barbosa, a primeira signatária do PL que se posiciona à direita do espectro político "sem extremismos".

A empresária de Aveiro foi fundadora do Partido da Nova Democracia (PND), o qual abandonou no final do ano passado em 'rota de colisão' pessoal e política com Manuel Monteiro. "Tenho a sensação que o País precisa algo de novo, falta um Bloco de Esquerda à direita", diz.

A recolha das 7.500 assinaturas necessárias para formalizar a inscrição no Tribunal Constitucional está a ser feita a partir das cidades de Lisboa, Aveiro e Porto onde se concentram os núcleos mais activos. O partido deseja concorrer às eleições legislativas de 2009 em alguns círculos eleitorais do País. "Começamos do zero, se tivermos 0,1% dos votos já é crescer", diz Susana Barbosa, 43 anos, casada e mãe de dois filhos.

A ruptura com o PND, depois de se ter apresentado como candidata à presidência, foi consumada com a controvérsia envolvendo a expulsão de militantes com alegadas ligações a movimentos nacionalistas. "Manuel Monteiro quis falar de neonazis e racistas para aparecer nas notícias e afastou pessoas de bem, nacionalistas mas não extremistas", lamenta. Susana Barbosa, que se afirma "democrata e republicana", diz faltar "patriotismo e nacionalismo construtivo sem tocar as raias do extremismo", garantindo vai estar "muito atenta" para evitar apropriações indevidas do PL.

O primeiro panfleto, com as cores da bandeira nacional, foi distribuído há poucos dias em acções de rua. Apresenta o logotipo, um PL envolvido numa coroa de folha de louros e 14 "ideias fundamentais" onde ressalta a oposição à uma UE federalista e à adesão da Turquia, bem como a defesa de políticas de controlo e selecção rigorosas de imigração.|

Fonte: http://dn.sapo.pt/2008/02/11/nacional/partido_liberdade_quer_be_direita.html

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Reforço de última hora na II Conferência Internacional da CI

Gianluca Iannone, incansável activista italiano. Candidato nas últimas legislativas pelo partido Fiamma Tricolore. Dirigente da Casa Pound, um edíficio ocupado que visa garantir um tecto a um substancial número de famílias que os sucessivos governos italianos desprezaram porque essas famílias não se inserem na categoria de imigrantes, logo sem direito a qualquer gesto humanitário. Impulsionador da iniciativa O.S.A. (occupazioni a scopo abitativo) Coordenador do projecto “Mutuo Sociale”. Vocalista do grupo musical identitário ZetaZeroAlfa.

Gianluca Iannone será um dos oradores na II Conferência Internacional da Causa Identitária.

Albert Einstein foi convidado para uma festa. No entanto... o seu Coeficiente de Inteligência causa-lhe alguns problemas de socialização.

Para Albert falar com os indivíduos na festa, ele pergunta o Q.I. da pessoa e adequa o seu dialogo ao respectivo nível.

O primeiro responde-lhe: "200, sou tão genial quanto tu!"
Deste modo, Albert discute com o sujeito:
Teorias Cósmicas
Lei da termodinâmica
Origem do Universo
Etc.

O segundo responde: "150, muito superior à média por acaso.."
Albert discute com ele:
Teoria da Atracão Gravítica
Efeitos Foto eléctricos
Axiomas de Matemática
Por ai....

O Terceiro responde: "100, então?"
Albert discute com ele:
Problemas de trabalho
Défice do Pais
Valores da Bolsa
Desemprego
Etc.

O Quarto responde: "50, acho eu.."
Albert fala com ele:
Problemas do Jet7
Programas do Goucha
Telenovelas
Televendas
Etc,

O Ultimo responde: "Disseram-me que tinha 5"
Albert diz-lhe:

"Tão amigo... tal vai esse Benfica??"

domingo, 10 de fevereiro de 2008

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Pequenos partidos querem alteração da Lei de financiamento


Representantes de oito pequenos partidos portugueses solicitaram hoje ao Procurador-Geral da República a alteração da Lei de financiamento, uma vez que «não recebendo dinheiro do Estado» têm as mesmas obrigações dos outros partidos perante o Tribunal Constitucional.

«O propósito de hoje nos deslocarmos aqui foi exactamente aquele que nos tem feito deslocar a outras entidades nos últimos tempos, não só a questão das cinco mil assinaturas, bem como outras questões que estão neste momento a preocupar-nos muito, mais concretamente a questão das multas de que estes partidos têm sido alvo por parte do Tribunal Constitucional», declarou João Barão Neves do Partido Nova Democracia (PND).
Além do risco de extinção compulsiva por não terem o mínimo de cinco mil militantes exigido por lei, os pequenos partidos reuniram-se hoje com o PGR, Pinto Monteiro, para manifestarem indignação perante a obrigatoriedade de pagamento de «multas superiores ao seu orçamento anual».
«Estes partidos não recebem dinheiro absolutamente nenhum do Estado, e somos multados por exemplo por uma factura ir em nome de uma pessoa que nos queira apoiar ou em nome de um membro do partido«, disse o representante do PND.
Acrescentando que o Tribunal Constitucional exige a estes oito pequenos partidos »o mesmo que exige aos outros partidos, que têm dinheiro e membros eleitos do Estado«, João Barão Neves queixou-se ainda do montante das multas.
«Têm existido multas desde os cinco mil, seis mil, sete mil, dez mil euros; essas multas são variadas, não têm periodicidade, e somos alvo das maiores arbitrariedades que os auditores nos querem impor», salientou ainda.
Para além do Partido Nova Democracia (PND), a reunião dos pequenos partidos com o PGR contou também com representantes do Movimento Partido da Terra (MPT), Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP), Partido Nacional Renovador (PNR), Partido Operário de Unidade Socialista (POUS), Partido Democrático do Atlântico (PDA), Partido Humanista (PH) e Partido Popular Monárquico (PPM).
O Tribunal Constitucional (TC) tinha notificado em Dezembro de 2007 os partidos para fazerem prova, até Março, de que têm pelo menos cinco mil militantes, mas, na segunda-feira, suspendeu o prazo para verificação do número mínimo de militantes, uma vez que deu entrada no Parlamento um projecto-lei para alterar esta disposição.
Os oito partidos já expuseram as suas preocupações também ao Presidente da REpública, Cavaco Silva, numa audiência em 25 de Janeiro. Diário Digital / Lusa Informação da responsabilidade de Diário Digital © Copyright 2008
08.02.08 - 20:21

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

“Nós somos o divertimento deles”, queixa-se um jovem português

Duas na igreja, outra no comboio. Três numa semana. Facas ou pistolas, Bernardo viu de tudo e acabou sem nada. “Nós somos o divertimento deles.” Ajeita os livros e faz-se sozinho rua acima – 16 anos de bairro a tropeçar no crime e o hábito roubou-lhe o medo. “Vou por ali e já tento nem pensar nisso, só eu nunca levei!” A sorte muda a cada esquina de Rio de Mouro, na linha de Sintra, e o colega João Rodrigues foi “espancado” na estação. “Tenho amigos esfaqueados várias vezes e a mim encostam-me as facas ao pescoço”.

Os ataques são sempre feitos no escuro, ao fim da tarde. Mas também vêm de “onde menos imagina”, desafia João. Sai da Secundária Leal da Câmara e aponta discretamente ao portão do lado – os ‘mais pequenos’ da EB 2,3 Padre Alberto Neto. “É um engano. Chumbam várias vezes e são mais velhos do que nós, já só andam ali para poder roubar.”

Nada que o conselho executivo não saiba. “Até os mais pequeninos são muitas vezes o reflexo daquilo que vêem em casa – um convite a entrarem na marginalidade”, lamenta ao CM o presidente João Simões. O crime é afinal “normal” em Rio de Mouro e “toda a linha de Sintra precisa de outra política social”. O professor diz que ali “são mais os antigos alunos – rapazes que abandonaram, foram abandonados e sem auto-estima entraram no mundo da delinquência e criminalidade”.

Mas não desistem da escola, agora pelos negócios da droga e do roubo. “Vejo-os da janela a encostarem- -se às redes para traficar. Ao final da tarde, já escuro, fazem esperas junto à rotunda para tentar assaltar as pessoas.”

Bernardo e João lembram-se das vítimas e do assassinato de domingo à noite, mas também Márcia, mãe de outro aluno, conta que um dos rapazes era amigo do filho. “Eu e o meu marido até brincávamos com ele: ‘aos 18 anos arranjamos-te uma pistola!’” João diz ser “rara a noite em que não se ouve tiros” e faz uma pergunta a outras etnias: “Se fazemos aqui tudo para que se integrem, por que é que nos assaltam?”

Fonte: Correio da Manhã

De volta...

Bem como podem ver voltei destas ferias cibernéticas, volto com novas votações e, sem duvida, continuando com as noticias de maior interesse por parte dos nacionalistas!

Fica desde já esclarecido que a Radio Belos e Rebeldes vai entrar em acção a toda a hora já a partir do final do mês.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

FERIAS ATÉ TEMPO INDETERMINADO

Devo voltar em Fevereiro

domingo, 6 de janeiro de 2008

João Vieira Pinto defende selecção integralmente portuguesa


«Sou contra os estrangeiros na selecção, porque uma selecção deve ser genuína e deve haver um fio de identificação entre os jogadores e entre o grupo e equipa técnica (…) os brasileiros não se identificam com a pátria portuguesa. Sinceramente, não acredito que o povo português seja a favor de tantos brasileiros».

João Vieira Pinto
Público - 03/01/08

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Miss França 2008

Incrível! A nova Miss França, a Miss Borgonha Vicky Michaud (na imagem), proferiu em pleno concurso de eleição e perante milhões de telespectadores as muito corajosas palavras: «a minha maior força é a minha homogeneidade étnica!». Escândalo nacional, o Júri, muito inquisitorialmente, decretou de imediato a suspensão do concurso sine die e a revogação com efeitos imediatos da eleição que havia concedido a Vicky Michaud a coroa de rainha da beleza gaulesa por um ano.

Pois bem caros amigos, como tenho por princípio tentar imaginar dialecticamente o outro lado de uma notícia, quero confessar que infelizmente a bonita Miss Borgonha não foi a vencedora do concurso Miss França 2008. Antes pelo contrário a vencedora desse politicamente orientado programa televisivo foi, nada mais, nada menos, a Miss Reunião, de nome Valérie Bègue, a qual utilizou o infalível argumento/passaporte para conquistar um lugar no mundo do jet-set, uma sorte de míssil teleguiado dos debates modernos. “a minha maior força, é a minha mestiçagem”.
Ora, em jeito de tradução, o que Valérie Bègue quis transmitir foi; sou resultado da mistura, por conseguinte, votem em mim. Não deixa de ser paradigmática da mestiçofilia demencial generalizada em que mergulhou a nossa sociedade europeia, para a qual a celebração do etnocídio, a destruição da pluralidade racial da humanidade, é erigida como um valor positivo, ou por outra parte, como se a homogeneidade fosse algo tenebrosamente nefasto, reduzindo todos aqueles que não são mestiços a um estado de inferioridade congénita, ou mesmo transformando o Brasil e toda a América do central e do sul em sociedades que vivem na harmonia perfeita, e uma Islândia, para citar apenas um exemplo, num triste caso de reaccionarismo porque se recusa obstinadamente a aceitar a engenharia social.

Em suma, uma vez mais se prova que o processo de miscigenação em curso está a acentuar-se, a impor-se por via da colonização das mentes dos europeus, incapazes de reagir à sua própria extinção, porque sabem que o orgulho nas suas origens é proibido para os Europeus e apenas para estes, pois há uma designação para tal manifestação de orgulho europeu, uma designação terrível, sinónimo de mal absoluto: racismo.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Uso de pequenas quantidades de drogas está "liberalizado" em seis distritos


Se alguém for apanhado a fumar um charro ou a inalar cocaína em pequenas quantidades no distrito de Santarém pode ter que pagar uma coima ou ser mandado para tratamento, se o mesmo acontecer no distrito de Lisboa, Bragança, Guarda, Viseu, Coimbra e Faro nada acontece. Neste momento há seis distritos do país onde a compra, posse e consumo de droga em pequenas quantidades não tem consequências porque as comissões de dissuasão da toxicodependência (CDT) destes distritos estão sem poder decisório por falta de pessoal.

Já este ano foi a vez de a CDT de Coimbra deixar de poder aplicar medidas a consumidores de drogas, mas o processo de perda de poder decisório tem sido gradual. Começou em 2003 com as CDT de Viseu e da Guarda, em 2004 foi a vez das CDT de Faro e Bragança, em 2005 foi a de Lisboa. No início da lei existiam 18 comissões operacionais, agora existem apenas 12.

Do total de processos entrados em 2006 (6216), metade ficou pendente (3196), referem dados do Relatório Anual do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) de 2006.

Falta de quórum

Em 2001, a lei que descriminalizou a posse, compra e consumo de droga até um máximo de "consumo médio individual para dez dias" (no caso da cannabis ronda as 25 gramas) veio tirar estes casos dos tribunais, transferindo-os para as então criadas CDT.

O problema é que nestes órgãos as decisões têm que ser tomadas por pelo menos dois dos três técnicos que compõem a comissão - há seis CDT em que ou não existe quórum ou não há qualquer membro. Os tribunais continuam a transferir processos para as comissões, no ano passado foram 524.

Na prática, a lei da descriminalização não se aplica em seis dos 18 distritos onde foram criados estes órgãos, reconhece o presidente do IDT, João Goulão. Este responsável afirma que "nos primeiros dias de 2008" serão apresentadas propostas de alteração à lei (ver caixa).

"Nesses seis distritos a droga não está descriminalizada, está liberalizada", sublinha o deputado social-democrata Emídio Guerreiro, notando que as CDT foram criadas "como garantia da não liberalização das drogas", com "a preocupação social de tentar que os consumidores deixem de o ser".

O problema já é conhecido desde há muito, mas tem-se agravado, diz, e o próprio actual director do IDT, em 2004, fez parte de uma comissão técnica para tentar resolver o problema. O PSD apresentou em Fevereiro deste ano um projecto de lei que é ipsis verbis a proposta do grupo que Goulão incorporou.

O Partido Comunista também apresentou um projecto de lei, nota o deputado Bruno Dias. "Há muitos meses que andamos a alertar para o problema. O consumidor deixou de ser tratado como criminoso, mas o consumo não poder ser visto como algo irrelevante", afirma. Ambas as propostas foram chumbadas.

Maria Antónia Almeida Santos, que foi presidente da CDT de Lisboa e agora é deputada socialista, afirma que é preciso mudar a lei para agilizar o funcionamento das comissões.

IDT não responde

Um grupo de deputados do PS mandou algumas sugestões para o IDT, mas até agora nada, critica. Os membros das CDT tinham comissões de serviço de três anos que não foram renovadas. Por este motivo, e pela desmotivação dos seus membros perante a indefinição, foram esvaziadas.

A deputada defende que, com a actual situação, se pode estar a criar "uma ideia de impunidade" e de "desigualdade no tratamento", porque tudo depende da área geográfica em que a pessoa é apanhada a consumir e a comprar substâncias que vão da cannabis à heroína, da cocaína ao ecstasy.

O que preocupa a deputada não é tanto a parte de punir os consumidores, porque esse não é o principal objectivo das comissões, mas a do encaminhamento para tratamento de toxicodependentes, que é umas competências das CDT.

Ana Trigo Rosa, responsável pelo Gabinete de Apoio à Dissuasão, no IDT, nota que algumas das seis comissões inoperantes ainda podem encaminhar para tratamento, se os consumidores aderirem voluntariamente; caso contrário "não têm mecanismos legais para actuar": não podem, por exemplo, impor coimas ou ordenar trabalho a favor da comunidade.

A responsável do IDT reconhece que "a lei não está a vigorar em pleno", o que pode "levantar um certo sentimento de impunidade". Nota ainda que se "corre o risco de as autoridades mobilizarem os seus recursos para outras questões", algo que ainda não acontece: 42 por cento dos casos foram remetidos pela Polícia de Segurança Pública e 28 por cento pela Guarda Nacional Republicana.

fonte


OS FACTOS CIENTÍFICOS
Canabinóides


Elimina a ansiedade e promove sensação de bem-estar, desinibição, maior capacidade de fantasiação, visualização da realidade com mais intensidade (cores e sons mais distintos)


Secura da boca, reacções de ansiedade e pânico (paradoxalmente mais comuns em fumadores experientes), agressividade e, excepcionalmente, alucinações


Pode desencadear uma doença mental (psicose) nos raros indivíduos predispostos

Síndrome "amotivacional" (provavelmente apenas em grandes consumidores predispostos)



PARA RECORDAR
entrevista
João Goulão pres. Instit. da Droga e Toxicodependência

"Legalizar as drogas é inevitável no futuro"
A troca de seringas nas prisões é "urgente", a prevenção não deve ser moralista e a sociedade livre de drogas é uma utopia
FONTE



Algumas citações sobre o assunto.

Quote:
Mensagem Original de Buda Ver Mensagem
eu concordo muito com o iggy. A legalização das drogas ( pelo menos as leves) teria um balanço muito positivo em vários aspectos: económico ( que terá de ser esse o argumento a usar contra este governo que só se regula pelos interesses), social, e em outros aspectos.
Simplesmente muitos de nós não temos a noção real da quantidade de pessoas que existem no mundo das drogas...
A legalização de drogas, daria emprego legitimo aos que traficam , daria dinheiro (muito dinheiro) aos cofres do estado, traria liberdade também ao consumidor, e também garantiria qualidade e quantidade dessas drogas - e este ponto é especialmente importante para os heroinómanos que morrem todos os dias porque são enganados. Haveria muito menos criminalidade em relação à toxicodependência e por outro lado muito mais possibilidades de assistência/apoio a estes. Sem contar muitos outros aspectos, derivados da abertura social em relação a esse assunto.

Algumas respostas sobre esta citação:
Só alguém que esta sob o efeito de alguma droga poderia escrever algo como isto.
O combate à droga faz-se com mais fiscalização e penas mais pesadas.
No tocante aos consumidores uma politica de reabilitação em vez do faz de conta que vemos hoje resolvia a maior parte dos problemas.
Já agora legalizem o crime. Cada criminoso paga um imposto que rever-te para o estado. Assim teríamos crimes mais seguros.
Já estou a ver uma pessoa em casa: Bom dia Sr. ladrão então o que vai roubar hoje? Ah! Uma televisão. Boa escolha: Olhe não se esqueça de passar a factura e obrigado.

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bem.. se queres que os teus filhos tenham acesso a droga num simples cafe ou coisa parecida e que pensem que as drogas leves sao "uma coisa normal que nao faz mal a ninguem" tas no bom caminho, eu quero que o meu filho cresça longe desse esterco (droga, traficantes e consumidores)! como ja foi dito aqui, se dessem toda a droga apreendida aos toxicodependentes para os matar de overdose era um favor que faziam a sociedade, so o dinheiro que o estado gasta a patrocinar programas de recuperação a essa gente que entrou nesse mundo sem precisar da ajuda de ninguem e agora supostamente querem sair mas nem força de vontade têm! hoje em dia o que nao falta é informação e so se mete nisso quem quer!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

A escravatura branca no Norte de África

Estima-se que entre os anos 1500 e 1800 o tráfico de escravos europeus tenha feito mais de um milhão de vítimas: Italianos (a Sicília está à distância de Tunes apenas em 200 Km), Espanhóis, Franceses, mas também Portugueses, foram a maioria; é necessário notar que as razias marítimas e terrestres tiveram igualmente lugar - designadamente - na Inglaterra, na Irlanda e mesmo até na Islândia (!). Os escravos eram capturados aquando do apresamento de navios e de embarcações ou através das razias terrestres, que implicavam consequentemente a debandada das populações costeiras para aldeias fortificadas no interior.

Uma vez capturados, os prisioneiros, os quais, por norma, 90% eram homens, eram colocados a trabalhar nas galés ou em construções em Argel, em Tunes ou em Trípoli, pólos centrais do mercado esclavagista, onde aos cativos eram designados os seus pesados e sebentos trabalhos.

Númerosos escravos não conseguiam adaptar-se às condições muito duras das galés, onde remavam semi-nus em mares tumultosos, expostos ao sol e à falta de água. Outros conheceram um destino pouco mais invejável nas pedreiras donde deviam extrair a pedra entre duas chicotadas, para, posteriormente, as transportarem para as cidades.

Os maus tratos, as doenças, a sobrecarga de trabalho, a falta de alimento e o desespero eram recorrentes.

Condições muito duras sem dúvida. Acrescente-se a isso a proibição de contactar com mulheres, mesmo escravas. Estes Cristãos que se podiam “trocar por uma cebola” a dada altura em Argel, tinham por única esperança a de estarem inseridos na próxima vaga de escravos vendidos. Com efeito, a Igreja organizava regularmente campanhas na Europa para tentar resgatá-los.

Finalmente a escravidão dos europeus terminou em 1830 com o desembarque das tropas francesas em Argel.

*Para desenvolver esta temática pouco divulgada pela nossa historiografia adquira o caderno «Escravatura… ou o outro lado de uma história mal contada» por J. Martins, presente na loja da Associação Causa Identitária.



IN: http://PT.novopress.info

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O PNR FAZ FALTA


Actividades

pnr_faz_falta.jpgA campanha "O PNR faz falta" visa garantir a inscrição de novos militantes no mais curto espaço de tempo. Os partidos políticos foram notificados pelo Tribunal Constitucional para provarem no prazo de 90 dias que têm pelo menos 5 mil militantes, sob pena de serem extintos nos termos da Lei n.º2/2003, de 22 de Agosto. Trata-se de uma lei injusta, que tende a calar a voz incómoda dos pequenos partidos. É uma medida imposta pelos partidos ditos grandes e fiscalizada agora pelos juízes conselheiros escolhidos por aqueles.

Apesar disso, o PNR tudo fará para angariar no prazo estipulado o número de filiados em falta. O partido tem registado um forte crescimento nos últimos meses. Diariamente chegam à sede novas propostas de adesão. Assim, com vista a atingir o número estipulado, a direcção do partido põe agora em marcha uma campanha nacional de novas adesões, sem pagamento de jóia e com isenção de quotas.

O nosso partido representa um número crescente de portugueses. Estamos seguros de que o PNR faz falta ao debate político. É a única voz que se ergue de forma clara em defesa da independência nacional contra a corrupção e os tratados reformadores. O PNR pretende apresentar aos Portugueses em 2009 um renovado programa político, com um conjunto de propostas para as diferentes áreas, da segurança à cultura, da política externa à saúde e à educação. Mais ninguém estará disposto a fazê-lo nos termos e com as soluções que o PNR apresentará. Propostas portuguesas para um Portugal português. Isto pode ser reconhecido mesmo por simpatizantes de outros partidos que, em defesa da livre expressão de ideias, se opõem à extinção judicial de um partido cada vez mais activo na vida portuguesa e no qual se revêem milhares de compatriotas.

Por isso, pedimos o empenho e a mobilização de todos. A meta das 5 mil inscrições está perfeitamente ao nosso alcance. Assim todos se mobilizem, assinem e levem a assinar a Proposta de Adesão .

http://www.pnr.pt/ficha.pdf

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Turco quer processar o Inter de Milão

Um advogado turco, Baris Kaska, apresentou uma denúncia formal contra o Inter de Milão pedindo que o clube perca os três pontos que ganhou na Liga dos Campeões ao vencer o Fenerbahçe por três bolas a zero. Tudo porque alegadamente o clube “manifestou de forma explícita a superioridade racista de uma religião”. A origem do problema está na camisola com que a equipa milanesa alinhou, que é branca e ostenta uma cruz vermelha no peito, muito semelhante ao uniforme dos Templários, uma antiga ordem de monges guerreiros. Segundo o jornal “La Vanguardia”, Kaska afirma que não foi o resultado da partida que o incomodou, mas sim a “enorme cruz vermelha sobre o fundo branco”.“Esta cruz lembrou-me dos dias sangrentos no passado”, afirma Kaska, que não foi o único a protestar contra a camisola da equipa italiana. As imagens do equipamento do Inter de Milão foram transmitidas por quase todos os meios de comunicação turcos acompanhadas de uma gravura de um templário. “Como pôde a UEFA permiti-lo? Os três golos deste Inter «cruzado» têm que ser cancelados”, escreveu o jornalista Mehmet Y. Ylmaz no dia seguinte ao jogo.
[cc] Novopress.info, 2007, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

domingo, 2 de dezembro de 2007

Fábrica salva por um euro já factura quase um milhão


Ana Peixoto Fernandes

A fábrica de confecções Afonso-Produção de Vestuário, de Arcos de Valdevez, empresa tomada à força pelas trabalhadoras em Novembro de 2004 para impedir a sua deslocalização para a República Checa, "está de boa saúde e recomenda-se". Actualmente sob a administração de Conceição Pinhão, a funcionária que liderou a luta em prol da permanência da produção em Portugal (e a comprou aos antigos proprietários, simbolicamente, por um euro), a unidade prepara-se para fechar o ano com um volume de negócios de 900 mil euros, quase o dobro do alcançado no primeiro ano de autogestão (500 mil euros em 2005), e com as dívidas liquidadas.

Além dos progressos na facturação e do equilíbrio das contas, a "Afonso" ainda investiu 120 mil euros em maquinaria, contratou cinco novos trabalhadores e atingiu um número recorde de 850 camisas produzidas por dia.

"Quase duplicámos a facturação e a minha expectativa é manter, pelo menos, o nível em que estamos", declarou, ao JN, Conceição Pinhão, anunciando que "2007 é o ano de liquidação e a altura de começar a respirar fundo" na fábrica que administra desde que na madrugada de 29 de Novembro de 2004 os antigos administradores alemães tentar "limpar" o recheio da unidade à socapa, com o intuito de a deslocalizar. Na altura, Conceição, que diz ter "pressentido" a intenção dos patrões, apresentou-se nas instalações, de noite, com um grupo de trabalhadores e juntos impediram o pior.

Depois da tentativa frustrada de deslocalização, a "Afonso" não mais parou de produzir camisas, apesar de os empresários alemães a terem abandonado com 90 trabalhadores, encomendas por satisfazer e dívidas de 250 mil euros. "A dívida que havia quando pegámos na fábrica ficará liquidada no final do mês", assegura a actual administradora, acrescentando que a produção está no seu momento mais alto de sempre, tendo aumentado em cerca de 100 unidades a média de "700 a 750 por dia" que se fazia no tempo dos alemães. O grosso da produção tem como destino a Espanha, seguindo-se a Alemanha e Portugal.

Habituada a escutar palavras elogiosas e apesar das vitórias consecutivas, Conceição Pinhão diz que não se deixa deslumbrar pelo sucesso. "Isto é muito bonito porque corre bem, mas se correr mal, num instante passamos de bestial a besta e eu tenho isso bem presente", conclui.

http://jn.sapo.pt/2007/11/30/norte/f...ra_quase_.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Loures: Agentes da PSP desmobilizam na Quinta da Fonte, várias detenções e apreensões de armas




Lisboa, 29 Nov (Lusa) - Os agentes da PSP já começaram a desmobilizar a operação no bairro da Quinta da Fonte, em Loures, durante a qual foram efectuadas cerca de 40 buscas domiciliárias, feitas detenções e apreendidas armas brancas e de fogo.
Desde as 07:00, 250 agentes da PSP espalharam-se pelas ruas do bairro, controlando todas as saídas e entradas, procedendo à identificação das pessoas.
Vários agentes da PSP encontravam-se ainda nos terraços de vários edifícios do bairro de realojamento social.
Em declarações à agência Lusa, a porta-voz da PSP, a sub-comissária Paula Monteiro, adiantou que a operação teve origem em relatos de moradores que se queixavam de insegurança, assim como de empresas de transportes públicos que mencionavam vandalismo e ilícitos criminais.
Na base da acção estão ainda relatos de tiros esporádicos que indiciavam a existência de armas de fogo no bairro.
A porta-voz da PSP, Paula Monteiro adiantou à Lusa que o objectivo da operação era conferir um sentimento de segurança à população que circula e habita no bairro e tentar a apreensão de armas de fogo.
Segundo a subcomissária, a operação decorreu sem incidentes, estando já a ser levantado o perímetro de segurança do bairro.
Na operação estiveram envolvidos agentes da Segunda Divisão da PSP, todas as esquadras de investigação criminal do comando de Lisboa, do corpo de intervenção, grupo de operações especiais, departamento de armas e explosivos da PSP e autoridade judicial através de magistrados.
Apesar de ainda não haver dados sobre as detenções e apreensões, Paula Monteiro indicou que foram apreendidas várias armas brancas e armas de fogo e uma arma eléctrica, cuja apreensão é pouco usual neste tipo de operação.
Paula Monteiro remeteu para a parte da tarde a divulgação dos dados sobre esta operação.
A Quinta da Fonte é um bairro social onde estão realojadas as pessoas que viviam na zona onde foi construída a Expo'98, Parque das Nações.
É uma população multicultural, sendo 40 por cento oriundos de países africanos, outros 40 por cento de etnia cigana e 20 por cento portuguesa.
A população é jovem com a maioria dos moradores a beneficiar do rendimento de Reinserção Social.
HN/MYD
Lusa/Fim

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Porqué no te callas? O mais completo!

Afinal o José Maria Aznar, tal como o ingénuo do «Porreiro Zé Barroso» também acha que foi enganado na Cimeira dos Açores, presume-se que pelo Bush e pelo Blair, na Guerra do Iraque. Uns ingénuos a dupla Aznar/Barroso, parecem as "maninhas beijoqueiras"



¿Quién fue el responsable del incidente entre Chávez y el Rey de España? (BAJA RESOLUCIÓN)

domingo, 25 de novembro de 2007

A mãe do traidor


Vi um comentário sobre a mãe de Álvaro Cunhal num vìdeo nacionalista no You Tube... passando por uma breve pesquisa no Google se acha em campo inimigo e outras fontes algumas informações acerca do bandido e de sua mãe, que sendo verdadeiras provam que Álvaro Cunhal não era, de fato um filho da puta.Aplicando-se o termo apenas num sentido não literal:

"O menino cresceu fracalhote, acanhado, tímido. Dava ares à mãe. Aos sete anos começa a aprender as primeiras letras. Não havia escola no Vimieiro. Recebeu em casa lições particulares de um instruído funcionário da Câmara de Santa Comba Dão. Aprendeu a ler, a escrever e a contar.
O rapaz era esperto para as letras. Seria uma pena se não continuasse os estudos. Mas a mãe não o quer no liceu de Viseu. Receia expô-lo às tropelias dos rapazes.


Só havia uma solução: o seminário, onde o menino acostumado a brincar com as irmãs, estaria a salvo de chacotas.

O advogado Avelino Cunhal deve ter conhecido Salazar em Coimbra. O jovem do Vimieiro, sempre bem apessoado, apenas traído pelos lábios finos e voz de falsete, terminou o curso, em 1914, com 19 valores. Os sectores católicos mais reaccionários exultavam com o prestígio do lente – que passou a ganhar dinheiro como jurisconsulto enquanto preparava o doutoramento.
Álvaro Cunhal, cada vez mais próximo da figura paterna, afasta-se do caminho da Igreja. Estuda, em Lisboa, nos liceus Pedro Nunes e Camões. É bom aluno. Frequenta o escritório do pai – onde param anarquistas, anarco-sindicalistas, comunistas e gente do reviralho. Aos 17 anos, em 1930, entra para a Faculdade de Direito de Lisboa, ainda no Campo de Santana. Salazar, o doutrinador católico, ocupa a pasta das Finanças.
Cunhal entra para a Liga dos Amigos da URSS e do Socorro Vermelho Internacional. Salazar toma posse, finalmente, como presidente do Conselho, em 11 de Abril de 1933.
No ano seguinte, Álvaro Cunhal entra na clandestinidade – para orgulho do pai e grande desgosto da mãe, que nunca lhe perdoará os caminhos ímpios do comunismo. Já o Governo tinha criado a polícia política, chefiada pelo capitão Agostinho Lourenço, e dentro em breve iria mandar construir o campo de concentração do Tarrafal.
Cunhal é preso pela primeira vez. Atiram-no para o Aljube. A mãe nunca o visitará na cadeia. Obrigam-no a cumprir serviço militar como um rufia na Companhia Disciplinar de Penamacor. Não verga. Faz greve de fome. Fica tão debilitado que é posto em liberdade.

Clientelismo - Irmão Pedroso passa de 1500€\mensais para 18mil euros\mensais


O advogado João Pedroso foi contratado pelo Ministério da Educação (ME) para fazer o levantamento das leis sobre Educação e um manual na área. Segundo o Rádio Clube, a avença inicial era de 1500 euros mensais.

Em Maio, o prazo do contrato findou e a tutela acertou nova prestação de serviços no valor de 18 mil euros mensais. O ME diz que houve “um erro de avaliação” na atribuição inicial da verba.

Parece mentira mas não, esta mesmo aqui:
http://www.correiodamanha.pt/noticia...818&idCanal=10

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Nosso Mundo

É assim que o nosso mundo vai... fazemos um buraco aqui, arrancamos dali e esses buracos sao como uma unica dentada numa maça



quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Porque a legítima defesa não é crime!

Mário Machado vai a tribunal



Debate instrutório para skinheads na sexta-feira
Por Ana Cristina Câmara

O advogado de Mário Machado acredita que o debate instrutório pode ter reflexos positivos na situação de 30 skins. Para já o advogado quer que o tribunal liberte o líder português dos hammerskins por este, na entrevista dada ao SOL, ter revelado «moderação nas suas opiniões»

A pedido de três dos mais de 30 arguidos no processo dos skinheads – detidos em Abril, numa mega-operação da Polícia Judiciária -, terá lugar no dia 23, no Tribunal de Monsanto, o debate instrutório para contrariar as acusações que lhes são imputadas.

Mário Machado, o líder hammerskin que é a face mais visível deste processo e o único arguido que aguarda julgamento em prisão preventiva, também estará presente no tribunal na sexta.

José Carlos Castro, o seu advogado, explicou ao SOL que o despacho de pronúncia resultante deste debate «pode ter reflexos sobre os outros arguidos», nomeadamente serem ‘despronunciados’ (ilibados) por certos crimes.

O advogado adiantou ainda que pretende recorrer à entrevista escrita que o seu cliente deu ao SOL, a 10 de Novembro, para «requerer ao juiz a revogação da medida de coacção prisão preventiva de Mário Machado, por este revelar moderação e ponderação nas suas opiniões».


fonte: Sol

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

???

soh q nun to conseguindo axa esse negocio d rss e ond adicionalo para mim ver
como q fik kuando eu posto!!!

lah nu meo blog u tema tem un negocio d rss mais nu eh = nu teo q eo clico o
firefox pede pramim add eo adiciono econsigo lehlah naum lah aparece codes e
mais codes..

se puderme ajudar…


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me diga como eu faço para realízar os dribles no meu ps2. gosto de futebol mas
ainda não sei as manhas dos dribles. me dê a resposta no meu orkut

Preto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nota: Para outros significados de Preto, ver Preto (desambiguação).
Preto
— Coordenadas da cor —
Trip. Hex #000000
RGB (0, 0, 0)
CMYK (0, 0, 0, 100)
HSV (0, 0, 0%)

A cor preta ou negra é a mais escura do espectro de cores. É definida como "a ausência de luz", em cores-luz, ou como "a mistura de todas as cores", em cores-pigmento. É a cor que absorve todos os raios luminosos, não refletindo nenhum e por isso aparecendo como desprovida de clareza.

O preto é a cor das letras deste texto. O código hexadecimal da cor preta é #000000. Preto também é a cor do Pelé.

  • O prefixo latino para negro é niger.

Usos simbólicos do preto

A cor negra está associada a morte, trevas, mal e outras conotações negativas, na cultura ocidental. O mesmo não acontece em algumas culturas orientais onde a cor do luto não é o preto, mas sim o branco.

Sensações acromáticas

A cor preta sugere: silêncio, morte, poder, misérias, maldade, pessimismo, tristeza, negação, dor, opressão, angústia, rock, introspecção e favorece a auto-análise. Quando brilhante, confere nobreza, distinção, elegância, masculinidade. -Associação material: sujeira, sombra, enterro, noite, fumaça, morto, fim, coisas escondidas.

Introdução à geração anti-basofe - Vídeos educativos

basofe01.jpg

Recomenda-se o visionamento de “how to be a basofe”, “Basofilandia” e “DjN3oX - Basofes 2.0″. Para uma melhor compreensão de um fenómeno interessante - a ridicularização dos rapazinhos que viram demasiados filmes com “nigas” e “brodes” e resolveram imitá-los, julgando que o Bronx e a Curraleira são a mesma coisa. Uma folga, no meio de assuntos mais sérios que aqui costumam ser abordados. Yo, pple!