
Festival de Bandas de Garagem
Montijo
NÃO PERCAS

(via Inconformista)
Semana conturbada para muitos camaradas italianos, especialmente para Gianluca Iannone e a sua comunidade romana, que apesar do mal-estar que se vivia, não esperava um desfecho destes.
Um mal-estar que se foi instalando gradualmente um pouco por toda a Itália, devido a uma linha de conduta que prejudica as bases militantes e cria barreiras e limitações a uma linha estratégica que as mesmas querem seguir. O processo culminou no virar de costas da direcção do partido à CasaPound Latina, recusando o pedido para aí instalar a sede regional da Fiamma Tricolore.
Fartos de esperar por um congresso nacional para definir cargos e chefias e reorganizar a estrutura da Fiamma Tricolore, fartos de exigir que os representantes locais fossem escolhidos pelos militantes e por mérito e não nomeados por amizades ou titulos “vitalícios” e simpatias várias, Gianluca e os seus rapazes, numa atitude tanto simbólica como “mishimiana”, ocuparam a sede do partido em que até sabado militavam, exigindo a realização do tal congresso e uma tomada de posição claras e inequívocas que pudesse dar um rumo concreto à Fiamma que não apenas esperar por uma proposta de Berlusconi.
Um raid onde o objectivo era claramente obrigar a direcção do partido a largar a apatia em que vive e dar voz às bases militantes que resgataram um partido agonizante de uma morte lenta mas que continuavam sem se ver respeitadas nem ouvidas.
Infelizmente Romagnoli não percebeu, ou talvez já contasse fazer este sacrifício de forma a livrar-se de algumas situações que pudessem colocar em risco o bilhete para o reino das poltronas do P.D.L de Berlusconi. O que toda a gente se pergunta agora é como irá sobreviver a Fiamma sem a sua base militante, aquela que se sujava de cola e passava noites em claro na rua, aquela que levou o projecto “Mutuo Sociale” a toda a Itália e que levou novamente o partido à política e batalha diária, não apenas a um mês das eleições com negociatas de salão.
De facto a criação de CasaPound Itália e as várias secções por todo o país como alternativa a um partido controlado por velhas “carcaças” ja deixavam entrever que o copo estava prestes a entornar e o afastamento estava para acontecer.
Imediatamente a seguir à ordem de expulsão dada por Romagnoli que acusa Gianluca Iannone de uma acção anti-estatutária ao ter ocupado a sede (os mesmos estatutos que prevêem a convocação de um congresso nacional de 2 em 2 anos), várias secções locais da Fiamma emitiram comunicados exprimindo solidariedade a Gianluca Iannone e abandonando o partido, prometendo entregar cartões de militante na 2ª feira e cancelar vários sítios internet do partido, cancelando desde já a ligação e avançando totalmente para o projecto CasaPound Itália, recomeçando não do zero, mas de um sentimento mais forte que o fogo… a camaradagem e a crença num projecto que resume um estilo de vida.


16.00 horas Concentração no Largo de Camões.Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.
16.30 horas Desfile até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas Discursos (na Praça dos Restauradores).
“A Europa não pode viver sem as pátrias e, realmente, ela morreria, se matasse os seus próprios órgãos, ao matá-las; mas as pátrias já não podem viver sem a Europa. Nascidas da Europa, devem tornar à Europa. Elas rasgaram-na, no tempo do seu crescimento maravilhoso, como crianças que se emancipam cruelmente da mãe para devorarem a sua parte do destino; mas hoje precisam de refugiar-se e revigorar-se nela.
A necessidade de pão e de trabalho e todas as outras necessidades exigem-no. As pátrias da Europa, separadas, só podem diminuir-se e morrer. Nos tempos de hoje, uma pátria não pode viver no seu campo; precisa do campo das outras, pelo menos de todos os campos de um continente, de todas as suas minas, de todas as suas fábricas e também de todos os seus talentos, de todos os seus génios.
Grandes forças se ergueram no mundo e unificaram ou unificam os continentes. A Europa que vê isto, deve fazer isto também. Ou então será, apenas, uma nuvem de poeira que se extingue, turbilhonando no sopé das montanhas.
Eis que, de novo, finda o primaveril tempo das cidades e das pátrias, dos principados e dos reinos: eis que torna o tempo estival dos impérios. Depois de Atenas, é o império de Alexandre ou de César.
Europa! Olha estes grandes impérios que se formaram, treme e cinge os teus rins!”
Drieu La Rochelle



Amor, uma palavra difícil de dizer
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atracção, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objecto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platónico, amor materno, amor a Deus, amor à vida. É o tipo de amor que tem relação com o carácter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).
As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.
Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer ser vivo ou objecto.
Ágape
Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.
A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigénito, para ser morto em favor do homem.
Storge
É o nome da divindade grega da amizade. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projectos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exactamente. A atracção física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranquilos e afectuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo Storge revelam satisfação com a vida afectiva.
Amar sem esperar algo em troca.
Atracção física
Na atracção física reside os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie.
A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objecto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão.
Essa atracão intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o stress; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.
O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. Amor Interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.
Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:
A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atracção sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afecto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.


Itália. Gianni Alemanno, ex-companheiro de Francesco Storace à frente da Destra Sociale, a componente “radical” da AlleanzaNazionale de Gianfranco Fini, conquistou a câmara de Roma. Esta vitória do antigo chefe romano da Fronte della Gioventù, a estrutura juvenil do MSI, marca o fim de quinze anos de domínio da esquerda à beira do Tibre. Antigo ministro da agricultura, Alemanno, de 50 anos, recolhe agora os frutos de longos anos de trabalho e de organização.
Alemanno, para quem Roma não é apenas a “capital da arte e da cultura”, mas também a “capital do catolicismo”, levantou ainda uma pequena controvérsia devido à cruz celta que ostenta ao pescoço.
“Não é ostentação. No que diz respeito às escolhas pessoais, cada um ostenta aquilo em que acredita. A cruz celta que levo é um símbolo religioso abençoado do Santo Sepulcro.
[cc] Novopress.info, 2008, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]
Michael Richards conhecido como Kramer da série televisiva Seinfeld, levantou um bom problema. O que se segue é o seu discurso de defesa em tribunal depois de ter feito alguns comentários raciais na sua peça de comédia. Ele levanta alguns pontos a reter.
25ABR2008 Trinta e quatro anos passaram sobre a vitoriosa insubordinação do 25 de Abril. Pelo caminho ficaram milhões de mortos. Atolados nesta lama de sangue os gloriosos militares vencedores ainda agora blasonam o seu glorioso feito. É a estupidez a tentar justificar a covardia. É tempo de fazer as contas e de avaliar os desgostos.