segunda-feira, 9 de junho de 2008

Quem quer financiar as mafias sindicais?


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=336127

A UGT propõe o pagamento de uma taxa pelos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam dos acordos conseguidos em sede de contratação colectiva, à semelhança do que já acontece em Espanha.
Segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público, o secretário-geral da UGT diz que é uma questão de justiça e fala num valor de 65 por cento da quota normal.
Em declarações ao Público, João Proença defende que a lei devia estabelecer a possibilidade de haver um pagamento dos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam das negociações colectivas. Porque há um serviço prestado à comunidade e pago pelos associados, enquanto outros também dele beneficiam sem pagamento.
O secretário-geral diz que a taxa deve ter um valor simbólico, falando em 65 por cento da quota normal do associado, tendo no entanto de ser sempre inferior ao que paga um trabalhador sindicalizado, que tem outros benefícios, explica.
Recusando que esta seja uma forma de combater a redução do número de trabalhadores sindicalizados, João Proença salienta que o importante é lançar o debate sobre esta questão.

Tudo pela defesa dos trabalhadores!

sábado, 7 de junho de 2008

GOE vão ser usados no combate ao carjacking


Objectivo da PSP ao empenhar forças especiais é interceptar ou seguir carros roubados.

A PSP vai começar a operar em Lisboa, Setúbal e Porto com equipas especiais para combater o fenómeno do carjacking, com recurso ao GOE, Corpo de Segurança Pessoal e Corpo de Intervenção e à Investigação Criminal.

Em causa está a subida vertiginosa do número de roubos de automóveis, da ordem dos 70%, apenas no que diz respeito aos primeiros quatro meses deste ano, face a igual período do ano passado. No entanto, já no ano passado, a tendência de crescimento era da ordem dos 36%. É neste sentido que a PSP, soube o JN, está a incrementar a constituição das equipas especiais, com recurso directo ao Grupo de Operacões Especiais (GOE) - a primeira vez que tal acontece -, justificado pelo facto de, na quase totalidade dos casos de "carjacking", terem sido utilizadas armas de fogo. Os primeiros testes das novas equipas começam já este fim-de-semana, se bem que a Direcção Nacional (DN) da PSP não tenha confirmado nem desmentido a informação recolhida pelo JN. O secretismo está a rodear todas as operações de levantamento e organização das novas equipas, mas o JN sabe que a Direcção Nacional da PSP está a recorrer a viaturas descaracterizadas do Corpo de Segurança Pessoal e do Grupo de Operações Especiais, assim como da própria DN. Cada viatura terá como condutor um elemento do Corpo de Segurança Pessoal; como pendura, seguirá um agente do GOE; e, atrás, um elemento do CI e um agente da Investigação Criminal. As equipas ficarão em locais estratégicos, durante a madrugada, e logo que seja dado o alerta, via rádio ou telemóvel, sobre uma viatura suspeita, é dada a ordem de avanço para intercepção ou posterior intervenção. Nesta nova situação, um elemento essencial é o condutor do Corpo de Segurança Pessoal, que tem profissionais que normalmente protegem altas entidades e estão preparados para conduzir a altas velocidades, reduzindo o risco de acidente. As equipas vão rodar pelas regiões de Lisboa, Setúbal e Porto, onde ocorreram mais casos de "carjacking". Em cada zona de acção apenas varia o agente de investigação criminal, que terá sempre origem na Divisão com a responsabilidade da área. A medida justifica-se pelo conhecimento da área, mas também por um melhor conhecimento dos grupos criminosos, em particular dos gangues, de onde vem a maioria dos participantes no "carjacking". Algumas das equipas deverão começar já a operar - eventualmente na área de Lisboa -, se bem que na próxima semana vão ainda decorrer treinos nas instalações do Grupo de Operações Especiais, em Belas, para mais facilmente serem integrados os vários elementos. Com efeito, é a primeira vez que, em Portugal, são testadas estruturas desta natureza, se bem que no início do ano a GNR já tenha iniciado uma similar operação contra o "carjacking", mas apenas quase exclusivamente reduzida à região de Lisboa e com condutores sem a formação da área da segurança pessoal. No entanto, desta feita, a força da PSP terá que estar ligada à GNR para efeitos de informação, assim como à Polícia Judiciária, que entretanto já criou no Porto uma equipa específica para investigar este tipo de crime.
In«jn», por Carlos Varela, 07/06/2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Espanha - Habitação Social como Prioridade Nacional



(via Inconformista.info)
Apesar das pressões e ameaças, correu da melhor forma a manifestação convocada pelas juventudes do partido espanhol Democracia Nacional. Centenas de pessoas desfilaram pelas principais ruas de Madrid em defesa da habitação social como prioridade nacional.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Festival de Bandas de Garagem


Festival de Bandas de Garagem
Montijo
NÃO PERCAS

domingo, 1 de junho de 2008

João M. Pinto

João Pinto (FC Porto) Esta frase saiu numa situação em que o JP estava lesionado ou castigado e não podia jogar. Perguntaram-lhe se a sua ausência não ia influenciar no rendimento da equipa (ou outra coisa do género): " Comigo ou SEM-MIGO, o Porto vai ser campeão! "
João Pinto foi receber um prémio qualquer e produziu o seguinte discurso: "O meu coração só tem uma cor: azul e branco."
Repórter: - João Pinto, prognósticos para este encontro?
JP: - Prognósticos só no fim do jogo.
Repórter: - João Pinto, felicidades para o jogo.
JP: - Obrigado, igualmente.
No fim de um jogo que o Porto ganhou:
Repórter: - João Pinto, felizes com mais esta vitória?
JP: - Sim, estamos felizes porque estamos contentes.
Neste jogo, JP tinha marcado um golo num remate de primeira. Entrevistado no fim do jogo, teve a seguinte afirmação: "Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais à mão!"
Num domingo , depois do jogo com o Boavista:
"- [O Rui Filipe] ... era um jogador com "H" muito grande, e um homem com dois "HH" muito grandes."
Estágio da selecção, os jornalistas estavam a fazer uma reportagem sobre os tempos livres dos jogadores. Chegou a vez do nosso querido J.Pinto. Quando lhe perguntaram o que ele costumava fazer nos tempos livres do estágio, ele "inteligentemente" diz: "Costumo fazer (isto), (aquilo), (aqueloutro), ver TV, ler...".
Vai dai, o jornalista pergunta-lhe: ...então e o que costuma ler?... Jornais?
J.P. - Sim.
Jornalista - E livros, não lê'?...
J.P. - Sim... CLARO! Por acaso, ando a ler agora um, que até tenho em cima da mesinha de cabeceira...
Jornalista - Ah sim, então e qual é o titulo do livro?
J.P. - (um pouco embaraçado) Hum... Hum... Não me lembro...
Outro fantástico comentário de J.Pinto:
"O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correcta: Deu um passo em frente...."
Jornalista: "João Pinto, è supersticioso?
"Resposta de J.Pinto: "Não, dá azar!"
Após uma derrota do FC Porto frente ao Maritimo, no Funchal, isto à entrada dos Balneários.Jornalista - João Pinto comentários acerca desta derrota?
J.P. - Só falo quando chegar a PORTUGAL..

sábado, 31 de maio de 2008

Mito" do Holocausto é sucesso na TV do Irão


Todas as noites, às 22.00, milhares de iranianos sentam-se à frente da televisão, sintonizados no Channel One, para ver a série A Zero Degree Turn, a mais cara produção alguma vez emitida pela televisão do Estado Islâmico Republicano. A aposta é já um dos maiores sucessos da televisão iraniana deste ano, estreado no início do mês passado. Até aqui nada de novo, não fosse o facto de este programa abordar o tema do Holocausto ocorrido durante a II Guerra Mundial. Um facto histórico negado pelo próprio Presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, para quem tudo não passa de "um mito".

A série é emitida todas as segundas-feiras, durante uma hora, e é centrada na história de amor entre um homem de origem iraniano-palestinana, Habib Parsa, e uma judia francesa, Sarah Struk. Durante 30 episódios, este herói, que se encontra a estudar em Paris, vai tentar salvar o seu amor dos campos de concentração nazi em França, tentando obter através da Embaixada do Irão um passaporte para a jovem e respectiva família, para fugirem para o seu país de origem.

"Os iranianos sempre fizeram a diferenciação entre judeus normais e a minoria sionista", comenta o autor e realizador da série, Hassan Fatthi. Acrescentado que "o assassínio de judeus inocentes durante a II Guerra Mundial é tão repugnável, triste e chocante como as mortes de mulheres e crianças inocentes palestinianas por soldados sionistas racistas".

Hassan Fatthi, de 48 anos, é um conhecido realizador de ficção histórica que trabalha para a televisão no Irão. Já realizou vários programas sobre a história do seu país, mas fez também séries de comédia, tendo sido aclamado pela crítica internacional há dois anos, pelo seu trabalho Marriage, Iranian Style.

A ideia para fazer A Zero Degree Turn "surgiu há quatro anos quando estava a ler um livro sobre a II Guerra Mundial", que abordava a questão do charge d'affaires (encarregado de negócios - substitui o embaixador na ausência deste) da Embaixada do Irão em Paris. Na época, Abdol Hussein Sardari salvou milhares de judeus europeus ao forjar passaportes iranianos, alegando que faziam parte do povo iraniano. Esta história verídica faz também lembrar o caso português de Aristides de Sousa Mendes.

A série foi filmada em Paris, Budapeste e Teerão, com actores bem conhecidos do público iraniano, como é o caso do protagonista, Shahab Husseini. |

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Gianluca Iannone expulso da Fiamma Tricolore

(via Inconformista)

Semana conturbada para muitos camaradas italianos, especialmente para Gianluca Iannone e a sua comunidade romana, que apesar do mal-estar que se vivia, não esperava um desfecho destes.
Um mal-estar que se foi instalando gradualmente um pouco por toda a Itália, devido a uma linha de conduta que prejudica as bases militantes e cria barreiras e limitações a uma linha estratégica que as mesmas querem seguir. O processo culminou no virar de costas da direcção do partido à CasaPound Latina, recusando o pedido para aí instalar a sede regional da Fiamma Tricolore.
Fartos de esperar por um congresso nacional para definir cargos e chefias e reorganizar a estrutura da Fiamma Tricolore, fartos de exigir que os representantes locais fossem escolhidos pelos militantes e por mérito e não nomeados por amizades ou titulos “vitalícios” e simpatias várias, Gianluca e os seus rapazes, numa atitude tanto simbólica como “mishimiana”, ocuparam a sede do partido em que até sabado militavam, exigindo a realização do tal congresso e uma tomada de posição claras e inequívocas que pudesse dar um rumo concreto à Fiamma que não apenas esperar por uma proposta de Berlusconi.
Um raid onde o objectivo era claramente obrigar a direcção do partido a largar a apatia em que vive e dar voz às bases militantes que resgataram um partido agonizante de uma morte lenta mas que continuavam sem se ver respeitadas nem ouvidas.
Infelizmente Romagnoli não percebeu, ou talvez já contasse fazer este sacrifício de forma a livrar-se de algumas situações que pudessem colocar em risco o bilhete para o reino das poltronas do P.D.L de Berlusconi. O que toda a gente se pergunta agora é como irá sobreviver a Fiamma sem a sua base militante, aquela que se sujava de cola e passava noites em claro na rua, aquela que levou o projecto “Mutuo Sociale” a toda a Itália e que levou novamente o partido à política e batalha diária, não apenas a um mês das eleições com negociatas de salão.
De facto a criação de CasaPound Itália e as várias secções por todo o país como alternativa a um partido controlado por velhas “carcaças” ja deixavam entrever que o copo estava prestes a entornar e o afastamento estava para acontecer.
Imediatamente a seguir à ordem de expulsão dada por Romagnoli que acusa Gianluca Iannone de uma acção anti-estatutária ao ter ocupado a sede (os mesmos estatutos que prevêem a convocação de um congresso nacional de 2 em 2 anos), várias secções locais da Fiamma emitiram comunicados exprimindo solidariedade a Gianluca Iannone e abandonando o partido, prometendo entregar cartões de militante na 2ª feira e cancelar vários sítios internet do partido, cancelando desde já a ligação e avançando totalmente para o projecto CasaPound Itália, recomeçando não do zero, mas de um sentimento mais forte que o fogo… a camaradagem e a crença num projecto que resume um estilo de vida.

terça-feira, 27 de maio de 2008

FODA-SE


E vxs o q axam?


Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem reitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. primeiros a peçoa n se sente
motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas. Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?
E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a
sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???
O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?

domingo, 25 de maio de 2008

José Sócrates condenado a pagar 10 mil euros a José António Cerejo

José Sócrates foi hoje, 20-5-2008, condenado pelo Tribunal da Relação de Lisboa a pagar uma indemnização de 10 mil euros ao jornalista José António Cerejo do Público por danos morais e materiais provocados pela carta enviada ao jornal pelo então ministro do Ambiente, e actual primeiro-ministro, intitulada "José António Cerejo: Delírio, mentiras e falsidades" e aí publicada em Março de 2001.

José António Cerejo havia escrito, em 19-2-2001, sobre o subsídio de 200 mil contos concedido pelo Governo socialista de António Guterres à Deco para a compra de uma nova sede, uma notícia que José Sócrates afirmou ser falsa e José António Cerejo rebateu, garantindo ser verdade.

Do Portugal Profundo congratulo-me pela coragem do jornalista livre que é José António Cerejo. De vez em quando, há uma bofetada do poder que recebe o castigo pedagógico devido.


Pós-Texto: O IOL PortugalDiário ecoou esta notícia de ontem, em primeira mão Do Portugal Profundo (DPP), hoje (21-5-2008), pelas 12:54, e desenvolve o tema. Depois também o Público, que discrimina as ofensas atiradas contra o jornalista - e publica a carta do então ministro do Ambiente José Sócrates "José António Cerejo: Delírio, fantasia e falsidades" de 1-3-2001 e a notícia de José António Cerejo "Governo deu 200 mil contos à DECO em segredo" de 19-2-2001 - e a SIC-Notícias. Alguns blogues, com a excepção do Francisco do Psitacídeo (que linkou ontem este blogue DPP), visitantes habituais, só depois dos media terem noticiado com base na cacha daqui... O João Pedro Graça do atentíssimo Apdeites é que faz a contabilidade da eficiência - continuando à espera que a RTP também dê a notícia...

Pós-Texto 2: O Público (18:12 de 21-5-2008) acaba de noticiar, avisa o João Pedro Graça aqui na caixa, que José Sócrates vai recorrer, de acordo com o seu advogado dr. Daniel Proença de Carvalho, para o Supremo Tribunal de Justiça do acórdão da Relação que o condenou a pagar 10 mil euros a José António Cerejo por danos morais e profissionais.
Como sabemos, a notícia do desmentido já sairá (e até na RTP...). É táctica blairiana padrão, adoptada pelos maçaricos locais: noticiar o desmentido (ou o contra-ataque) e nunca a notícia primordial.


Pós-Texto 3: Meu dito, meu feito: DPP já prevenia. Informa o JPG aqui na caixa que a RTP-N acaba de noticiar... o recurso de José Sócrates!...

Retirado do http://doportugalprofundo.blogspot.com/

quinta-feira, 22 de maio de 2008

10 de Junho 2008



10 de Junho | Dia de Portugal
Todos à rua com o PNR

No dia 10 de Junho, novamente, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal, com uma manifestação em Lisboa.
16.00 horas Concentração no Largo de Camões.
16.30 horas Desfile até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas Discursos (na Praça dos Restauradores).
Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.

Portugal é 7º país mais pacífico do mundo

Portugal é um dos 10 países mais pacíficos do mundo, segundo o último relatório do Índice Mundial da Paz divulgado esta terça-feira, em Londres, que coloca no primeiro lugar a Islândia e no último o Iraque, escreve a agência Lusa.

No índice, que avalia o pacifismo de 140 países e o seu nível de tranquilidade, Portugal aparece no sétimo lugar, a seguir à Irlanda e antecedendo a Finlândia

A lista dos 10 menos violentos por ordem decrescente é a seguinte: Islândia, Dinamarca, Noruega, Nova Zelândia, Japão, Irlanda, Portugal, Finlândia, Luxemburgo e Áustria.

«O mundo aparece ligeiramente mais pacífico este ano», sublinhou num comunicado Steve Killelea, autor do índice.

«É encorajador, mas precisamos de pequenos passos feitos individualmente pelos países para que o mundo faça mais progressos no caminho da paz», assinalou o filantropo australiano.

De acordo com o índice, o país mais violento é o Iraque, antecedido da Somália, Sudão e Afeganistão (137º).

Entre os 10 mais violentos estão também a Rússia (131º), seguida do Líbano, Coreia do Norte, República Centro Africana, Chade e Israel (136º).

Nesta classificação, Angola (110º lugar), Indonésia (68º) e Índia (107º) são os países que fizeram mais progressos em comparação com o índice do ano anterior.

Os países do G8 (os sete mais industrializados e a Rússia) obtêm posições muito diferentes, com o Japão na quinta posição, entre os 10 mais pacíficos, seguido do Canadá (11º), Alemanha (14º), Itália (28º), França (36º), Reino Unido (49º), Estados Unidos (97º) e Rússia (131º) na cauda do pelotão.

A classificação lançada em 2007 com 121 países, passou a integrar 140 países em 2008 e analisa 24 critérios internos e externos, como a contribuição para as missões de paz da ONU, o nível de criminalidade e o risco terrorista.

O índice é elaborado a partir de dados reunidos pelo departamento de informações Economist, ligado ao semanário The Economist, e serve nomeadamente para os investidores, segundo o seu autor.

in PortugalDiário


A classificação completa pode ser vista http://www.visionofhumanity.org/gpi/...rankings/2008/

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Guerra diplomática entre Espanha e Itália por causa da imigração

A detenção de quase 400 imigrantes clandestinos, na sua maioria romenos, esta semana em Itália, está a provocar uma bola de neve diplomática. O executivo espanhol expressou hoje de forma bem clara, o desacordo com a política de emigração do governo Berlusconi.

A vice presidente do governo espanhol, Maria Teresa Fernandez de La Vega: "Espanha rejeita a violência, o racismo e a xenofobia e por isso, não pode comparticipar com o que se passa em Itália".

Num evento oficial da polícia italiana, o ministro do Interior, membro do partido anti-imigração Liga do Norte, afirmou que a prioridade do executivo é combater todas a formas de criminalidade no país. No entanto, Roberto Maroni pediu calma à população:
"Está na altura de intervir com firmeza para evitar que a fúria se sobreponha às regras de coabitação civil e que episódios de violência injustificados, como os que ocorreram em Nápoles depois da horrível tentativa de rapto de um bebé, se repitam."

O ministro do Interior transalpino referia-se aos dois acampamentos de ciganos de origem romena que foram incendiados nos últimos dias em Nápoles pela população de um bairro periférico, depois de uma jovem cigana ter, alegadamente, tentado raptar um recém nascido.

A Comissão Europeia já advertiu Itália de que a expulsão de estrangeiros deve ser analisada "caso a caso", numa altura em que novo ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini, quer propor uma revisão do acordo de Schengen.
http://www.euronews.net/index.php?pa...=487440&lng=6#

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Europa

“A Europa não pode viver sem as pátrias e, realmente, ela morreria, se matasse os seus próprios órgãos, ao matá-las; mas as pátrias já não podem viver sem a Europa. Nascidas da Europa, devem tornar à Europa. Elas rasgaram-na, no tempo do seu crescimento maravilhoso, como crianças que se emancipam cruelmente da mãe para devorarem a sua parte do destino; mas hoje precisam de refugiar-se e revigorar-se nela.
A necessidade de pão e de trabalho e todas as outras necessidades exigem-no. As pátrias da Europa, separadas, só podem diminuir-se e morrer. Nos tempos de hoje, uma pátria não pode viver no seu campo; precisa do campo das outras, pelo menos de todos os campos de um continente, de todas as suas minas, de todas as suas fábricas e também de todos os seus talentos, de todos os seus génios.
Grandes forças se ergueram no mundo e unificaram ou unificam os continentes. A Europa que vê isto, deve fazer isto também. Ou então será, apenas, uma nuvem de poeira que se extingue, turbilhonando no sopé das montanhas.
Eis que, de novo, finda o primaveril tempo das cidades e das pátrias, dos principados e dos reinos: eis que torna o tempo estival dos impérios. Depois de Atenas, é o império de Alexandre ou de César.
Europa! Olha estes grandes impérios que se formaram, treme e cinge os teus rins!”

Drieu La Rochelle

Inconformista.info



Chegou o novo ponto de informação

http://inconformista.info

«A Fraternidade não pode ser destruída, porque não é uma organização no sentido habitual do termo. A sua coesão assenta apenas numa coisa: uma ideia, uma ideia indestrutível. Nunca haverá nada que vos ampare, excepto essa ideia. (...) Vocês terão de se habituar a viver sem resultados nem esperança. (...) Convençam-se de que é improvável virem a ocorrer mudanças perceptíveis durante a vossa vida. Nós somos os mortos. A nossa única vida autêntica está no futuro. Viveremos essa vida como uma mão cheia de pó e estilhaços de ossos. Mas ninguém sabe quando virá esse futuro. Até pode ser daqui a mil anos. De momento nada podemos fazer senão alargar a pouco e pouco os espaços de saúde mental. Impossível agir colectivamente. Só podemos difundir o nosso conhecimento indivíduo a indivíduo, geração após geração.»

George Orwell
in "1984"

sábado, 10 de maio de 2008

quarta-feira, 7 de maio de 2008

segunda-feira, 5 de maio de 2008

A saudação romana


Por Pierre Sidos

A civilização é primeiramente a cortesia. Todos concordam em dizer que ser polido é a marca de um ser civilizado. Civilizado corresponde, por conseguinte, em primeiro lugar, em observar os usos societários, da educação e da cortesia. A saudação seja pela palavra, pela escrita ou pelo gesto, constitui assim os primeiros índicios da educação, do respeito, da diferença. O símbolo mais corrente

Saudar alguém ou algo, é homenagear um ser, uma obra, um princípio. Entre as saudações as da cabeça ou da mão são as mais correntes. Desde há milénios, sempre que um homem compromete-se a servir, jure dizer a verdade, promete ter palavra, afirma a sua honestidade, encontra um amigo ou exprime a sua gratidão, levanta naturalmente o braço direito, mais ou menos elevado, com a mão bem aberta. Este sinal de compromisso, de boas-vindas, de amizade, é inegavelmente o símbolo mais usual da humanidade civilizada.

Do legionário de Roma ao bardo céltico, do atleta olímpico ao cavaleiro medieval, do federado do Campo de Marte ao soldado frente à bandeira, o braço direito levantado com a palma da mão visível foi e será o gesto ritual da humanidade autêntica, aquela que crê, que trabalha, que luta e joga de forma franca. Quanto ao emprego sistemático deste gesto no mundo político contemporâneo, do início da Itália mussoliniana ao estabelecimento da Espanha franquista, ou na própria França, é necessário compreender que a mão aberta brandida respondia à mão fechada, ao punho odioso e tenso dos marxistas de todas as obediências; opunha-se também à imagem da mão escondida, que designa a aliança das forças ocultas dirigentes e das potências do dinheiro gordo corruptor.

A imagem do Sol em direcção à terra

A mão direita aberta em dirigida para o céu, reflectindo espiritualmente a imagem do sol para a terra, não é um monopólio nacional ou partidário, mas uma parte do património da nossa civilização. Querer reduzir o seu uso a um país em especial ou a uma só categoria ideológica, pretendendo pôr no mesmo saco indistintamente todos os que a utilizaram ou que o fazem ainda, é o objectivo comum e interesseiro dos da mão fechada e da mão escondida, enquanto que apresentada ou estendida a mão aberta sempre foi um sinal universal de paz e de amizade. Para os franceses, sob formas variadas, a saudação romana ou olímpica foi utilizado desde a monarquia do Rei Saint-Luís à república do Marechal Pétain, incluindo durante o período entre as duas grandes guerras do século passado, aquando da grande 8ª Olímpiada, em 1924 em Paris, e na 11ª Olímpiada em 1936 em Berlim, onde toda a equipa nacional francesa participante cumprimentou unanimemente dessa forma a tribuna oficial. A saudação militar francesa pela apresentação do interior da mão direita, é o testemunho persistente deste gesto de sinceridade e de rectidão.



FONTE

Homossexualidade é errada para 70 por cento


«Portugal ainda é um país homofóbico», diz uma das autoras do estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa



Cerca de 70 por cento condena relações homossexuais e mesmo os mais jovens reprovam a homossexualidade. Segundo um estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, publicado este sábado pelo jornal Público, e que será apresentado na próxima terça-feira, os «homens são mais críticos no que toca às relações homossexuais do seu sexo: 58,9 por cento consideram-nas totalmente erradas; em relação às mulheres, a desaprovação desce para 53,9 por cento». Em declarações ao Público, uma das autoras do estudo considera que «Portugal ainda é um país homofóbico» com uma «masculinidade tradicional».
O estudo assenta em 3643 entrevistas a indivíduos entre os 16 e os 65 anos; aos inquiridos foram-lhes dadas várias opções de resposta, quando questionados sobre relações homossexuais, e a maioria escolheu a opção mais extremada. Mesmo nas camadas mais jovens, a taxa de repúdio nunca desceu dos 50 por cento.
O inquérito foi feito a 3643 indivíduos entre os 16 e os 65 anos sobre a saúde e a sexualidade - «Inquérito Saúde e Sexualidade» - e faz ainda o retrato da sexualidade no país.


http://diario.iol.pt/sociedade/homos...7514-4071.html

CHUPEM! Paneleiros de merda.

Amor

Amor, uma palavra difícil de dizer

A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atracção, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envo
lve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objecto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.

Características do amor

Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platónico, amor materno, amor a Deus, amor à vida. É o tipo de amor que tem relação com o carácter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).

As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.

Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer ser vivo ou objecto.

Ágape

Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.

A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigénito, para ser morto em favor do homem.

Storge

É o nome da divindade grega da amizade. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projectos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exactamente. A atracção física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranquilos e afectuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo Storge revelam satisfação com a vida afectiva.

Amar sem esperar algo em troca.

Atracção física

Na atracção física reside os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie.

Paixão

A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objecto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão.

Essa atracão intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o stress; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.

Amor Interpessoal

O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. Amor Interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.

Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:

A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atracção sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afecto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.


Ainda achas que não amas ninguém?

Sinto me envergonhado

By Elizabeth Nash in Madrid
Friday, 2 May 2008

Portugal may have to recognise the inevitable by bowing to the economic and cultural predominance of Brazil, its former colony. The once proud imperial power is considering reforming its language to accommodate recent linguistic developments in the South American economic powerhouse, with which it shares a language.
However the proposed reform of the Portuguese language in favour of Brazilian usage has sparked a heated polemic among the Portuguese, with the distinguished poet Vasco Graça Moura leading the rearguard action. "There is no need for us to take a back seat to Brazil," he protests.
A more relaxed view of the proposed changes is taken by José Saramago, Portugal's only Nobel literature laureate, who recently infuriated compatriots by suggesting that Portugal become part of Spain. "We must get over this idea that we own the language," the 85-year-old said. "The language is owned by those who speak it, for better or for worse."
The proposal to be put before parliament on 15 May would standardise Portuguese around the world and change the spellings of hundreds of words in favour of the Brazilian versions. The measure is largely a response to commercial interests. But for the once proud imperial power, whose language is spoken by 230 million people worldwide, it is a blow to national pride comparable to Britons adopting American spellings and writing, say, "traveler" instead of "traveller".
The Portuguese modifications would match spellings to the way words are pronounced by removing silent consonants. Thus optimo (great) would become otimo, and accao (action) would become acao. The word humido (humid) would become umido. This might create problems when the new words already exist with a different meaning – for example facto (fact) would become fato: but in Portugal a fato is a suit.
Advocates say benefits include easier internet searches in Portuguese, and a uniform language for international contracts. Portugal's publishing industry, especially the lucrative school textbooks sector, stands to benefit enormously. And Portuguese officials hope the measure would advance an old ambition of getting Portuguese adopted as an official language at the UN.
Jose Socrates's Socialist government wants Portugal's politicians to ratify the spelling agreement with the world's seven other Portuguese-speaking countries: Brazil, Angola, Mozambique, East Timor, Cape Verde, Guinea-Bissau, and São Tomé and Principe. The letters k, w and y would be included in the Portuguese alphabet for the first time, to accommodate words like kilometro (kilometre) and kwanza, the Angolan currency.
The changes would affect some 2,000 words out of a Portuguese vocabulary of 110,000 words. But three quarters of the modifications would have to be adopted by Portugal, the mother country.
"The Portuguese don't like their language being changed any more than we would like ours," said the British writer Peter Sage, a longtime resident in Lisbon. "Portugal has lost its colonies, its power and its wealth, but at least it could pride itself on its linguistic influence in the Portuguese-speaking world."
But he said many people in Portugal were having to come to terms with the shifting of economic power in the Portuguese-speaking world. Today Brazil, which gained its independence from Portugal in 1822, is home to 190 million Portuguese speakers and is one of the world's big economic players. Portugal has a population of just 10.6 million.


Fonte: http://www.independent.co.uk/news/eu...cy-819728.html

LIXO

domingo, 4 de maio de 2008

Rosas

Esta rosa é para quem gosta de rosas... quem não gosta que fique com os espinhos!

sábado, 3 de maio de 2008

BNP!

Richard Barnbrook Becomes BNP’s First Representative on the GLA!

British National Party supporters celebrated all night at the news that Richard Barnbrook had won the party’s first seat on the Greater London Assembly. The breakthrough, described by media observers as the party’s “most significant electoral victory to date” will see the BNP propelled into the very centre of the government of our capital city.

Richar’ds success came after several target areas polled extremely well for the BNP, including more than 12 per cent of the vote in Havering and Redbridge, almost 10 per cent of the vote in City & East, and six per cent in Ealing & Hillingdon.

In the City and East constituency, where Bob Bailey stood as a first-past-the-post candidate, the BNP polled 9.82% of the vote.

Deputy leader Simon Darby, said a seat on the London Assembly was “the icing on the cake”, and the BNP’s “equivalent of getting into the Premiership”.

The victory will undoubtedly send shockwaves through the establishment, and comes in spite of tampering with the ballot boxes, generally hostile media coverage and a huge (and probably illegal) third-party campaign against the BNP, run by the Communist extremish front organisations, working on behalf of the other parties.

The BNP’s breakthrough in London has important implications: it has shown the public at large that the BNP is a credible, electable party, which can achieve representation at all levels of government. The way has now been cleared for further breakthroughs, and the bell has now sounded for the floodgates of popular British opinion to be opened, and sweep away the debris of the old parties.

The full results for the London Assembly election are:-

Assembly representation.

1.Conservative Party 835,535 34.05%
2.The Labour Party 665,443 27.12%
3.Liberal Democrats 275,272 11.22%
4.Green Party 203,465 8.29%
5.British National Party 130,714 5.33%

No Assembly representation.

6.The Christian Choice 70,294 2.86%
7.Abolish the Congestion Charge 63,596 2.59%
8.Respect 59,721 2.43%
9.UK Independence Party 46,617 1.90%
10.English Democrats 25,569 1.04%
11.Left List 22,583 0.92%
12.Unity for Peace & Socialism 6,394 0.26%
13.Independent 3,974 0.16%
14.One London 3,430 0.14%

Retirado de: http://feioporcoemau.blogspot.com

sexta-feira, 2 de maio de 2008

22/12/1974: Comunista Rosa Coutinho ordena a morte de brancos em Angola




(clicar para aumentar)

Texto:

"S.R.
REPÚBLICA PORTUGUESA
ESTADO DE ANGOLA
______________
REPARTIÇÃO DE GABINETE DO GOVERNO-GERAL

Luanda, aos 22 de Dezembro de 1974

Camarada Agostinho Neto,

A FNLA e a UNITA insistem na minha substituição por um reaccionário que lhes apare o jogo, o que a concretizar-se seria o desmoronamento do que arquitectamos no sentido de entregar ùnicamente ao MPLA.
Apoiam-se aqueles movimentos fantoches em brancos que pretendem perpetuar e execrando colonialismo e imperialismo português - o tal da Fé e do Império, o que é mesmo que dizer do Bafio da Sacristia e da Exploração do Papa e dos Plutocratas.
Pretendem essas forças imperialistas contrariar os nossos acordos secretos de Praga, que o Camarada Cunhal assinou em nome do PCP, afim de que sob a égide do glorioso PC da URSS possamos estender o comunismo de Tânger ao Cabo e de Lisboa a Washington.
A implantação do MPLA em Angola é vital para apearmos o canalha Mobutu, lacaio do imperialismo e nos apoderarmos da plataforma do Zaire.
Após a última reunião secreta que tivémos com os camaradas do PCP, resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à segunda fase do plano. Não dizia Fanon que o complexo de inferioridade só se vence matando o colonizador? Camarada Agostinho Neto, dá, por isso, instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando, afim de provocar a sua debanda de Angola. Sede cruéis sobretudo com as crianças, as mulheres e os velhos, para desanimar os mais corajosos. Tão arreigados estão à Terra esses cães exploradores brancos que só o terror os fará fugir. O FNLA e a UNITA, deixarão assim de contar com o apoio dos brancos, de seus capitais e de sua experiência militar.
Desenraizem-nos de tal maneira que com a queda dos brancos se arruine toda a estrutura capitalista e se possa instaurar a nova sociedade socialista ou pelo menos se dificulte a reconstrução daquela.

Saudações revolucionárias
A Vitória é certa
António Alva Rosa Coutinho
Vice-Almirante"

Retirado de: http://anticomunistainternacional.bl...-camarada.html

terça-feira, 29 de abril de 2008

Gianni Alemanno, antigo líder da Fronte della Gioventù, vence a câmara de Roma

Itália. Gianni Alemanno, ex-companheiro de Francesco Storace à frente da Destra Sociale, a componente “radical” da AlleanzaNazionale de Gianfranco Fini, conquistou a câmara de Roma. Esta vitória do antigo chefe romano da Fronte della Gioventù, a estrutura juvenil do MSI, marca o fim de quinze anos de domínio da esquerda à beira do Tibre. Antigo ministro da agricultura, Alemanno, de 50 anos, recolhe agora os frutos de longos anos de trabalho e de organização.

Alemanno, para quem Roma não é apenas a “capital da arte e da cultura”, mas também a “capital do catolicismo”, levantou ainda uma pequena controvérsia devido à cruz celta que ostenta ao pescoço.

“Não é ostentação. No que diz respeito às escolhas pessoais, cada um ostenta aquilo em que acredita. A cruz celta que levo é um símbolo religioso abençoado do Santo Sepulcro.

[cc] Novopress.info, 2008, Texto original cuja cópia e difusão são consideradas livres, desde que se mencione a fonte de origem [http://pt.novopress.info]

Ninguém nos vai parar!!!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

«Orgulho em ser Branco»

Michael Richards conhecido como Kramer da série televisiva Seinfeld, levantou um bom problema. O que se segue é o seu discurso de defesa em tribunal depois de ter feito alguns comentários raciais na sua peça de comédia. Ele levanta alguns pontos a reter.

«Orgulho em ser Branco»

Quantas pessoas estão actualmente a prestar atenção a isto?
Existem Afro-Americanos, Americanos Hispânicos, Americanos Asiáticos, Americanos Árabes, etc. E depois há os apenas Americanos.

Vocês passam por mim na rua e mostram arrogância. Chamam-me ‘White boy,’ ‘Cracker,’ ‘Honkey,’ ‘Whitey,’ ‘Caveman’ …e está tudo bem.

Mas quando eu vos chamo Nigger, Kike, Towel head, Sand-nigger, Camel Jockey, Beaner, Gook, or Chink . Vocês chamam-me racista.

Quando dizem que os Brancos cometem muita violência contra vocês, então porque razão os ghettos são os sítios mais perigosos para se viver?

Vocês têm o United Negro College Fund. Vocês têm o Martin Luther King Day. Vocês têm o Black History Month. Vocês têm o Cesar Chavez Day. Vocês têm o Yom Hashoah. Vocês têm o Ma’uled Al-Nabi. Vocês têm o NAACP. Vocês têm o BET [Black Entertainment Television] (tradução: Televisão de Entretenimento para pretos).

Se nós tivéssemos o WET [White Entertainment Television] seriamos racistas. Se nós tivéssemos o Dia do Orgulho Branco, vocês chamariam-nos racistas. Se tivéssemos o mês da História Branca, éramos logo racistas. Se tivéssemos alguma organização para ajudar apenas Brancos a andarem com a sua vida para frente, éramos logo racistas. Existem actualmente a Hispanic Chamber of Commerce, a Black Chamber of Commerce e nós apenas temos a Chamber of Commerce. Quem paga por isto?

Uma mulher Branca não pode ser a Miss Black American, mas qualquer mulher de outra cor pode ser a Miss America.

Se nós tivéssemos bolsas direccionadas apenas para estudantes Brancos, éramos logo chamados de racistas.

Existem por todos os EUA cerca de 60 colégios para Negros. Se nós tivéssemos colégios para Brancos seria considerado um colégio racista.

Os pretos têm marchas pela sua raça e pelos seus direitos civis, como a Million Man March. Se nós fizéssemos uma marcha pela nossa Raça e pelos nossos direitos seriamos logo apelidados de racistas. Vocês têm orgulho em ser pretos, castanhos, amarelos ou laranja, e não têm medo de o demonstrar publicamente. Mas se nós dissermos que temos “Orgulho Branco”, vocês chamam-nos racistas.

Vocês roubam-nos, fazem-nos carjack, disparam sobre nós. Mas, quando um oficial da policia branco dispara contra um preto de um gang ou pára um traficante de droga preto que era um fora-da-lei e um perigo para a sociedade, vocês chamam-no racista.

Eu tenho orgulho. Mas vocês chamam-me racista.

Porque razão só os Brancos podem ser chamados de racistas?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

25ABR2008

25ABR2008 Trinta e quatro anos passaram sobre a vitoriosa insubordinação do 25 de Abril. Pelo caminho ficaram milhões de mortos. Atolados nesta lama de sangue os gloriosos militares vencedores ainda agora blasonam o seu glorioso feito. É a estupidez a tentar justificar a covardia. É tempo de fazer as contas e de avaliar os desgostos.

O orgulho maior do abrilismo é a "descolonização". Fartos de andarem com a casa às costas, de serem cornos e de se passearem pelos quatro cantos do mundo a defenderem Portugal, os abrilinos resolveram acabar com a guerra para regressarem a penates. Aproveitando-se da fraqueza de Marcelo Caetano, da torpeza de Costa Gomes e da estupidez vaidosa de Spínola organizaram-se celularmente. Numa manhã chuviscosa tomaram conta do poder. Entregaram-no a um epiléptico compensado, coronel de engenharia, chamado Vasco Gonçalves e, num ápice, desfizeram uma obra de cinco séculos. Um misto de loucura furiosa e de ignorância política emporcalhou repulsivamente toda uma gesta heróica, antiga, moderna e contemporânea. É difícil encontrar outro povo que, em tão pouco tempo, tenha sido de tal forma enxovalhado e menorizado.

Como se tal não bastasse inverteu-se deliberadamente o sentido histórico da nossa política externa, tradicionalmente virada para o Mar, para a revirar para a Europa. Perdeu-se capacidade de defesa — e perdeu-se soberania. Portugal é hoje apenas uma província da Europa inteiramente dependente dela por intercessão da Espanha. Numa situação de guerra continental ficaremos bloqueados. Perdido o Ultramar, integrados nas comunidades, limitados aos interesses estratégicos de Bruxelas, deixámos de ser um Estado independente, sem agricultura que preste, sem indústria que nos valha, sem nada que nos defenda.

Segundo António José Saraiva o 25 de Abril foi a maior derrota de Portugal depois de Alcácer Quibir. Tal como em 1578, perdemo-nos em África e por causa de África, com a diferença moral e catastrófica de não termos morrido na fuga, um exército inteiro retirando em debandada coberto de opróbio e borrado de medo.

Trinta e quatro anos volvidos aguardamos aviltantemente o fim — a não ser que, num momento de revolta e de vergonha consigamos libertarmo-nos das quadrilhas que nos sugam o sangue e a alma. Discutir tudo o que está, desde as fronteiras geográficas às formas políticas do sistema, é o que nos sobra de esperança. A todo o instante é possível recomeçar Portugal, não cedendo um milímetro daquilo que sempre foi português.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Apresentação

Ora boas!

Sou o Carvalho e fui convidado pelo André para participar neste excelente blog!
Tenho 16 anos a caminhar para os 17 e sou de Aveiro! Obviamente Nacionalista!


Cumprimentos

O imposto da imigração