terça-feira, 5 de agosto de 2008

Omerta

Assalto na Rota 66

Conduzias pela parte pobre da cidade quando te apercebes de um tiroteio.

Conforme te vais aproximando consegues ver um grupo de homens a usar lençóis brancos e montados a cavalo a disparar para o ar.

Vocês conduzem o vosso carro direito a uns fanfarrões e eles desaparecem nas sombras da noite.

O líder disparou contra 4 racistas e ganha tanta pontaria quanto o número deles.

Vocês ajudam as pobres pessoas a apagar o fogo e eles disseram-vos que tinham muitos problemas com esses brutamontes racistas.

As pessoas locais são muito generosos e trouxeram-vos 1x cognac
1x rum
.

Eles tinham a caixa escondida.

Vocês fizeram uma grande festa todos juntos!

Vocês ficam com o carro.



Total em dinheiro: $4328
Total ganho em balas:
(As balas são divididas automaticamente pelo líder e pelo condutor)
O líder ganha 4 Pontaria
O condutor ganha 0 Estatuto de corrida

Qualquer perda de saúde durante o Assalto is counted as a cost.
Se o carro, arma e/ou balas forem devolvidas têm de ser subtraídas ao custo.

domingo, 3 de agosto de 2008

Berlusconi exige 500 milhões ao YouTube

Berlusconi exige 500 milhões ao YouTube
O grupo Mediaset, controlado pelo Primeiro-Ministro italiano Silvio Berlusconi, interpôs uma acção judicial contra o YouTube devido à difusão não autorizada de conteúdos dos seus canais naquele portal de vídeos da Internet.

Berlusconi pede uma indemnização de 500 milhões de euros à companhia Google Inc. detentora do YouTube por danos e prejuízos causados.

Segundo a Mediaset, «existem pelo menos 4643 vídeos e clips seus, equivalentes a 325 horas de transmissão» sem cobertura de direitos, com danos correspondentes à perda de 315.672 dias de transmissão divididos entre os seus três canais televisivos.

Recorde-se que já anteriormente a norte-americana Viacom interpôs uma acção judicial ao YouTube, exigindo uma indemnização de mil milhões de dólares por danos e prejuízos assim como a francesa TF1 que exigiu 100 milhões de euros e a espanhola Telecinco que, por sua vez, pediu a retirada de todo o seu material em exibição no YouTube.

domingo, 27 de julho de 2008

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Relíquias bloguistas

O Porco marxista


Che foi um porco marxista assassino, tal qual dito na Veja. A esquerda, que precisa de seus mitos para sobreviver, mormente após o fracasso de quase todos os regimes marxistas, fez dele um ícone. Alguns aqui citam como fonte ?confiável? o livro ? A Ilha?, que li. Não podemos esquecer que o autor é amigo pessoal de Fidel, e PeTralha. O livro é uma apologia à ilha prisão. Os 'intelectuais' esquerdista escondem o fato de que a intenção de Fidel ao mandar o Porco Fedorento para a guerrilha era matá-lo, pois ele tinha muitas divergências com Moscou, que sustentou a ilha até a queda do regime comunista. Tudo além disso é desinformação alimentada por propaganda marxista. É fácil enganar esta gente inculta.
A reportagem da Veja chegou tarde. Já faz tempo que conheço um pouco da vida de Che, principalmente seu fracasso no Congo e o ?incidente? em que ele fuzilou com um tiro na cabeça um soldado seu que ele mandou ajoelhar. Qual o crime? O soldado flertava com uma nativa e o Porco Fedorento, com muita raiva de ter fracassado na guerrilha, tinha pressa para se retirar. Che escreveu algumas coisas, muita propaganda com pouco conteúdo. Há que se ser muito idiota para achar que ele escreveu algo que preste. Seus 'Escritos Econômicos' são lamentáveis, não é a toa que fracassou como ministro na ilha-prisão.
Quem admira este porco? Seus iguais. Gente que acha que assassinar é a solução para algo, ou seja, 99,99% das esquerdas.






Quase meio século passado, não se sabe ao certo o quanto há de verdadeiro ou de lendário nesta história. Mas ela é plausível. Vitoriosa a revolução em Cuba, Ernesto Guevara, nomeado ministro da Indústria e Comércio, adotou o costume de viajar de jipe, de vila em vila, para conhecer de perto os problemas que afligiam o povo da ilha. Em uma aldeia no litoral, ele ouviu a principal reivindicação dos habitantes locais. "Nós vivemos da pesca. O que precisamos são mais barcos, para que cada um possa cuidar de seu próprio sustento sem precisar trabalhar para os donos das embarcações". O Che achou a reivindicação justa e anotou o pedido. Tão logo retornou a Havana, reuniu os seus auxiliares e requisitou uma dezena de novos barcos para a aldeia.


"Impossível, ministro. Os nossos estaleiros já estão com toda a produção comprometida."

"Pois eles que aumentem a produção!"

"Não dá. Não há madeira suficiente."

"Aumentem a produção de madeira!"

"Não é possível. As nossas florestas estão do outro lado da ilha e não há estradas para trazer a matéria-prima."

"Tragam a madeira pelo mar!"

"Justamente o que nos falta são barcos."

"Como é que vamos resolver o problema?"

"Simples. Basta permitir que as empresas americanas explorem as florestas e nos tragam a madeira."

"Você está louco?! Foi contra isso que nós fizemos a revolução!"


E assim ficou. As florestas permaneceram virgens, os pescadores ficaram sem os barcos e o ministro, após várias outras decepções, acabou se demitindo.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Os "beneficios" da imigraçao cada vez se revelam mais!



Os portugueses tiveram hoje a oportunidade de ver nos telejornais uma cena bem elucidativa do estado de não-direito que se vive em diversos bairros problemáticos das principais cidades de Portugal.

Nada do que se viu é novidade ou inédito a não ser o facto de ter sido em pleno dia e registado em imagens.

Assim, os portugueses podem ver com os seus olhos o que são os tão apregoados “benefícios” da imigração, bem como a bomba-relógio resultante dos gangues surgidos a partir dessa tal imigração tão “vantajosa”.

Desta vez, e já que as imagens não permitem eufemismos ou branqueamentos, os portugueses puderam constatar que as ruas do nosso país são palco de tiroteios - que fazem lembrar Bagdade ou a Faixa de Gaza - entre grupos de pretos e de ciganos e não de “jovens” ou de “indivíduos”.

Portugal não pode permitir estes níveis de criminalidade organizada e fortemente armada, que põe em causa – quotidianamente – a segurança dos portugueses.

Só com as políticas defendidas pelo PNR no que respeita à imigração, nacionalidade, segurança e justiça, se pode inverter esta situação que se agrava a cada dia que passa.

O PNR, cada vez faz mais falta a Portugal!

Façam boa viagem!

Comissão Política Nacional
11 de Julho de 2008




Antes demais é preciso entender o que quer dizer esta citação "Basta de imigração".
Esta citação foi impingida á população, como uma frase de caracter xenófobo, o que para os militantes do PNR foi motivo de descontentamento, pois foi mal interpretada.
Neste momento e como os portugueses sabem, Portugal tem as suas fronteiras livres, ou seja entra quem quer e sai quem quer, quando quer, como quer e sem controlo.

O PNR entende que é necessário haver um controlo de entradas no nosso país, um controlo de fronteiras!
Portugal é dos Portugueses, tem que controlar aqueles que entram no seu país, até para melhor orientação do mesmo.
Ao contrário do que muitos pensam o PNR não se quer ver livre dos imigrantes, o PNR sabe que muitas pessoas, tal como os portugueses, imigraram para formar a sua vida, partem na busca de melhores condições.
Devemos defender sempre o trabalho nacional, mas sabemos que muitos imigrantes já cá estão há muitos anos e o seu esforço não deve ser esquecido.
O PNR combate sim a imigração ilegal!

Vejamos, neste momento, temos cerca de 500 mil desempregados, na sua maioria imigrantes, o que acham que estas pessoas irão fazer quando lhes faltar o sustento?
Quando os seus bolsos estiverem vazios e a sua barriga vazia? Quando lhes faltarem os apoios???
Recurrerão ao crime! Mesmo contra a sua vontade.
Se Portugal neste momento, em vez de usar os imigrantes para encher os bolsos e deixá-los entregues á sua sorte, soubesse por um limite ás suas entradas e apenas deixar entrar aqueles com trabalho assegurado e residência, até estariamos a colaborar com eles e mostrando preocupação no seu bem estar.
Ser amigo do imigrante como o Sr.José Socrates diz, não é deixá-los entrar e entrar para depois ficarem á sua sorte... precisam de acompanhamentos, precisam de certezas.
Usar o imigrante não é ser amigo dele!

Outro assunto que não poderei deixar passar é o facto de juntarem muitos imigrantes na mesma zona, como por exemplo um bairro social, a saber que são necessitados.
Isso é como um convite á formação de gangs e de criminalidade que só irão perturbar a paz publica.
De uma vez por todas o povo tem que dizer que a justiça merece ser feita!!

MAs não esqueçamos primeiro de tudo o Povo Português.

Antes de a preocupação partir para o imigrante, tem que haver a preocupação social nacional do povo Português.
Que neste momento atravessa uma fase muitissimo má, resultado da crise internacional, que depois se manifesta na subida dos preços.
Mas isso será outro assunto para se debater mais tarde, espero ter sido esclarecedor em relação ao sentido da frase "basta de imigração".

cumprimentos nacionalistas

sexta-feira, 11 de julho de 2008

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Portugueses não gostam de ter vizinhos de etnia cigana

http://noticias.pt.msn.com/article.a...mentid=8781063


A maioria dos portugueses (76%) sente-se desconfortável ao terem, na porta ao lado, vizinhos de etnia cigana.
De acordo com os dados do Euro barómetro sobre discriminação, apenas uma minoria dos portugueses (24 por cento) confessam sentirem-se confortáveis ao terem vizinhos ciganos, 19% admitem mesmo um desconforto total com a situação.

O estudo revela ainda que no que diz respeito ao preconceito quanto à etnia, 55% dos portugueses são da opinião que esta é muito disseminada no nosso país, longe da realidade em Malta (21%) ou na Irlanda (25%).

sábado, 28 de junho de 2008

100 mil a celebrar o solstício de Verão!

Todos os anos na costa galega, é celebrado o Solstício de verão. Centenas de milhares de pessoas acendem milhares de fogueiras, e tal como nos tempos ancestrais celebram o Solstício de Verão. Como não podia deixar de ser, a igreja católica aproveitou esta celebração milenar e sobrepôs uma festa, chamada de São João. Apesar deste genocídio cultural patrocinado pela santa sé, os habitantes da velha gallaecia continuam a celebrar a noite mais curta do ano, tal e qual como há milhares de anos.

Peço desculpa por o texto estar em galego, mas para quem entende Português, não terá nenhuma dificuldade:

Esta noite máxica desde os tempos máis remotos, e que coincide coa celebración do solsticio de verán (a noite máis curta do ano), ten na nosa terra unhas características moi especiais. É a noite do lume, das lumeiradas, fogueiras, cachelas ou cacharelas; da auga, reviven as propiedades das fontes santas e milagreiras, das nove ondas do mar (purifican e fecundan), do orballo; e tamén do mundo vexetal.
Esta noite as plantas acadan o mellor das súas propiedades curativas e máxicas. Por iso, estas recóllense para poñelas nun caldeiro con auga. Alí teñen que quedar ó orballo da noite e pola mañán tódolos membros da casa, en especial os nenos e as nenas, lávanse con esta auga milagreira.
Pero nesta noite é o lume o elemento principal e protagonista, purificador que queima as impurezas e as malas herbas.
As fogueiras acéndense nas primeiras horas da noite, sempre despois da cea. É tradición chimpar por riba da fogueira; ten que se facer varias veces, sempre un número impar e chimpando dunha vez para un lado e outra vez para outro. Ao acto de chimpar chámanlle en moitos lugares "salvar o lume" o que se acompaña do recitado do seguinte retrouso:
“Sálvame lume de San Xoán/ que non me trabe nin cadela nin can/nin cobra nin cousa que durma fóra”.
A noite de Sanxoán é propia tamén para adiviñar o porvir, xeralmente en cuestións amorosas.
Chimpando por riba das fogueiras, feitas con leña verde para afumar ás bruxas, pódese saber o futuro. As mozas e os mozos que salten ou "salven" a fogueira un número impar de veces, sen tocar o lume, casarán nun ano.










I Jornada de Camaradagem MPP-CI

terça-feira, 24 de junho de 2008

DJ Machiazu - Yuri and the Trojan (O romeno da Ucrania)



Fica aqui um vídeo do Orgulho Ariano, do Bairro do Areias. Amanha há mais

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Autocarro alugado por adeptos do FC Porto destruído pelo fogo

Um autocarro alugado por adeptos do FC Porto ficou destruído pelo fogo hoje em Lisboa, próximo do Estádio da Luz, onde a equipa portista defrontou o Benfica, no quarto jogo da final do play-off do campeonato nacional de hóquei em patins.

Em declarações à Lusa, fonte da PSP afirmou que as chamas terão deflagrado cerca das 17h15, quinze minutos depois do início da partida no Pavilhão da Luz, onde o FC Porto pode conquistar hoje o sétimo título consecutivo, caso vença a equipa encarnada.

Seis bombeiros e uma viatura de combate a incêndios combateram o fogo, já em fase de rescaldo, que deflagrou no autocarro que se encontrava estacionado na Avenida do Colégio Militar, sem quaisquer adeptos no seu interior.

De acordo com a mesma fonte da PSP, testemunhas no local indicaram ter visto três pessoas junto da viatura, imediatamente antes do início do incêndio, não havendo, para já, nenhuma conclusão quanto à origem do fogo.

Da mesma forma, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros recusou adiantar pormenores relativamente às causas do incidente.

Dois adeptos do Benfica presentes no local relataram à Lusa que estavam a assistir à partida de Futsal com o Belenenses quando cerca de 50 pessoas abandonaram o pavilhão onde estava a decorrer o jogo para "receber" os adeptos do FC Porto que tinham acabado de chegar a Lisboa para a play-off do campeonato nacional de Hóquei em Patins.

Contactada pela Lusa, fonte da PSP afirmou, no entanto, não ter registo de quaisquer confrontos entre adeptos dos dois clubes.



Com Lusa

domingo, 15 de junho de 2008

Aprovada semana de trabalho de 65 horas


Os ministros do Trabalho da União Europeia (UE) aprovaram na noite de ontem o estender das semanas de trabalho até um máximo de 65 horas. Uma decisão tomada por maioria qualificada, da qual Portugal nãoo fez parte.


A nova lei têm ainda de ir a votação no Parlamento Europeu, sendo que, depois, cada Estado-membro alterará a legislação interna de forma a integrar os novos pressupostos.

A directiva aprovada consagra que as semanas de trabalho podem ser estendidas até às 60 horas ou, se os trabalhadores aceitarem ou em caso de acordo colectivo, até às 65 horas.

http://www.correiomanha.pt/noticia.a...0-000000000021

sábado, 14 de junho de 2008

Irlanda diz não ao Tratado de Lisboa

(via Lusa)

O referendo irlandês à ratificação do Tratado de Lisboa ficou aquém dos 45 por cento de votantes, com maior participação nas cidades do que nas zonas rurais, noticiou hoje a cadeia de televisão irlandesa RTE.

Analistas citados pela agência AP afirmam que a baixa afluência às urnas, que fecharam às 22:00 após 15 horas de votação, favorece o campo do “não”, cujos eleitores são considerados mais motivados do que os do “sim” ao Tratado que determina o futuro do desenvolvimento da União Europeia e suas instituições.

Não foram feitas quaisquer sondagens à boca de urna e a última consulta aos eleitores, publicada domingo no jornal irlandês Sunday Business Post, indicava que 42 por cento tencionava votar ’sim’ e 39 por cento ‘não’, uma diferença de apenas três por cento entre os dois campos, com uma percentagem significativa de indecisos.

Uma anterior sondagem, publicada sexta-feira pelo Irish Times, dava a vitória ao ‘não’, com 35 por cento das intenções de voto, contra apenas 30 por cento para o ’sim’.

Os resultados serão divulgados apenas na sexta-feira à tarde.

Segundo a edição on-line do jornal Irish Times, a participação do eleitorado foi maior nas zonas urbanas, nomeadamente na capital, do que nas zonas rurais.

Ao Tratado Reformador da União Europeia, que visa melhorar o funcionamento da UE e reforçar o seu peso político no mundo, foi acordado em Lisboa a 19 de Outubro de 2007 e assinado, também na capital portuguesa, a 13 de Dezembro seguinte.

A consulta popular irlandesa é vista como o maior obstáculo à ratificação do Tratado de Lisboa até ao fim do ano, não só pelo peso do campo do ‘não’, como também pela experiência de 2001, quando os irlandeses rejeitaram em referendo o Tratado de Nice, para o aprovarem, também em referendo, no ano seguinte.

Para poder entrar em vigor, previsivelmente em Janeiro de 2009, o Tratado de Lisboa deverá ser ratificado por todos os 27 Estados-membros. A generalidade dos países optou pela ratificação parlamentar, à excepção da Irlanda que é constitucionalmente obrigada a submetê-lo a referendo.

Esta noite, o primeiro-ministro francês, François Fillon, se os irlandeses votarem não “deixa de haver tratado” de Lisboa e “será preciso voltar ao diálogo”.

Fonte diplomática britânica disse por seu turno à agência AFP que o Reino Unido manterá em andamento a ratificação parlamentar do Tratado, mesmo que este seja rejeitado na Irlanda.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Alegre[te]


O Manuel Alegre é um Grande mentiroso.
O Manuel Alegre nunca foi preso pela PIDE.
O Manuel Alegre, fugiu , desertou do Exército de Portugal.
O Manuel Alegre, quando Alferes, Oficial e ao Serviço da Defesa de Portugal em Cabinda, fugiu, desertou...
O Manuel Alegre muito medroso, Covarde, um medricas, se cagou de medo, quando em serviço á Pátria em Cabinda, se rendeu, entregou-se ao inimigo.
O Manuel Alegre, Trocou a Farda do Exército Português, pela do INIMIGO.
O Manuel Alegre, se Borrou, todo de medo, e enterrou a farda na mata de cabinda, se vestiu com roupa de Mulher e desertou , com o cú ainda todo sujo, vestiu roupas de mulher emprestadas pelos Inimigos que o levaram para Argélia.
De lá atacou , e todos os dias pela Rádio combateu contra o PORTUGAL que ele foi traidor.
Agora diz ter tido um Passado de Glória? Diz ter sido Preso da PIDE?
O Manuel Alegre "Cobardolas" só voltou a Portugal depois , muito depois do 25 de Abril.
O Manuel Alegre é um Traidor, anda atraiçõando até os companheiros que junto com ele foram Traidores....

Fonte:Casimiro Rodrigues - Presidente do PORTUGALCLUB.ORG

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Quem quer financiar as mafias sindicais?


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=336127

A UGT propõe o pagamento de uma taxa pelos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam dos acordos conseguidos em sede de contratação colectiva, à semelhança do que já acontece em Espanha.
Segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público, o secretário-geral da UGT diz que é uma questão de justiça e fala num valor de 65 por cento da quota normal.
Em declarações ao Público, João Proença defende que a lei devia estabelecer a possibilidade de haver um pagamento dos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam das negociações colectivas. Porque há um serviço prestado à comunidade e pago pelos associados, enquanto outros também dele beneficiam sem pagamento.
O secretário-geral diz que a taxa deve ter um valor simbólico, falando em 65 por cento da quota normal do associado, tendo no entanto de ser sempre inferior ao que paga um trabalhador sindicalizado, que tem outros benefícios, explica.
Recusando que esta seja uma forma de combater a redução do número de trabalhadores sindicalizados, João Proença salienta que o importante é lançar o debate sobre esta questão.

Tudo pela defesa dos trabalhadores!

sábado, 7 de junho de 2008

GOE vão ser usados no combate ao carjacking


Objectivo da PSP ao empenhar forças especiais é interceptar ou seguir carros roubados.

A PSP vai começar a operar em Lisboa, Setúbal e Porto com equipas especiais para combater o fenómeno do carjacking, com recurso ao GOE, Corpo de Segurança Pessoal e Corpo de Intervenção e à Investigação Criminal.

Em causa está a subida vertiginosa do número de roubos de automóveis, da ordem dos 70%, apenas no que diz respeito aos primeiros quatro meses deste ano, face a igual período do ano passado. No entanto, já no ano passado, a tendência de crescimento era da ordem dos 36%. É neste sentido que a PSP, soube o JN, está a incrementar a constituição das equipas especiais, com recurso directo ao Grupo de Operacões Especiais (GOE) - a primeira vez que tal acontece -, justificado pelo facto de, na quase totalidade dos casos de "carjacking", terem sido utilizadas armas de fogo. Os primeiros testes das novas equipas começam já este fim-de-semana, se bem que a Direcção Nacional (DN) da PSP não tenha confirmado nem desmentido a informação recolhida pelo JN. O secretismo está a rodear todas as operações de levantamento e organização das novas equipas, mas o JN sabe que a Direcção Nacional da PSP está a recorrer a viaturas descaracterizadas do Corpo de Segurança Pessoal e do Grupo de Operações Especiais, assim como da própria DN. Cada viatura terá como condutor um elemento do Corpo de Segurança Pessoal; como pendura, seguirá um agente do GOE; e, atrás, um elemento do CI e um agente da Investigação Criminal. As equipas ficarão em locais estratégicos, durante a madrugada, e logo que seja dado o alerta, via rádio ou telemóvel, sobre uma viatura suspeita, é dada a ordem de avanço para intercepção ou posterior intervenção. Nesta nova situação, um elemento essencial é o condutor do Corpo de Segurança Pessoal, que tem profissionais que normalmente protegem altas entidades e estão preparados para conduzir a altas velocidades, reduzindo o risco de acidente. As equipas vão rodar pelas regiões de Lisboa, Setúbal e Porto, onde ocorreram mais casos de "carjacking". Em cada zona de acção apenas varia o agente de investigação criminal, que terá sempre origem na Divisão com a responsabilidade da área. A medida justifica-se pelo conhecimento da área, mas também por um melhor conhecimento dos grupos criminosos, em particular dos gangues, de onde vem a maioria dos participantes no "carjacking". Algumas das equipas deverão começar já a operar - eventualmente na área de Lisboa -, se bem que na próxima semana vão ainda decorrer treinos nas instalações do Grupo de Operações Especiais, em Belas, para mais facilmente serem integrados os vários elementos. Com efeito, é a primeira vez que, em Portugal, são testadas estruturas desta natureza, se bem que no início do ano a GNR já tenha iniciado uma similar operação contra o "carjacking", mas apenas quase exclusivamente reduzida à região de Lisboa e com condutores sem a formação da área da segurança pessoal. No entanto, desta feita, a força da PSP terá que estar ligada à GNR para efeitos de informação, assim como à Polícia Judiciária, que entretanto já criou no Porto uma equipa específica para investigar este tipo de crime.
In«jn», por Carlos Varela, 07/06/2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Espanha - Habitação Social como Prioridade Nacional



(via Inconformista.info)
Apesar das pressões e ameaças, correu da melhor forma a manifestação convocada pelas juventudes do partido espanhol Democracia Nacional. Centenas de pessoas desfilaram pelas principais ruas de Madrid em defesa da habitação social como prioridade nacional.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Festival de Bandas de Garagem


Festival de Bandas de Garagem
Montijo
NÃO PERCAS

domingo, 1 de junho de 2008

João M. Pinto

João Pinto (FC Porto) Esta frase saiu numa situação em que o JP estava lesionado ou castigado e não podia jogar. Perguntaram-lhe se a sua ausência não ia influenciar no rendimento da equipa (ou outra coisa do género): " Comigo ou SEM-MIGO, o Porto vai ser campeão! "
João Pinto foi receber um prémio qualquer e produziu o seguinte discurso: "O meu coração só tem uma cor: azul e branco."
Repórter: - João Pinto, prognósticos para este encontro?
JP: - Prognósticos só no fim do jogo.
Repórter: - João Pinto, felicidades para o jogo.
JP: - Obrigado, igualmente.
No fim de um jogo que o Porto ganhou:
Repórter: - João Pinto, felizes com mais esta vitória?
JP: - Sim, estamos felizes porque estamos contentes.
Neste jogo, JP tinha marcado um golo num remate de primeira. Entrevistado no fim do jogo, teve a seguinte afirmação: "Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais à mão!"
Num domingo , depois do jogo com o Boavista:
"- [O Rui Filipe] ... era um jogador com "H" muito grande, e um homem com dois "HH" muito grandes."
Estágio da selecção, os jornalistas estavam a fazer uma reportagem sobre os tempos livres dos jogadores. Chegou a vez do nosso querido J.Pinto. Quando lhe perguntaram o que ele costumava fazer nos tempos livres do estágio, ele "inteligentemente" diz: "Costumo fazer (isto), (aquilo), (aqueloutro), ver TV, ler...".
Vai dai, o jornalista pergunta-lhe: ...então e o que costuma ler?... Jornais?
J.P. - Sim.
Jornalista - E livros, não lê'?...
J.P. - Sim... CLARO! Por acaso, ando a ler agora um, que até tenho em cima da mesinha de cabeceira...
Jornalista - Ah sim, então e qual é o titulo do livro?
J.P. - (um pouco embaraçado) Hum... Hum... Não me lembro...
Outro fantástico comentário de J.Pinto:
"O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correcta: Deu um passo em frente...."
Jornalista: "João Pinto, è supersticioso?
"Resposta de J.Pinto: "Não, dá azar!"
Após uma derrota do FC Porto frente ao Maritimo, no Funchal, isto à entrada dos Balneários.Jornalista - João Pinto comentários acerca desta derrota?
J.P. - Só falo quando chegar a PORTUGAL..

sábado, 31 de maio de 2008

Mito" do Holocausto é sucesso na TV do Irão


Todas as noites, às 22.00, milhares de iranianos sentam-se à frente da televisão, sintonizados no Channel One, para ver a série A Zero Degree Turn, a mais cara produção alguma vez emitida pela televisão do Estado Islâmico Republicano. A aposta é já um dos maiores sucessos da televisão iraniana deste ano, estreado no início do mês passado. Até aqui nada de novo, não fosse o facto de este programa abordar o tema do Holocausto ocorrido durante a II Guerra Mundial. Um facto histórico negado pelo próprio Presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, para quem tudo não passa de "um mito".

A série é emitida todas as segundas-feiras, durante uma hora, e é centrada na história de amor entre um homem de origem iraniano-palestinana, Habib Parsa, e uma judia francesa, Sarah Struk. Durante 30 episódios, este herói, que se encontra a estudar em Paris, vai tentar salvar o seu amor dos campos de concentração nazi em França, tentando obter através da Embaixada do Irão um passaporte para a jovem e respectiva família, para fugirem para o seu país de origem.

"Os iranianos sempre fizeram a diferenciação entre judeus normais e a minoria sionista", comenta o autor e realizador da série, Hassan Fatthi. Acrescentado que "o assassínio de judeus inocentes durante a II Guerra Mundial é tão repugnável, triste e chocante como as mortes de mulheres e crianças inocentes palestinianas por soldados sionistas racistas".

Hassan Fatthi, de 48 anos, é um conhecido realizador de ficção histórica que trabalha para a televisão no Irão. Já realizou vários programas sobre a história do seu país, mas fez também séries de comédia, tendo sido aclamado pela crítica internacional há dois anos, pelo seu trabalho Marriage, Iranian Style.

A ideia para fazer A Zero Degree Turn "surgiu há quatro anos quando estava a ler um livro sobre a II Guerra Mundial", que abordava a questão do charge d'affaires (encarregado de negócios - substitui o embaixador na ausência deste) da Embaixada do Irão em Paris. Na época, Abdol Hussein Sardari salvou milhares de judeus europeus ao forjar passaportes iranianos, alegando que faziam parte do povo iraniano. Esta história verídica faz também lembrar o caso português de Aristides de Sousa Mendes.

A série foi filmada em Paris, Budapeste e Teerão, com actores bem conhecidos do público iraniano, como é o caso do protagonista, Shahab Husseini. |

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Gianluca Iannone expulso da Fiamma Tricolore

(via Inconformista)

Semana conturbada para muitos camaradas italianos, especialmente para Gianluca Iannone e a sua comunidade romana, que apesar do mal-estar que se vivia, não esperava um desfecho destes.
Um mal-estar que se foi instalando gradualmente um pouco por toda a Itália, devido a uma linha de conduta que prejudica as bases militantes e cria barreiras e limitações a uma linha estratégica que as mesmas querem seguir. O processo culminou no virar de costas da direcção do partido à CasaPound Latina, recusando o pedido para aí instalar a sede regional da Fiamma Tricolore.
Fartos de esperar por um congresso nacional para definir cargos e chefias e reorganizar a estrutura da Fiamma Tricolore, fartos de exigir que os representantes locais fossem escolhidos pelos militantes e por mérito e não nomeados por amizades ou titulos “vitalícios” e simpatias várias, Gianluca e os seus rapazes, numa atitude tanto simbólica como “mishimiana”, ocuparam a sede do partido em que até sabado militavam, exigindo a realização do tal congresso e uma tomada de posição claras e inequívocas que pudesse dar um rumo concreto à Fiamma que não apenas esperar por uma proposta de Berlusconi.
Um raid onde o objectivo era claramente obrigar a direcção do partido a largar a apatia em que vive e dar voz às bases militantes que resgataram um partido agonizante de uma morte lenta mas que continuavam sem se ver respeitadas nem ouvidas.
Infelizmente Romagnoli não percebeu, ou talvez já contasse fazer este sacrifício de forma a livrar-se de algumas situações que pudessem colocar em risco o bilhete para o reino das poltronas do P.D.L de Berlusconi. O que toda a gente se pergunta agora é como irá sobreviver a Fiamma sem a sua base militante, aquela que se sujava de cola e passava noites em claro na rua, aquela que levou o projecto “Mutuo Sociale” a toda a Itália e que levou novamente o partido à política e batalha diária, não apenas a um mês das eleições com negociatas de salão.
De facto a criação de CasaPound Itália e as várias secções por todo o país como alternativa a um partido controlado por velhas “carcaças” ja deixavam entrever que o copo estava prestes a entornar e o afastamento estava para acontecer.
Imediatamente a seguir à ordem de expulsão dada por Romagnoli que acusa Gianluca Iannone de uma acção anti-estatutária ao ter ocupado a sede (os mesmos estatutos que prevêem a convocação de um congresso nacional de 2 em 2 anos), várias secções locais da Fiamma emitiram comunicados exprimindo solidariedade a Gianluca Iannone e abandonando o partido, prometendo entregar cartões de militante na 2ª feira e cancelar vários sítios internet do partido, cancelando desde já a ligação e avançando totalmente para o projecto CasaPound Itália, recomeçando não do zero, mas de um sentimento mais forte que o fogo… a camaradagem e a crença num projecto que resume um estilo de vida.

terça-feira, 27 de maio de 2008

FODA-SE


E vxs o q axam?


Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem reitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. primeiros a peçoa n se sente
motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas. Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?
E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a
sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???
O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?

domingo, 25 de maio de 2008

José Sócrates condenado a pagar 10 mil euros a José António Cerejo

José Sócrates foi hoje, 20-5-2008, condenado pelo Tribunal da Relação de Lisboa a pagar uma indemnização de 10 mil euros ao jornalista José António Cerejo do Público por danos morais e materiais provocados pela carta enviada ao jornal pelo então ministro do Ambiente, e actual primeiro-ministro, intitulada "José António Cerejo: Delírio, mentiras e falsidades" e aí publicada em Março de 2001.

José António Cerejo havia escrito, em 19-2-2001, sobre o subsídio de 200 mil contos concedido pelo Governo socialista de António Guterres à Deco para a compra de uma nova sede, uma notícia que José Sócrates afirmou ser falsa e José António Cerejo rebateu, garantindo ser verdade.

Do Portugal Profundo congratulo-me pela coragem do jornalista livre que é José António Cerejo. De vez em quando, há uma bofetada do poder que recebe o castigo pedagógico devido.


Pós-Texto: O IOL PortugalDiário ecoou esta notícia de ontem, em primeira mão Do Portugal Profundo (DPP), hoje (21-5-2008), pelas 12:54, e desenvolve o tema. Depois também o Público, que discrimina as ofensas atiradas contra o jornalista - e publica a carta do então ministro do Ambiente José Sócrates "José António Cerejo: Delírio, fantasia e falsidades" de 1-3-2001 e a notícia de José António Cerejo "Governo deu 200 mil contos à DECO em segredo" de 19-2-2001 - e a SIC-Notícias. Alguns blogues, com a excepção do Francisco do Psitacídeo (que linkou ontem este blogue DPP), visitantes habituais, só depois dos media terem noticiado com base na cacha daqui... O João Pedro Graça do atentíssimo Apdeites é que faz a contabilidade da eficiência - continuando à espera que a RTP também dê a notícia...

Pós-Texto 2: O Público (18:12 de 21-5-2008) acaba de noticiar, avisa o João Pedro Graça aqui na caixa, que José Sócrates vai recorrer, de acordo com o seu advogado dr. Daniel Proença de Carvalho, para o Supremo Tribunal de Justiça do acórdão da Relação que o condenou a pagar 10 mil euros a José António Cerejo por danos morais e profissionais.
Como sabemos, a notícia do desmentido já sairá (e até na RTP...). É táctica blairiana padrão, adoptada pelos maçaricos locais: noticiar o desmentido (ou o contra-ataque) e nunca a notícia primordial.


Pós-Texto 3: Meu dito, meu feito: DPP já prevenia. Informa o JPG aqui na caixa que a RTP-N acaba de noticiar... o recurso de José Sócrates!...

Retirado do http://doportugalprofundo.blogspot.com/

quinta-feira, 22 de maio de 2008

10 de Junho 2008



10 de Junho | Dia de Portugal
Todos à rua com o PNR

No dia 10 de Junho, novamente, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal, com uma manifestação em Lisboa.
16.00 horas Concentração no Largo de Camões.
16.30 horas Desfile até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas Discursos (na Praça dos Restauradores).
Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.

Portugal é 7º país mais pacífico do mundo

Portugal é um dos 10 países mais pacíficos do mundo, segundo o último relatório do Índice Mundial da Paz divulgado esta terça-feira, em Londres, que coloca no primeiro lugar a Islândia e no último o Iraque, escreve a agência Lusa.

No índice, que avalia o pacifismo de 140 países e o seu nível de tranquilidade, Portugal aparece no sétimo lugar, a seguir à Irlanda e antecedendo a Finlândia

A lista dos 10 menos violentos por ordem decrescente é a seguinte: Islândia, Dinamarca, Noruega, Nova Zelândia, Japão, Irlanda, Portugal, Finlândia, Luxemburgo e Áustria.

«O mundo aparece ligeiramente mais pacífico este ano», sublinhou num comunicado Steve Killelea, autor do índice.

«É encorajador, mas precisamos de pequenos passos feitos individualmente pelos países para que o mundo faça mais progressos no caminho da paz», assinalou o filantropo australiano.

De acordo com o índice, o país mais violento é o Iraque, antecedido da Somália, Sudão e Afeganistão (137º).

Entre os 10 mais violentos estão também a Rússia (131º), seguida do Líbano, Coreia do Norte, República Centro Africana, Chade e Israel (136º).

Nesta classificação, Angola (110º lugar), Indonésia (68º) e Índia (107º) são os países que fizeram mais progressos em comparação com o índice do ano anterior.

Os países do G8 (os sete mais industrializados e a Rússia) obtêm posições muito diferentes, com o Japão na quinta posição, entre os 10 mais pacíficos, seguido do Canadá (11º), Alemanha (14º), Itália (28º), França (36º), Reino Unido (49º), Estados Unidos (97º) e Rússia (131º) na cauda do pelotão.

A classificação lançada em 2007 com 121 países, passou a integrar 140 países em 2008 e analisa 24 critérios internos e externos, como a contribuição para as missões de paz da ONU, o nível de criminalidade e o risco terrorista.

O índice é elaborado a partir de dados reunidos pelo departamento de informações Economist, ligado ao semanário The Economist, e serve nomeadamente para os investidores, segundo o seu autor.

in PortugalDiário


A classificação completa pode ser vista http://www.visionofhumanity.org/gpi/...rankings/2008/

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Guerra diplomática entre Espanha e Itália por causa da imigração

A detenção de quase 400 imigrantes clandestinos, na sua maioria romenos, esta semana em Itália, está a provocar uma bola de neve diplomática. O executivo espanhol expressou hoje de forma bem clara, o desacordo com a política de emigração do governo Berlusconi.

A vice presidente do governo espanhol, Maria Teresa Fernandez de La Vega: "Espanha rejeita a violência, o racismo e a xenofobia e por isso, não pode comparticipar com o que se passa em Itália".

Num evento oficial da polícia italiana, o ministro do Interior, membro do partido anti-imigração Liga do Norte, afirmou que a prioridade do executivo é combater todas a formas de criminalidade no país. No entanto, Roberto Maroni pediu calma à população:
"Está na altura de intervir com firmeza para evitar que a fúria se sobreponha às regras de coabitação civil e que episódios de violência injustificados, como os que ocorreram em Nápoles depois da horrível tentativa de rapto de um bebé, se repitam."

O ministro do Interior transalpino referia-se aos dois acampamentos de ciganos de origem romena que foram incendiados nos últimos dias em Nápoles pela população de um bairro periférico, depois de uma jovem cigana ter, alegadamente, tentado raptar um recém nascido.

A Comissão Europeia já advertiu Itália de que a expulsão de estrangeiros deve ser analisada "caso a caso", numa altura em que novo ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini, quer propor uma revisão do acordo de Schengen.
http://www.euronews.net/index.php?pa...=487440&lng=6#

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Europa

“A Europa não pode viver sem as pátrias e, realmente, ela morreria, se matasse os seus próprios órgãos, ao matá-las; mas as pátrias já não podem viver sem a Europa. Nascidas da Europa, devem tornar à Europa. Elas rasgaram-na, no tempo do seu crescimento maravilhoso, como crianças que se emancipam cruelmente da mãe para devorarem a sua parte do destino; mas hoje precisam de refugiar-se e revigorar-se nela.
A necessidade de pão e de trabalho e todas as outras necessidades exigem-no. As pátrias da Europa, separadas, só podem diminuir-se e morrer. Nos tempos de hoje, uma pátria não pode viver no seu campo; precisa do campo das outras, pelo menos de todos os campos de um continente, de todas as suas minas, de todas as suas fábricas e também de todos os seus talentos, de todos os seus génios.
Grandes forças se ergueram no mundo e unificaram ou unificam os continentes. A Europa que vê isto, deve fazer isto também. Ou então será, apenas, uma nuvem de poeira que se extingue, turbilhonando no sopé das montanhas.
Eis que, de novo, finda o primaveril tempo das cidades e das pátrias, dos principados e dos reinos: eis que torna o tempo estival dos impérios. Depois de Atenas, é o império de Alexandre ou de César.
Europa! Olha estes grandes impérios que se formaram, treme e cinge os teus rins!”

Drieu La Rochelle

Inconformista.info



Chegou o novo ponto de informação

http://inconformista.info

«A Fraternidade não pode ser destruída, porque não é uma organização no sentido habitual do termo. A sua coesão assenta apenas numa coisa: uma ideia, uma ideia indestrutível. Nunca haverá nada que vos ampare, excepto essa ideia. (...) Vocês terão de se habituar a viver sem resultados nem esperança. (...) Convençam-se de que é improvável virem a ocorrer mudanças perceptíveis durante a vossa vida. Nós somos os mortos. A nossa única vida autêntica está no futuro. Viveremos essa vida como uma mão cheia de pó e estilhaços de ossos. Mas ninguém sabe quando virá esse futuro. Até pode ser daqui a mil anos. De momento nada podemos fazer senão alargar a pouco e pouco os espaços de saúde mental. Impossível agir colectivamente. Só podemos difundir o nosso conhecimento indivíduo a indivíduo, geração após geração.»

George Orwell
in "1984"

sábado, 10 de maio de 2008