sábado, 23 de agosto de 2008

O que é (e o que não é) Nacional-Socialismo?



Introdução

Este artigo surgiu da necessidade de esclarecer tanto aos que já se consideram Nacional-Socialistas, quanto os que possuem um conhecimento limitado da sua doutrina e, principalmente, aqueles que se opõem ao Nacional-Socialismo mas que porém nunca tiveram a oportunidade de estudá-lo a fundo e conhecê-lo por uma versão que não fosse do inimigo e, assim, poder tirar conclusões justas. É uma oportunidade para os nossos adversários, que muitas vezes foram manipulados, de compreender a verdade sobre nós, que inconscientemente não perceberam que ao combater-nos, colaboravam com o mesmo Sistema que dizem querer destruir.

Alguns dos nossos inimigos tornaram-se Nacional-Socialistas por encontrar na nossa Ideologia uma solução viável e ao livrarem-se de todo o preconceito criado pela propaganda dos 'Media' para nos difamar. O artigo presente é uma tentativa de iluminar e de esclarecer a verdade sobre a visão Nacional-Socialista, que foi difamada e perseguida ao longo de décadas por pessoas que visavam proteger-se da revolta do Povo contra o poder do dinheiro e da ditadura dos interesses.

Durante todo século XX nunca foi dado aos Nacional-Socialistas o direito de defesa ou a oportunidade de um debate democrático e justo. Fomos perseguidos em diversos países de todo o mundo, distorceram nossas ideias para nos tornar repulsivos, manipularam e falsificaram factos históricos para afastar pessoas de carácter da oportunidade de conhecer a verdade. Os nossos livros foram queimados, confiscados, proibidos, nossos autores perseguidos, denunciados, expostos, aprisionados. Dessa maneira, nossos inquisidores provaram que nós somos uma ameaça contra o Governo, contra o Sistema, contra o poder do capital e contra a mentalidade burguesa. De tudo tentaram para nos calar, podem aprisionar homens, porém nunca a chama de uma ideia. Chegou a hora da revolta, da revolução contra o Mundo Moderno, a hora do nosso grito de liberdade. Chegou a hora da mordaça cair por terra.

O texto divide-se em seis questões fundamentais que causaram uma grande deturpação da verdade sobre o Nacional-Socialismo - questões que muitos que se dizem NS não atingiram de forma clara por só terem absorvido a propaganda do Sistema – e uma para reflexão pessoal.
  1. O Nacional-Socialismo é de direita?
  2. O Nacional-Socialismo é Capitalista?
  3. O Nacional-Socialismo é Racista?
  4. O Nacional-Socialismo é Fascista?
  5. O Nacional-Socialismo é uma Ditadura?
  6. E quanto ao Holocausto?
  7. Serei Eu um Nacional-Socialista?

1. O Nacional-Socialismo é de direita?

É conveniente iniciarmos por este tópico, pois trata-se de uma das mais comuns distorções sobre o que o Nacional-Socialismo realmente é. Inúmeros Nacional-Socialistas consideram-se de direita, porém sem compreender o significado correcto das classificações “direita” e “esquerda”.

O termo surgiu nos tempos da França pré-revolucionária, onde aqueles que pretendiam conservar o sistema de governo sentavam-se à direita na Assembleia, enquanto os que lutavam por mudanças radicais sentavam-se à esquerda. Assim sendo, o termo “direita” foi usado para definir os reaccionários e conservadores, e “esquerda” para definir os revolucionários.

A classificação de “esquerda” foi usada predominantemente por marxistas e anarquistas por serem grupos geralmente dedicados à luta revolucionária, mas estes termos não se aplicam de acordo com a natureza de cada doutrina, mas sim com a época e situação política do momento. Por exemplo, nos tempos da Rússia Czarista, os bolcheviques, por representarem uma força revolucionária, se encaixavam à esquerda, porém ao assumirem o poder em 1917, deixaram de representar qualquer revolução para se tornarem a situação, assim sendo, todo tipo de oposição seria a esquerda, enquanto os marxistas seriam conservadores do seu regime. Devido ao frequente uso da classificação de “esquerda” por estes grupos de orientação marxista-leninista, ou libertária, se tornou comum classificarem qualquer outra doutrina que se oponha à deles de direita, e muitos Nacional-Socialistas não se importaram com tal rótulo, mesmo sendo errado.

Uma força revolucionária

Consideramos o Mundo Moderno e a actual “civilização” ocidental como nossos maiores inimigos. Esta compõem-se de uma sociedade absolutamente materialista e capitalista com uma filosofia burguesa e individualista. Um império construído pelo interesse e pelo egoísmo. Um império não construído para o Povo, não um império cultural ou espiritual, mas um Sistema formado por oligopólios, monopólios, grande corporações e uns 'Media' doentios que patrocinam um Estado imoral e anti-nacional que protege os interesses da burguesia e do Sionismo.

Assim sendo, o Nacional-Socialismo visa a total destruição do Mundo Moderno. Queremos o fim dessa era de decadência e o início de uma nova. Não somos conservadores, não queremos conservar os valores degenerativos actuais, não queremos conservar um Sistema capitalista ou um governo corrupto que age contra os interesses do próprio Povo e que nada faz para manter nossa herança cultural ou preservar a nossa estirpe. Não queremos um Estado que faz de tudo para nos calar e que promove a destruição de uma Cultura Milenar.

Nós não apoiamos a actual (des)ordem, antes combate-mo-la; o nosso objectivo é a sua total aniquilação. Abandonamos a mentalidade burguesa e egoísta incompatível com nossa natureza colectivista. Acreditamos num combate violento contra o Sistema para sua destruição e implantação de algo novo e justo. Iremos implantar a verdadeira ordem Nacional-Socialista. Somos os únicos que lutam pela edificação da grandeza espiritual do Homem e o colocamos à frente dos interesses do capital e do espírito egoísta. Não lutamos só por pão, mas por criatividade, grandeza e liberdade.

Não somos representados por partidos porque aos Nacional-Socialistas não é permitido espaço dentro da dita(dura) “democracia”. Somos a total oposição contra a ditadura do interesse e contra as forças do Sionismo internacional.

As definições “esquerda” e “direita” nada significam para nós, superamos tais rótulos e colaboramos com qualquer grupo que vise a destruição deste Sistema e Governo. Mesmo que tais grupos possuam ideias diferentes, ou mesmo contraditórias às nossas, possuímos um inimigo em comum: o Sistema. Enquanto lutarmos entre nós, o Sistema se fortalecerá.

O Nacional-Socialismo é o fim de uma era de decadência e o começo de uma era de prosperidade. Nosso objectivo é o Ano Zero, a renovação de um tempo, por isso somos totalmente revolucionários.

2. O Nacional-Socialismo é capitalista?

“Por isso exigimos:

11. A abolição do dinheiro obtido sem trabalho e sem esforço.

12. Em vista dos enormes sacrifícios de bens que toda guerra exige do Povo, o enriquecimento pessoal na guerra deve ser qualificado como crime contra o Povo. Exigimos, portanto, o confisco de todos os lucros de guerra.

13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas monopolistas.

14. Exigimos a participação nos lucros das grandes empresas.

15. Exigimos uma ampliação generosa da assistência social aos idosos

17. Exigimos uma reforma agrária adaptada às nossas necessidades nacionais; a criação de uma lei para a expropriação gratuita de terras para fins de bem comum. Abolição do interesse agrário e impossibilitar toda especulação com a terra.

18. Exigimos a luta implacável contra aqueles que com sua actividade prejudicam o interesse comum. Os criminosos do povo, os gananciosos, os especuladores, etc. serão punidos com a pena de morte, sem distinção de religião ou raça.

19. Exigimos a substituição do direito romano que serve a ordem mundial materialista por um Direito Comunitário alemão

(...)

O Interesse comum vem antes do interesse particular!”

Adolf Hitler e Gottfried Feder - Os 25 pontos do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (1920)

Sangue contra Ouro

O Nacional-Socialismo compreende que o bem-estar da Comunidade vem antes dos interesses individuais ou de qualquer outro grupo. Para o Nacional-Socialismo, o dinheiro é meramente um factor de troca de bens materiais, uma maneira de avaliar matematicamente o trabalho do Homem para a realização de futuras trocas – o que chamamos de comércio. Todos possuem o direito de colher os benefícios do seu trabalho, desde que este seja produtivo e honesto.

No Nacional-Socialismo, não há diferença entre o trabalho manual e intelectual, não há divisões trabalhistas quando este é honesto. O interesse comum vem antes do interesse particular.

Somos totalmente contra as grandes corporações que visam lucro desenfreado adquirido de maneiras totalmente cruéis e imorais antes do bem das pessoas. Somos contra as empresas que destroem o meio-ambiente porque estão mais preocupadas com dinheiro do que com o futuro e com o bem-estar mundial. Nós, os Nacional-Socialistas, fomos os primeiros ambientalistas da história!

A globalização é um fenómeno que marca a força da usura e do egoísmo. É o fim de fronteiras para a implantação de um sistema económico global que favorece apenas as grandes elites e que gera exclusão social em massa. O mundialismo, através da superação de fronteiras, destrói as culturas nacionais e promove uma anti-cultura 'yankee' totalmente consumista tipo McDonald’s. A Televisão, como instrumento alienador, divulga esse estilo de vida materialista e entorpece a sociedade com divertimento fútil e estúpido, desviando a sua atenção da decadência da realidade.

O Sistema, como agente capitalista, promove a imigração em massa com o fim da disponibilização de mão-de-obra baratíssima para os patrões donos do dinheiro que pretendem diminuir os gastos e aumentar os lucros sem nenhuma preocupação com os operários. Prejudica os trabalhadores nacionais, desvaloriza o valor do trabalho, empobrece a classe operária, aumenta a criminalidade, implementa culturas estrangeiras em nações que deveriam se preservar.

A especulação financeira não visa nenhuma produção, apenas lucro desenfreado sem nenhum tipo de contribuição com a sociedade. No Nacional-Socialismo, apenas o trabalho pode ser fonte de riqueza. Dinheiro não pode criar dinheiro, dinheiro não é produto, é factor de troca. O capital cumpre apenas o papel de intermediário, não possui nenhum valor sozinho.

O espírito do Nacional-Socialismo representa uma oposição violenta e radical contra o espírito do capitalismo. Trata-se da rebelião do espírito criativo e sincero do Homem contra a exploração e o poder-dinheiro. Nós abraçamos a luta contra o capital financeiro e especulador. O Nacional-Socialismo é o sentimento de união espiritual e identidade cultural contra as forças da ganância e do egoísmo.

A revolução social


O governo Nacional-Socialista alemão aumentou significativamente as férias dos trabalhadores; reduziu a jornada de trabalho para 8 horas; foi aplicada uma política de bem-estar dos funcionários que concedia 2 horas diárias de descanso com áreas de lazer. Num ano de governo, as fábricas e lojas foram reformadas seguindo padrões exigentes de limpeza e higiene.

Em 3 anos, mais de 23.000 estabelecimentos foram reformados, construídos 1.200 campos desportivos, 13.000 instalações sanitárias e 17.000 cantinas. Mais de 6 milhões de empregos foram criados apenas em 4 anos e o problema do desemprego foi totalmente solucionado. Todo o alemão deveria prestar um ano de trabalho comunitário com o objectivo de reconstruir a Nação arrasada na Primeira Guerra Mundial. A inflação foi controlada, instituições especuladoras foram fechadas, e os lucros injustos dos banqueiros confiscados.

O Nacional-Socialismo histórico provou estar do lado dos trabalhadores. Nós representamos uma visão do Mundo que acredita no Homem, que acredita no trabalho honesto e produtivo, no senso de civilização - quando as pessoas compreendem que fazem parte de um Povo e que trabalham juntas para a posteridade.

O factor determinante é o carácter, a Honra, o trabalho, a força de vontade individual, e não a conta bancária. Já se passou o tempo de tolerar que os grandes chefes, os detentores do capital, tenham o destino das nossas vidas nas suas mãos.

O Nacional-Socialismo é a rebelião do Homem contra o poder do dinheiro. O Nacional-Socialismo é o grito da classe operária! O Nacional-Socialismo é socialista!

3. O Nacional-Socialismo é racista?


Os inimigos do Nacional-Socialismo fizeram de tudo para criar e nos vincular a uma imagem de racistas e preconceituosos. Criaram políticas de “ódio racial” que utilizam contra nós nas nossas próprias nações. Inventaram que “odiamos” pessoas como desculpa para nos calar. Com esse pretexto, fomos perseguidos, aprisionados, os nossos livros foram proibidos, e nunca nos é dado nenhum direito de defesa.

O que os inimigos do Nacional-Socialismo querem é que o grande público não saiba a verdade sobre nossas ideias e que compreenda a nossa concepção de mundo. Na verdade, os nossos adversários têm pavor que as pessoas compreendam a verdade sobre o Nacional-Socialismo e que nós lutamos por altos valores. Seu grande temor é que o Povo se rebele contra o poder do dinheiro, contra o governo e contra um Sistema decadente.

Raça e as Leis Naturais

“Pense que as bases fundamentais de sua existência se devem aos seus antepassados” - Walter Darré

Para o Nacional-Socialismo, as raças são manifestação do trabalho de milénios de evolução natural e criação da diversidade humana. A Raça é como a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as raças – qualquer raça – seria destruir todo o trabalho da Natureza. Devemos preservar e cultivar nossa estirpe, a herança de nossos antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza.

Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir, exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O Nacional-Socialismo segue pelo conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros Povos. Nós queremos que o nosso Povo – e também todos os outros - criem um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas tradições e história.

Sangue e Solo

Não há como negar a existência das diversas raças que formam a espécie humana. Ao estudarmos a História, observamos que as diferentes culturas são reflexo das diferentes raças. O argumento de que raças não existem é um mito frequentemente promovido no Mundo Moderno por governos e Sistemas que lucram com a criação de sociedades multi-culturais.

O Nacional-Socialismo acredita no princípio de Sangue e Solo. O Sangue é a herança cultural que devemos aos nossos antepassados e que forma a Comunidade étnica. Quando as pessoas compartilham uma mesma origem, criação e tradições, quando possuem uma terra em comum, uma terra pela qual seus antepassados lutaram e cultivaram para o futuro, possuem valores e uma concepção de mundo semelhante, reagem e pensam de maneira parecida. Emanciparam-se do sentimento individualista para um sentimento de comunidade; as pessoas se preocupam umas com as outras, não são indivíduos isolados, mas membros de um mesmo Povo. Isso cria um sentimento de identidade, nós sentimos um vínculo com estas pessoas. Esse sentimento é inegável e natural do Homem. Quando ele existe, as pessoas trabalham juntas, colaboram umas com as outras para a criação da civilização.

Apenas as sociedades modernas tentam substituir esse senso comunitário por valores como a eterna busca pelo lucro pessoal, em que o dinheiro é mais importante do que as pessoas.

O Mundo Moderno é baseado na concepção materialista e capitalista do mundo. O Mundo Moderno nada tem a ver com a ideia de Comunidade ou de preservação cultural, pois rege-se por uma anti-cultura consumista e totalmente individualista. Não há nenhuma tentativa de manter ou cultivar os grupos naturais. A moral das sociedades modernas é a busca pela felicidade pessoal, que se encontra apenas com a acumulação de capital e bens materiais. Não há nenhum valor supremo ou uma espiritualidade como no Nacional-Socialismo.

As sociedades actuais são sociedades multi-culturais, e todas as sociedades multi-culturais são fundamentalmente individualistas, materialistas e decadentes. Ao abrir mão da Comunidade étnica e natural, e ao criar uma selva capitalista onde o objectivo é o lucro e a felicidade pessoal, abre-se mão de qualquer valor superior ou sentimento comunitário. Não há a presença da menor espiritualidade. O Povo morre.

A ideia multi-racial promovida por sociólogos degenerados, engenheiros sociais e pela maioria dos governos ocidentais é a ideia de que os países e nações existem com o único propósito dos seus indivíduos viverem em busca do dinheiro para a sua auto-realização individual. É hora de encararmos que a concepção Nacional-Socialista não se trata de uma ideia abstracta, mas de um sentimento natural humano e de uma realidade.

Não há nenhum motivo para a existência do multi-culturalismo, apenas os capitalistas lucram com sociedades materialistas e individualistas. A exploração só acontece em sociedades multi-culturais, não em Comunidades orgânicas onde há uma preocupação mútua entre as pessoas. É perfeitamente natural que cada raça tenha a sua nação e território e que possam viver de acordo com suas leis, culturas e valores.

A dura realidade

A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em sociedades multi-culturais. Não é o instinto de auto-preservação que cria ódio e discórdia, mas sim o multi-culturalismo que coloca povos diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto ataca outro. Graças aos actuais governos modernos e anti-nacionais é que há absurdos como guerras civis e separatismo cultural.

A dura realidade é que sociedades multi-culturais não funcionam. Enquanto houver grupos de pessoas com valores, religiões e cultura diferentes num mesmo local - isto é, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas de um modo diferente - haverá ódio, discriminação, preconceito e guerras. Está na Natureza do Homem identificar-se com seu semelhante. Os laços formados pela origem, criação e tradição são reflexo do poder do Sangue e formam a nossa concepção do mundo. Povos e culturas diferentes possuem visões diferentes. O correcto é que cada etnia tenha sua nação e território para viver de acordo com suas leis, cultivar seus costumes e cultura.

A palavra “racismo” pode ter muitas interpretações diferentes. Alguns dizem que racismo é o ódio de uma raça a outra, nesse sentido o Nacional-Socialismo definitivamente não é racista. Outros dizem que racismo é a preservação e culto da própria raça e cultura, e por esse ponto de vista nós somos racistas. A questão é que o Nacional-Socialismo é uma doutrina de amor, de orgulho e de Honra. Não queremos a aniquilação ou inferiorização de qualquer raça, mas a preservação e evolução da diversidade humana e de suas diferenças.

4. O Nacional-Socialismo é fascista?

Desinformação

Há uma grande desinformação quando a questão é Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto não tem a mínima ideia sobre o que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de carácter nacionalista e anti-comunista – principalmente os da primeira metade do século XX.

Na verdade, o termo “fascismo” parece não ter uma explicação única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja para catalogar movimentos nacionalistas ou para qualquer vertente política da qual sejam contrários – de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o NS é uma vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas falsas afirmações são resultado de difamação e especulação.

O Nacional-Socialismo teve origem no Fascismo?

Tanto o Partido Fascista quando o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dois movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senão nenhum, contacto entre eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido num contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formação de uma visão do mundo, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, uma reacção ao avanço comunista e anarquista na Itália. O Fascismo não apresentava uma doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relação aos movimentos vermelhos. No seu manifesto não havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiração doutrinária ou espiritual, apenas reivindicações políticas como: o voto feminino, reorganização do sector de transportes, redução da idade mínima para aposentação, abolição do Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar Mussolini no poder. A 9 de Novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma coisa em Munique, e falham, resultando em prisões em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formação de milícias paramilitares como os Camisas Negras e a SA. Nunca no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já haviam formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini não tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizações do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo de uma doutrina ou de uma visão do mundo completa como o Nacional-Socialismo.

Então, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, num espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustrações. Fora essa a tentativa do Mussolini - dez anos depois de subir ao poder - de incluir um aspecto doutrinário e filosófico no seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935 – dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora Hitler cultivasse uma amizade sincera por Mussolini durante anos, de maneira nenhuma se deixou levar pelas suas ideias, que eram quase apenas políticas e económicas, enquanto defendia uma visão de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a conter o comunismo, nunca pelas suas ideias.

Se o movimento fascista inspirou Hitler e o Nacional-Socialismo foi apenas no plano prático: a ideia do golpe de Estado – depois abandonada por Hitler – e a criação das SA. Porém, é muito mais provável que a ideologia Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista para a criação de uma doutrina.

Algumas medidas e ideias do Estado Corporativo Fascista


A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer carácter racial antes do contacto com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938 – cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezasseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia uma quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam suas posições no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimónio com italianos – a mesma miscigenação que os Nacional-Socialistas tentavam impedir – eram agora considerados italianos.

Os Judeus não se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visão meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” actuais podem aceitar sionistas em sua pátria e ainda chamá-los de nacionais!

É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista?

Ainda só conhece as semelhanças entre o Fascismo e o Nacional-Socialismo, porém suas as diferenças são muito mais cruciais.

“O Estado é um meio para um fim. A sua finalidade consiste na conservação e no progresso de uma colectividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.

“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler

Para o Nacional-Socialismo, o Estado é um meio de conservar a Raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepção Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Apenas as raças humanas criam cultura, valores e civilização. O Estado apenas os conserva e colabora no seu progresso. O Estado é a aplicação administrativa e política de uma série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”. Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e põe em prática a vida do Homem. As necessidades individuais são suprimidas, enquanto a finalidade é SEMPRE o Estado. O Estado não existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Nação e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou numa Comunidade natural e orgânica, não possuía a ideia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político num espaço geográfico demarcado por mapas.

Nesse aspecto o Fascismo não difere muito das actuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar a Raça e a Cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes não-europeus, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como nacionais.

A concepção Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, consequentemente, anti-Nacional-Socialista. A sua visão do mundo está em permanente conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos essenciais. O Nacional-Socialismo apresenta uma visão de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservação e o progresso do Povo é o objectivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo o Povo não é nada, o Estado é tudo e as pessoas não passam de súbditos do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é apenas um Nacional-Socialista.

5. O Nacional-Socialismo é uma ditadura?

Devido às décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo dos oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa ideia dos verdadeiros objectivos de um Nacional-Socialista.

Alega-se que se tratou de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que tinham entregue o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista sem escrúpulos, levando o país a uma das maiores crises económicas da história mundial. O poder era dividido entre inúmeros políticos – na sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade.

O Nacional-Socialismo substituiu esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceite pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra para lutar pela sua Nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições sócio-económicas drasticamente, acabou com o desemprego num curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar os valores, e assim construir uma nova sociedade.

A verdadeira Democracia


Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida e que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que reflectem os seus interesses pessoais - sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino.

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade - principalmente quando se trata de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia no seu verdadeiro sentido não tem nada a ver com votar em eleições num determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva.

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. A ele é concedida a confiança de incorporar os sentimentos e vontades reais da Nação, e assim possuir a total responsabilidade por suas acções e omissões.

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está connosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um período de quatro anos estivesse preparado para consultar o povo daqui a sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933


Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. A ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da Nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os opositores do Estado não eram mais de 10% da população. Será que actualmente existem 90% de contentes com os políticos?

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as acções e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coacção, força ou intimidação, como observado por todos os independentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História.

Em 1938, o Povo da Áustria e da Alemanha teve a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países. A aprovação dos austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02%.

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo têm um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores. E hoje eles são os donos de Hollywood.

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista reflectia a genuína forma de Democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro, e mais recursos para propaganda, eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma Democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo.

O Nacional-Socialismo é a verdadeira Democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e aspiração popular da Nação.

6. E quanto ao Holocausto?

Foram escritos centenas de livros, produzidos dezenas de filmes e constantemente são inventadas novas datas para se lembrar e “comemorar” o Holocausto - o suposto genocídio de seis milhões de Judeus pelos nazis - numa celebração fanática e quase religiosa. De todas as difamações, essa é a mais utilizada pelos inimigos do Nacional-Socialismo, mentiras difundidas por aqueles que pretendem destruir qualquer tentativa de reconstruir o Movimento Nacional-Socialista.

Historiadores, muita vezes tendenciosos e incompetentes, utilizam os mesmos argumentos que os seus professores e antecessores - com base apenas em propaganda de ódio e mentiras - sem ao menos questionar ou investigar o que já foi escrito, e assim, trabalham como verdadeiras maquinas de propaganda. Tratam a História como uma ciência exacta sem permitir ao menos uma resposta ou defesa dos acusados, e quando esta ocorre, não são divulgadas por medo do lóbi Sionista.

Toda a versão da História sobre os factos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial foi propagada pelos vencedores. Aos Nacional-Socialistas nunca foi dado o direito de pelo menos se defender das acusações. A dita História foi escrita com base em propaganda de ódio e mentiras, e não em factos.

Os autores e historiadores sérios que ousaram questionar a versão oficial – fruto de anos de propaganda Sionista – como David Irving, Ernst Zundel, Robert Faurisson, Paul Rassinier, entre outros – sendo vários de orientação política marxista e alguns ex-prisioneiros de campos de concentração, portanto insuspeitos - foram banidos, tiveram suas obras proibidas e confiscadas em diversos países e alguns estão em prisão em regime semelhante à Idade Média.

A mentira do genocídio

O principal método de genocídio alegado é a utilização do gás Zyklob-B nas câmaras de gás. A utilização do gás mencionado foi provada ser cientificamente impossível pelo Relatório Leuchter – realizado por um engenheiro que trabalha com câmaras de gás para assassínios verdadeiro nas prisões americanas. As câmaras de gás foram na verdade construídas por soviéticos e americanos após a tomada dos campos de concentração, e construídas de maneira absolutamente impossíveis para realização de qualquer extermínio, e estão repletas de erros gritantes e patéticos. Por isso, é proibida qualquer análise séria e científica das mesmas, tendo a de Leuchter sido feita secretamente, provando que os governos tem algo a esconder.

Também não há prova alguma de que tenha existido qualquer política de extermínio, ordem oral ou por escrito, de genocídio aos Judeus. Foi decidido que deveriam ser expulsos da Alemanha e, se possível, da Europa, e algumas correntes da época defendiam a criação de um Estado Judaico no leste europeu, mas nunca exterminados. O restante é pura distorção, difamação e especulação.

A Revisão Histórica

A intenção dos revisionistas do Holocausto não é justificar ou fazer debates políticos e filosóficos sobre o que foi o Nacional-Socialismo, mas sim uma análise histórica, científica e imparcial, sobre o que realmente ocorreu e o que não ocorreu no período da Segunda Guerra Mundial.

Graças à história do suposto Holocausto, foi oferecido aos Judeus um pedaço de terra no Médio-Médio chamado Palestina, a que deram o nome de Israel. O Estado de Israel ainda hoje recebe biliões de dólares de indemnização da Alemanha, devido aos supostos crimes, que usa para se armar contra a resistência palestiniana. Os Judeus tornaram-se um povo que não admite críticas, pois quem os denuncia é logo acusado de ser “anti-semita” ou “nazi”. E TUDO isso depende do mito da vitimização judaica do Holocausto. Os defensores da história oficial nunca realizam um debate justo com os revisionistas, antes os proíbem e prendem porque têm medo que a verdade seja revelada.

Não temos a intenção de nos aprofundar no estudo do revisionismo aqui, mas apresentamos algumas indicações para os mais interessados na verdade histórica. Autores como: Arthur Butz, David Irving, Carlos Porter, S.E. Castan, Sérgio Oliveira, Ernst Zundel, Paul Rassinier, Robert Faurisson e também o Leuchter Report de Fred Leuchter.

7. Serei eu um Nacional-Socialista?

Após se conseguir uma clara compreensão do que realmente é o Nacional-Socialismo, é necessário o abandono das antigas mentiras produzidas e divulgadas maciçamente para nos difamar ao longo de tantas décadas.

O artigo apresentado trata-se apenas de uma resposta às falsas ideias que se vão perpetuando e, ao mesmo tempo, uma pequena introdução à doutrina Nacional-Socialista, livre de distorções ou interpretações tendenciosas.

Revolução Pessoal

Um verdadeiro Nacional-Socialista nasce predestinado a tal, não basta apenas adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que possuíam ideias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.

O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.

Devemos perceber que estamos empenhados na maior luta da história, não lutamos por dinheiro ou por conquistas territoriais, mas pela preservação da própria vida. O Nacional-Socialismo luta por um novo modo de vida, um modo de vida honrado e sincero. Nós lutamos por algo que é puro e correcto.

É necessária a realização de uma revolução pessoal: a destruição de antigas ideias e falsos valores e a compreensão e aceitação de novos. O Nacional-Socialista aceita e compreende as Leis Naturais. Somos uma manifestação da Natureza e parte de um ambiente em que as nossas acções devem influenciar todos à nossa volta.

Devemos conhecer e orgulhar-nos da cultura dos nossos antepassados, pois eles são parte de nós, assim como seremos dos nossos filhos. O que somos hoje é produto das nossas primeiras gerações. Os nossos mitos e a nossa cultura revelam o espírito da nossa raça. A Raça Ariana possui um espírito nobre e guerreiro, um espírito agora adormecido, mas que pode ser despertado. A solução para a nossa salvação encontra-se na nossa própria cultura, nos nossos próprios valores, no nosso próprio Sangue. Após a realização da revolução pessoal, encontraremos a nossa salvação pelo auto-conhecimento, encontraremos essa resposta ao olharmos para dentro de nós mesmos.

Conclusão

O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra pessoal e da consciência pelo que é correcto e justo. O Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito. A liberdade espiritual é atingida e as falsas morais são derrubadas. Estamos em busca permanente da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a perseguir seu próprio destino rumo à superação pessoal. O Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de uma sociedade melhor e mais digna.

Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios governos. É impossível a um Nacional-Socialista não se revoltar contra a actual situação em que o mundo se encontra e contra esta realidade doentia. Lutamos para alcançar a nossa liberdade, a liberdade de controlarmos o nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo. Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correcto? Pode encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é hora de fazermos algo! É a hora de rebentar as amarras e erguer o braço direito!

Fonte: WPSãoPaulo, via Stormfront (versão adaptada).

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Site da JSD foi alvo de ataque e exibiu elogio a Salazar

O site da JSD foi alvo de um ataque de pirataria informática. Durante parte do dia de ontem, o endereço www.jsd.pt apontava para uma página com a fotografia de Oliveira Salazar, acompanhada de uma mensagem (escrita com várias incorrecções ortográficas) em que o antigo chefe de Governo era elogiado.

“Salazar era o verdadeiro lider da nação portuguesa e amigo dos pobres” é uma das frases do curto texto que substituiu a página oficial da Juventude Social Democrata. A mensagem prossegue: “Estes [políticos] são apenas uns corruptos sem escrupulos com fome insaciável de dinheiro”.

O presidente da JSD, Pedro Rodrigues, mostrou-se surpreendido com a situação. Por volta das 19 horas, pouco após o contacto do PÚBLICO, a página oficial foi reposta. Pedro Rodrigues adiantou que a JSD tentará descobrir os responsáveis.

No texto colocado pelo pirata (ou piratas) lia-se ainda: “Morte aos capitalistas, povo revolta-te estamos a caminhar para o fim da classe média. Os traidores da pátria merecem a morte imediata”. A última frase estava já desactualizada e era dirigida a Isaltino Morais, actual presidente da câmara de Oeiras e desvinculado do PSD desde 2005: “PSD aloja corruptos como Isaltino Morais e a sua trope que roubam o povo”.

http://ultimahora.publico.clix.pt/no...054&idCanal=23

Wilhelm Gustloff -1945, o maior naufrágio do mundo



Ao contrário do que muita gente pensa não é o Titanic quem detém o maior número de vítimas (cerca de 1517) em “desastres marítimos”, mas sim o Wilhelm Gustloff, com quase seis vezes mais mortos.

O Wilhelm Gustloff era um cruzeiro de luxo, construído em Hamburgo no ano de 1936, que fazia parte do programa -Kraft durch Freude- (força pela alegria) no qual proporcionava um período de férias anuais a trabalhadores alemães. Foi baptizado com este nome em homenagem ao líder alemão do partido NSDAP Suíço, que foi morto por um estudante judeu.
Em 4 de Abril de 1938 prestou salvamento à tripulação de um cargueiro Britânico, em péssimas condições marítimas, o que criou algum “mal-estar” em Inglaterra.
Com o avançar da Guerra foi usado como navio-hospital e no fim da mesma foi utilizado para transportar refugiados alemães, principalmente do leste.
Foi o que estava a fazer no dia, ou melhor na noite de 30 de Janeiro de 1945 no mar Báltico, quase no fim da II Guerra Mundial (esta terminou oficialmente dia 8 de Maio de 1945) em que transportava, além da tripulação (pouco mais de 1.000), cerca de 9.600 civis, na sua maioria mulheres e crianças, refugiados da Prússia Oriental, quando subitamente um submarino Soviético S13, cobardemente e sem qualquer respeito pela vida humana, o atingiu (com 3 torpedos) e afundou. Das mais de 10.500 pessoas a bordo, 9.000 morreram afogadas ou de hipotermia nas águas geladas do Báltico. Alguns sobreviventes conseguiram nadar até terra, a costa da pomerania estava perto, ou foram resgatados por equipas de salvamento.

Sobre este massacre da população Alemã, não vemos filmes, nem documentários, nem entrevistas aos sobreviventes, pois estas pessoas são simplesmente consideradas, pelos vencedores, como “outras perdas”. Tal como também preferem não falar do massacre causado pelos bombardeamentos durante dois dias por parte dos aviões Americanos e Ingleses sobre a cidade de Dresden causando cerca de 800.000 mortos civis; ou dos prisioneiros Alemães deixados a morrer à fome e por doenças em campos de concentração Franceses e Americanos. Até o lançamento da bomba atómica sobre o Japão, que se tratou de um mero teste nuclear sobre população indefesa, é simplesmente comentado como um “percalço”

Estes crimes cometidos pelos vencedores da II Guerra Mundial são simplesmente omitidos por quem escreve História, pois a Alemanha "só fez mal" e os aliados ”só fizeram bem”. É caso para se perguntar: Que interesses se escondem por trás de tudo isto? E onde está a imparcialidade histórica?
Mas como se costuma dizer (e bem) “quem ganha a Guerra escreve a História”

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Omerta

Assalto na Rota 66

Conduzias pela parte pobre da cidade quando te apercebes de um tiroteio.

Conforme te vais aproximando consegues ver um grupo de homens a usar lençóis brancos e montados a cavalo a disparar para o ar.

Vocês conduzem o vosso carro direito a uns fanfarrões e eles desaparecem nas sombras da noite.

O líder disparou contra 4 racistas e ganha tanta pontaria quanto o número deles.

Vocês ajudam as pobres pessoas a apagar o fogo e eles disseram-vos que tinham muitos problemas com esses brutamontes racistas.

As pessoas locais são muito generosos e trouxeram-vos 1x cognac
1x rum
.

Eles tinham a caixa escondida.

Vocês fizeram uma grande festa todos juntos!

Vocês ficam com o carro.



Total em dinheiro: $4328
Total ganho em balas:
(As balas são divididas automaticamente pelo líder e pelo condutor)
O líder ganha 4 Pontaria
O condutor ganha 0 Estatuto de corrida

Qualquer perda de saúde durante o Assalto is counted as a cost.
Se o carro, arma e/ou balas forem devolvidas têm de ser subtraídas ao custo.

domingo, 3 de agosto de 2008

Berlusconi exige 500 milhões ao YouTube

Berlusconi exige 500 milhões ao YouTube
O grupo Mediaset, controlado pelo Primeiro-Ministro italiano Silvio Berlusconi, interpôs uma acção judicial contra o YouTube devido à difusão não autorizada de conteúdos dos seus canais naquele portal de vídeos da Internet.

Berlusconi pede uma indemnização de 500 milhões de euros à companhia Google Inc. detentora do YouTube por danos e prejuízos causados.

Segundo a Mediaset, «existem pelo menos 4643 vídeos e clips seus, equivalentes a 325 horas de transmissão» sem cobertura de direitos, com danos correspondentes à perda de 315.672 dias de transmissão divididos entre os seus três canais televisivos.

Recorde-se que já anteriormente a norte-americana Viacom interpôs uma acção judicial ao YouTube, exigindo uma indemnização de mil milhões de dólares por danos e prejuízos assim como a francesa TF1 que exigiu 100 milhões de euros e a espanhola Telecinco que, por sua vez, pediu a retirada de todo o seu material em exibição no YouTube.

domingo, 27 de julho de 2008

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Relíquias bloguistas

O Porco marxista


Che foi um porco marxista assassino, tal qual dito na Veja. A esquerda, que precisa de seus mitos para sobreviver, mormente após o fracasso de quase todos os regimes marxistas, fez dele um ícone. Alguns aqui citam como fonte ?confiável? o livro ? A Ilha?, que li. Não podemos esquecer que o autor é amigo pessoal de Fidel, e PeTralha. O livro é uma apologia à ilha prisão. Os 'intelectuais' esquerdista escondem o fato de que a intenção de Fidel ao mandar o Porco Fedorento para a guerrilha era matá-lo, pois ele tinha muitas divergências com Moscou, que sustentou a ilha até a queda do regime comunista. Tudo além disso é desinformação alimentada por propaganda marxista. É fácil enganar esta gente inculta.
A reportagem da Veja chegou tarde. Já faz tempo que conheço um pouco da vida de Che, principalmente seu fracasso no Congo e o ?incidente? em que ele fuzilou com um tiro na cabeça um soldado seu que ele mandou ajoelhar. Qual o crime? O soldado flertava com uma nativa e o Porco Fedorento, com muita raiva de ter fracassado na guerrilha, tinha pressa para se retirar. Che escreveu algumas coisas, muita propaganda com pouco conteúdo. Há que se ser muito idiota para achar que ele escreveu algo que preste. Seus 'Escritos Econômicos' são lamentáveis, não é a toa que fracassou como ministro na ilha-prisão.
Quem admira este porco? Seus iguais. Gente que acha que assassinar é a solução para algo, ou seja, 99,99% das esquerdas.






Quase meio século passado, não se sabe ao certo o quanto há de verdadeiro ou de lendário nesta história. Mas ela é plausível. Vitoriosa a revolução em Cuba, Ernesto Guevara, nomeado ministro da Indústria e Comércio, adotou o costume de viajar de jipe, de vila em vila, para conhecer de perto os problemas que afligiam o povo da ilha. Em uma aldeia no litoral, ele ouviu a principal reivindicação dos habitantes locais. "Nós vivemos da pesca. O que precisamos são mais barcos, para que cada um possa cuidar de seu próprio sustento sem precisar trabalhar para os donos das embarcações". O Che achou a reivindicação justa e anotou o pedido. Tão logo retornou a Havana, reuniu os seus auxiliares e requisitou uma dezena de novos barcos para a aldeia.


"Impossível, ministro. Os nossos estaleiros já estão com toda a produção comprometida."

"Pois eles que aumentem a produção!"

"Não dá. Não há madeira suficiente."

"Aumentem a produção de madeira!"

"Não é possível. As nossas florestas estão do outro lado da ilha e não há estradas para trazer a matéria-prima."

"Tragam a madeira pelo mar!"

"Justamente o que nos falta são barcos."

"Como é que vamos resolver o problema?"

"Simples. Basta permitir que as empresas americanas explorem as florestas e nos tragam a madeira."

"Você está louco?! Foi contra isso que nós fizemos a revolução!"


E assim ficou. As florestas permaneceram virgens, os pescadores ficaram sem os barcos e o ministro, após várias outras decepções, acabou se demitindo.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Os "beneficios" da imigraçao cada vez se revelam mais!



Os portugueses tiveram hoje a oportunidade de ver nos telejornais uma cena bem elucidativa do estado de não-direito que se vive em diversos bairros problemáticos das principais cidades de Portugal.

Nada do que se viu é novidade ou inédito a não ser o facto de ter sido em pleno dia e registado em imagens.

Assim, os portugueses podem ver com os seus olhos o que são os tão apregoados “benefícios” da imigração, bem como a bomba-relógio resultante dos gangues surgidos a partir dessa tal imigração tão “vantajosa”.

Desta vez, e já que as imagens não permitem eufemismos ou branqueamentos, os portugueses puderam constatar que as ruas do nosso país são palco de tiroteios - que fazem lembrar Bagdade ou a Faixa de Gaza - entre grupos de pretos e de ciganos e não de “jovens” ou de “indivíduos”.

Portugal não pode permitir estes níveis de criminalidade organizada e fortemente armada, que põe em causa – quotidianamente – a segurança dos portugueses.

Só com as políticas defendidas pelo PNR no que respeita à imigração, nacionalidade, segurança e justiça, se pode inverter esta situação que se agrava a cada dia que passa.

O PNR, cada vez faz mais falta a Portugal!

Façam boa viagem!

Comissão Política Nacional
11 de Julho de 2008




Antes demais é preciso entender o que quer dizer esta citação "Basta de imigração".
Esta citação foi impingida á população, como uma frase de caracter xenófobo, o que para os militantes do PNR foi motivo de descontentamento, pois foi mal interpretada.
Neste momento e como os portugueses sabem, Portugal tem as suas fronteiras livres, ou seja entra quem quer e sai quem quer, quando quer, como quer e sem controlo.

O PNR entende que é necessário haver um controlo de entradas no nosso país, um controlo de fronteiras!
Portugal é dos Portugueses, tem que controlar aqueles que entram no seu país, até para melhor orientação do mesmo.
Ao contrário do que muitos pensam o PNR não se quer ver livre dos imigrantes, o PNR sabe que muitas pessoas, tal como os portugueses, imigraram para formar a sua vida, partem na busca de melhores condições.
Devemos defender sempre o trabalho nacional, mas sabemos que muitos imigrantes já cá estão há muitos anos e o seu esforço não deve ser esquecido.
O PNR combate sim a imigração ilegal!

Vejamos, neste momento, temos cerca de 500 mil desempregados, na sua maioria imigrantes, o que acham que estas pessoas irão fazer quando lhes faltar o sustento?
Quando os seus bolsos estiverem vazios e a sua barriga vazia? Quando lhes faltarem os apoios???
Recurrerão ao crime! Mesmo contra a sua vontade.
Se Portugal neste momento, em vez de usar os imigrantes para encher os bolsos e deixá-los entregues á sua sorte, soubesse por um limite ás suas entradas e apenas deixar entrar aqueles com trabalho assegurado e residência, até estariamos a colaborar com eles e mostrando preocupação no seu bem estar.
Ser amigo do imigrante como o Sr.José Socrates diz, não é deixá-los entrar e entrar para depois ficarem á sua sorte... precisam de acompanhamentos, precisam de certezas.
Usar o imigrante não é ser amigo dele!

Outro assunto que não poderei deixar passar é o facto de juntarem muitos imigrantes na mesma zona, como por exemplo um bairro social, a saber que são necessitados.
Isso é como um convite á formação de gangs e de criminalidade que só irão perturbar a paz publica.
De uma vez por todas o povo tem que dizer que a justiça merece ser feita!!

MAs não esqueçamos primeiro de tudo o Povo Português.

Antes de a preocupação partir para o imigrante, tem que haver a preocupação social nacional do povo Português.
Que neste momento atravessa uma fase muitissimo má, resultado da crise internacional, que depois se manifesta na subida dos preços.
Mas isso será outro assunto para se debater mais tarde, espero ter sido esclarecedor em relação ao sentido da frase "basta de imigração".

cumprimentos nacionalistas

sexta-feira, 11 de julho de 2008

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Portugueses não gostam de ter vizinhos de etnia cigana

http://noticias.pt.msn.com/article.a...mentid=8781063


A maioria dos portugueses (76%) sente-se desconfortável ao terem, na porta ao lado, vizinhos de etnia cigana.
De acordo com os dados do Euro barómetro sobre discriminação, apenas uma minoria dos portugueses (24 por cento) confessam sentirem-se confortáveis ao terem vizinhos ciganos, 19% admitem mesmo um desconforto total com a situação.

O estudo revela ainda que no que diz respeito ao preconceito quanto à etnia, 55% dos portugueses são da opinião que esta é muito disseminada no nosso país, longe da realidade em Malta (21%) ou na Irlanda (25%).

sábado, 28 de junho de 2008

100 mil a celebrar o solstício de Verão!

Todos os anos na costa galega, é celebrado o Solstício de verão. Centenas de milhares de pessoas acendem milhares de fogueiras, e tal como nos tempos ancestrais celebram o Solstício de Verão. Como não podia deixar de ser, a igreja católica aproveitou esta celebração milenar e sobrepôs uma festa, chamada de São João. Apesar deste genocídio cultural patrocinado pela santa sé, os habitantes da velha gallaecia continuam a celebrar a noite mais curta do ano, tal e qual como há milhares de anos.

Peço desculpa por o texto estar em galego, mas para quem entende Português, não terá nenhuma dificuldade:

Esta noite máxica desde os tempos máis remotos, e que coincide coa celebración do solsticio de verán (a noite máis curta do ano), ten na nosa terra unhas características moi especiais. É a noite do lume, das lumeiradas, fogueiras, cachelas ou cacharelas; da auga, reviven as propiedades das fontes santas e milagreiras, das nove ondas do mar (purifican e fecundan), do orballo; e tamén do mundo vexetal.
Esta noite as plantas acadan o mellor das súas propiedades curativas e máxicas. Por iso, estas recóllense para poñelas nun caldeiro con auga. Alí teñen que quedar ó orballo da noite e pola mañán tódolos membros da casa, en especial os nenos e as nenas, lávanse con esta auga milagreira.
Pero nesta noite é o lume o elemento principal e protagonista, purificador que queima as impurezas e as malas herbas.
As fogueiras acéndense nas primeiras horas da noite, sempre despois da cea. É tradición chimpar por riba da fogueira; ten que se facer varias veces, sempre un número impar e chimpando dunha vez para un lado e outra vez para outro. Ao acto de chimpar chámanlle en moitos lugares "salvar o lume" o que se acompaña do recitado do seguinte retrouso:
“Sálvame lume de San Xoán/ que non me trabe nin cadela nin can/nin cobra nin cousa que durma fóra”.
A noite de Sanxoán é propia tamén para adiviñar o porvir, xeralmente en cuestións amorosas.
Chimpando por riba das fogueiras, feitas con leña verde para afumar ás bruxas, pódese saber o futuro. As mozas e os mozos que salten ou "salven" a fogueira un número impar de veces, sen tocar o lume, casarán nun ano.










I Jornada de Camaradagem MPP-CI

terça-feira, 24 de junho de 2008

DJ Machiazu - Yuri and the Trojan (O romeno da Ucrania)



Fica aqui um vídeo do Orgulho Ariano, do Bairro do Areias. Amanha há mais

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Autocarro alugado por adeptos do FC Porto destruído pelo fogo

Um autocarro alugado por adeptos do FC Porto ficou destruído pelo fogo hoje em Lisboa, próximo do Estádio da Luz, onde a equipa portista defrontou o Benfica, no quarto jogo da final do play-off do campeonato nacional de hóquei em patins.

Em declarações à Lusa, fonte da PSP afirmou que as chamas terão deflagrado cerca das 17h15, quinze minutos depois do início da partida no Pavilhão da Luz, onde o FC Porto pode conquistar hoje o sétimo título consecutivo, caso vença a equipa encarnada.

Seis bombeiros e uma viatura de combate a incêndios combateram o fogo, já em fase de rescaldo, que deflagrou no autocarro que se encontrava estacionado na Avenida do Colégio Militar, sem quaisquer adeptos no seu interior.

De acordo com a mesma fonte da PSP, testemunhas no local indicaram ter visto três pessoas junto da viatura, imediatamente antes do início do incêndio, não havendo, para já, nenhuma conclusão quanto à origem do fogo.

Da mesma forma, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros recusou adiantar pormenores relativamente às causas do incidente.

Dois adeptos do Benfica presentes no local relataram à Lusa que estavam a assistir à partida de Futsal com o Belenenses quando cerca de 50 pessoas abandonaram o pavilhão onde estava a decorrer o jogo para "receber" os adeptos do FC Porto que tinham acabado de chegar a Lisboa para a play-off do campeonato nacional de Hóquei em Patins.

Contactada pela Lusa, fonte da PSP afirmou, no entanto, não ter registo de quaisquer confrontos entre adeptos dos dois clubes.



Com Lusa

domingo, 15 de junho de 2008

Aprovada semana de trabalho de 65 horas


Os ministros do Trabalho da União Europeia (UE) aprovaram na noite de ontem o estender das semanas de trabalho até um máximo de 65 horas. Uma decisão tomada por maioria qualificada, da qual Portugal nãoo fez parte.


A nova lei têm ainda de ir a votação no Parlamento Europeu, sendo que, depois, cada Estado-membro alterará a legislação interna de forma a integrar os novos pressupostos.

A directiva aprovada consagra que as semanas de trabalho podem ser estendidas até às 60 horas ou, se os trabalhadores aceitarem ou em caso de acordo colectivo, até às 65 horas.

http://www.correiomanha.pt/noticia.a...0-000000000021

sábado, 14 de junho de 2008

Irlanda diz não ao Tratado de Lisboa

(via Lusa)

O referendo irlandês à ratificação do Tratado de Lisboa ficou aquém dos 45 por cento de votantes, com maior participação nas cidades do que nas zonas rurais, noticiou hoje a cadeia de televisão irlandesa RTE.

Analistas citados pela agência AP afirmam que a baixa afluência às urnas, que fecharam às 22:00 após 15 horas de votação, favorece o campo do “não”, cujos eleitores são considerados mais motivados do que os do “sim” ao Tratado que determina o futuro do desenvolvimento da União Europeia e suas instituições.

Não foram feitas quaisquer sondagens à boca de urna e a última consulta aos eleitores, publicada domingo no jornal irlandês Sunday Business Post, indicava que 42 por cento tencionava votar ’sim’ e 39 por cento ‘não’, uma diferença de apenas três por cento entre os dois campos, com uma percentagem significativa de indecisos.

Uma anterior sondagem, publicada sexta-feira pelo Irish Times, dava a vitória ao ‘não’, com 35 por cento das intenções de voto, contra apenas 30 por cento para o ’sim’.

Os resultados serão divulgados apenas na sexta-feira à tarde.

Segundo a edição on-line do jornal Irish Times, a participação do eleitorado foi maior nas zonas urbanas, nomeadamente na capital, do que nas zonas rurais.

Ao Tratado Reformador da União Europeia, que visa melhorar o funcionamento da UE e reforçar o seu peso político no mundo, foi acordado em Lisboa a 19 de Outubro de 2007 e assinado, também na capital portuguesa, a 13 de Dezembro seguinte.

A consulta popular irlandesa é vista como o maior obstáculo à ratificação do Tratado de Lisboa até ao fim do ano, não só pelo peso do campo do ‘não’, como também pela experiência de 2001, quando os irlandeses rejeitaram em referendo o Tratado de Nice, para o aprovarem, também em referendo, no ano seguinte.

Para poder entrar em vigor, previsivelmente em Janeiro de 2009, o Tratado de Lisboa deverá ser ratificado por todos os 27 Estados-membros. A generalidade dos países optou pela ratificação parlamentar, à excepção da Irlanda que é constitucionalmente obrigada a submetê-lo a referendo.

Esta noite, o primeiro-ministro francês, François Fillon, se os irlandeses votarem não “deixa de haver tratado” de Lisboa e “será preciso voltar ao diálogo”.

Fonte diplomática britânica disse por seu turno à agência AFP que o Reino Unido manterá em andamento a ratificação parlamentar do Tratado, mesmo que este seja rejeitado na Irlanda.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Alegre[te]


O Manuel Alegre é um Grande mentiroso.
O Manuel Alegre nunca foi preso pela PIDE.
O Manuel Alegre, fugiu , desertou do Exército de Portugal.
O Manuel Alegre, quando Alferes, Oficial e ao Serviço da Defesa de Portugal em Cabinda, fugiu, desertou...
O Manuel Alegre muito medroso, Covarde, um medricas, se cagou de medo, quando em serviço á Pátria em Cabinda, se rendeu, entregou-se ao inimigo.
O Manuel Alegre, Trocou a Farda do Exército Português, pela do INIMIGO.
O Manuel Alegre, se Borrou, todo de medo, e enterrou a farda na mata de cabinda, se vestiu com roupa de Mulher e desertou , com o cú ainda todo sujo, vestiu roupas de mulher emprestadas pelos Inimigos que o levaram para Argélia.
De lá atacou , e todos os dias pela Rádio combateu contra o PORTUGAL que ele foi traidor.
Agora diz ter tido um Passado de Glória? Diz ter sido Preso da PIDE?
O Manuel Alegre "Cobardolas" só voltou a Portugal depois , muito depois do 25 de Abril.
O Manuel Alegre é um Traidor, anda atraiçõando até os companheiros que junto com ele foram Traidores....

Fonte:Casimiro Rodrigues - Presidente do PORTUGALCLUB.ORG

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Quem quer financiar as mafias sindicais?


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=336127

A UGT propõe o pagamento de uma taxa pelos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam dos acordos conseguidos em sede de contratação colectiva, à semelhança do que já acontece em Espanha.
Segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público, o secretário-geral da UGT diz que é uma questão de justiça e fala num valor de 65 por cento da quota normal.
Em declarações ao Público, João Proença defende que a lei devia estabelecer a possibilidade de haver um pagamento dos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam das negociações colectivas. Porque há um serviço prestado à comunidade e pago pelos associados, enquanto outros também dele beneficiam sem pagamento.
O secretário-geral diz que a taxa deve ter um valor simbólico, falando em 65 por cento da quota normal do associado, tendo no entanto de ser sempre inferior ao que paga um trabalhador sindicalizado, que tem outros benefícios, explica.
Recusando que esta seja uma forma de combater a redução do número de trabalhadores sindicalizados, João Proença salienta que o importante é lançar o debate sobre esta questão.

Tudo pela defesa dos trabalhadores!

sábado, 7 de junho de 2008

GOE vão ser usados no combate ao carjacking


Objectivo da PSP ao empenhar forças especiais é interceptar ou seguir carros roubados.

A PSP vai começar a operar em Lisboa, Setúbal e Porto com equipas especiais para combater o fenómeno do carjacking, com recurso ao GOE, Corpo de Segurança Pessoal e Corpo de Intervenção e à Investigação Criminal.

Em causa está a subida vertiginosa do número de roubos de automóveis, da ordem dos 70%, apenas no que diz respeito aos primeiros quatro meses deste ano, face a igual período do ano passado. No entanto, já no ano passado, a tendência de crescimento era da ordem dos 36%. É neste sentido que a PSP, soube o JN, está a incrementar a constituição das equipas especiais, com recurso directo ao Grupo de Operacões Especiais (GOE) - a primeira vez que tal acontece -, justificado pelo facto de, na quase totalidade dos casos de "carjacking", terem sido utilizadas armas de fogo. Os primeiros testes das novas equipas começam já este fim-de-semana, se bem que a Direcção Nacional (DN) da PSP não tenha confirmado nem desmentido a informação recolhida pelo JN. O secretismo está a rodear todas as operações de levantamento e organização das novas equipas, mas o JN sabe que a Direcção Nacional da PSP está a recorrer a viaturas descaracterizadas do Corpo de Segurança Pessoal e do Grupo de Operações Especiais, assim como da própria DN. Cada viatura terá como condutor um elemento do Corpo de Segurança Pessoal; como pendura, seguirá um agente do GOE; e, atrás, um elemento do CI e um agente da Investigação Criminal. As equipas ficarão em locais estratégicos, durante a madrugada, e logo que seja dado o alerta, via rádio ou telemóvel, sobre uma viatura suspeita, é dada a ordem de avanço para intercepção ou posterior intervenção. Nesta nova situação, um elemento essencial é o condutor do Corpo de Segurança Pessoal, que tem profissionais que normalmente protegem altas entidades e estão preparados para conduzir a altas velocidades, reduzindo o risco de acidente. As equipas vão rodar pelas regiões de Lisboa, Setúbal e Porto, onde ocorreram mais casos de "carjacking". Em cada zona de acção apenas varia o agente de investigação criminal, que terá sempre origem na Divisão com a responsabilidade da área. A medida justifica-se pelo conhecimento da área, mas também por um melhor conhecimento dos grupos criminosos, em particular dos gangues, de onde vem a maioria dos participantes no "carjacking". Algumas das equipas deverão começar já a operar - eventualmente na área de Lisboa -, se bem que na próxima semana vão ainda decorrer treinos nas instalações do Grupo de Operações Especiais, em Belas, para mais facilmente serem integrados os vários elementos. Com efeito, é a primeira vez que, em Portugal, são testadas estruturas desta natureza, se bem que no início do ano a GNR já tenha iniciado uma similar operação contra o "carjacking", mas apenas quase exclusivamente reduzida à região de Lisboa e com condutores sem a formação da área da segurança pessoal. No entanto, desta feita, a força da PSP terá que estar ligada à GNR para efeitos de informação, assim como à Polícia Judiciária, que entretanto já criou no Porto uma equipa específica para investigar este tipo de crime.
In«jn», por Carlos Varela, 07/06/2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Espanha - Habitação Social como Prioridade Nacional



(via Inconformista.info)
Apesar das pressões e ameaças, correu da melhor forma a manifestação convocada pelas juventudes do partido espanhol Democracia Nacional. Centenas de pessoas desfilaram pelas principais ruas de Madrid em defesa da habitação social como prioridade nacional.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Festival de Bandas de Garagem


Festival de Bandas de Garagem
Montijo
NÃO PERCAS

domingo, 1 de junho de 2008

João M. Pinto

João Pinto (FC Porto) Esta frase saiu numa situação em que o JP estava lesionado ou castigado e não podia jogar. Perguntaram-lhe se a sua ausência não ia influenciar no rendimento da equipa (ou outra coisa do género): " Comigo ou SEM-MIGO, o Porto vai ser campeão! "
João Pinto foi receber um prémio qualquer e produziu o seguinte discurso: "O meu coração só tem uma cor: azul e branco."
Repórter: - João Pinto, prognósticos para este encontro?
JP: - Prognósticos só no fim do jogo.
Repórter: - João Pinto, felicidades para o jogo.
JP: - Obrigado, igualmente.
No fim de um jogo que o Porto ganhou:
Repórter: - João Pinto, felizes com mais esta vitória?
JP: - Sim, estamos felizes porque estamos contentes.
Neste jogo, JP tinha marcado um golo num remate de primeira. Entrevistado no fim do jogo, teve a seguinte afirmação: "Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais à mão!"
Num domingo , depois do jogo com o Boavista:
"- [O Rui Filipe] ... era um jogador com "H" muito grande, e um homem com dois "HH" muito grandes."
Estágio da selecção, os jornalistas estavam a fazer uma reportagem sobre os tempos livres dos jogadores. Chegou a vez do nosso querido J.Pinto. Quando lhe perguntaram o que ele costumava fazer nos tempos livres do estágio, ele "inteligentemente" diz: "Costumo fazer (isto), (aquilo), (aqueloutro), ver TV, ler...".
Vai dai, o jornalista pergunta-lhe: ...então e o que costuma ler?... Jornais?
J.P. - Sim.
Jornalista - E livros, não lê'?...
J.P. - Sim... CLARO! Por acaso, ando a ler agora um, que até tenho em cima da mesinha de cabeceira...
Jornalista - Ah sim, então e qual é o titulo do livro?
J.P. - (um pouco embaraçado) Hum... Hum... Não me lembro...
Outro fantástico comentário de J.Pinto:
"O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correcta: Deu um passo em frente...."
Jornalista: "João Pinto, è supersticioso?
"Resposta de J.Pinto: "Não, dá azar!"
Após uma derrota do FC Porto frente ao Maritimo, no Funchal, isto à entrada dos Balneários.Jornalista - João Pinto comentários acerca desta derrota?
J.P. - Só falo quando chegar a PORTUGAL..

sábado, 31 de maio de 2008

Mito" do Holocausto é sucesso na TV do Irão


Todas as noites, às 22.00, milhares de iranianos sentam-se à frente da televisão, sintonizados no Channel One, para ver a série A Zero Degree Turn, a mais cara produção alguma vez emitida pela televisão do Estado Islâmico Republicano. A aposta é já um dos maiores sucessos da televisão iraniana deste ano, estreado no início do mês passado. Até aqui nada de novo, não fosse o facto de este programa abordar o tema do Holocausto ocorrido durante a II Guerra Mundial. Um facto histórico negado pelo próprio Presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, para quem tudo não passa de "um mito".

A série é emitida todas as segundas-feiras, durante uma hora, e é centrada na história de amor entre um homem de origem iraniano-palestinana, Habib Parsa, e uma judia francesa, Sarah Struk. Durante 30 episódios, este herói, que se encontra a estudar em Paris, vai tentar salvar o seu amor dos campos de concentração nazi em França, tentando obter através da Embaixada do Irão um passaporte para a jovem e respectiva família, para fugirem para o seu país de origem.

"Os iranianos sempre fizeram a diferenciação entre judeus normais e a minoria sionista", comenta o autor e realizador da série, Hassan Fatthi. Acrescentado que "o assassínio de judeus inocentes durante a II Guerra Mundial é tão repugnável, triste e chocante como as mortes de mulheres e crianças inocentes palestinianas por soldados sionistas racistas".

Hassan Fatthi, de 48 anos, é um conhecido realizador de ficção histórica que trabalha para a televisão no Irão. Já realizou vários programas sobre a história do seu país, mas fez também séries de comédia, tendo sido aclamado pela crítica internacional há dois anos, pelo seu trabalho Marriage, Iranian Style.

A ideia para fazer A Zero Degree Turn "surgiu há quatro anos quando estava a ler um livro sobre a II Guerra Mundial", que abordava a questão do charge d'affaires (encarregado de negócios - substitui o embaixador na ausência deste) da Embaixada do Irão em Paris. Na época, Abdol Hussein Sardari salvou milhares de judeus europeus ao forjar passaportes iranianos, alegando que faziam parte do povo iraniano. Esta história verídica faz também lembrar o caso português de Aristides de Sousa Mendes.

A série foi filmada em Paris, Budapeste e Teerão, com actores bem conhecidos do público iraniano, como é o caso do protagonista, Shahab Husseini. |

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Gianluca Iannone expulso da Fiamma Tricolore

(via Inconformista)

Semana conturbada para muitos camaradas italianos, especialmente para Gianluca Iannone e a sua comunidade romana, que apesar do mal-estar que se vivia, não esperava um desfecho destes.
Um mal-estar que se foi instalando gradualmente um pouco por toda a Itália, devido a uma linha de conduta que prejudica as bases militantes e cria barreiras e limitações a uma linha estratégica que as mesmas querem seguir. O processo culminou no virar de costas da direcção do partido à CasaPound Latina, recusando o pedido para aí instalar a sede regional da Fiamma Tricolore.
Fartos de esperar por um congresso nacional para definir cargos e chefias e reorganizar a estrutura da Fiamma Tricolore, fartos de exigir que os representantes locais fossem escolhidos pelos militantes e por mérito e não nomeados por amizades ou titulos “vitalícios” e simpatias várias, Gianluca e os seus rapazes, numa atitude tanto simbólica como “mishimiana”, ocuparam a sede do partido em que até sabado militavam, exigindo a realização do tal congresso e uma tomada de posição claras e inequívocas que pudesse dar um rumo concreto à Fiamma que não apenas esperar por uma proposta de Berlusconi.
Um raid onde o objectivo era claramente obrigar a direcção do partido a largar a apatia em que vive e dar voz às bases militantes que resgataram um partido agonizante de uma morte lenta mas que continuavam sem se ver respeitadas nem ouvidas.
Infelizmente Romagnoli não percebeu, ou talvez já contasse fazer este sacrifício de forma a livrar-se de algumas situações que pudessem colocar em risco o bilhete para o reino das poltronas do P.D.L de Berlusconi. O que toda a gente se pergunta agora é como irá sobreviver a Fiamma sem a sua base militante, aquela que se sujava de cola e passava noites em claro na rua, aquela que levou o projecto “Mutuo Sociale” a toda a Itália e que levou novamente o partido à política e batalha diária, não apenas a um mês das eleições com negociatas de salão.
De facto a criação de CasaPound Itália e as várias secções por todo o país como alternativa a um partido controlado por velhas “carcaças” ja deixavam entrever que o copo estava prestes a entornar e o afastamento estava para acontecer.
Imediatamente a seguir à ordem de expulsão dada por Romagnoli que acusa Gianluca Iannone de uma acção anti-estatutária ao ter ocupado a sede (os mesmos estatutos que prevêem a convocação de um congresso nacional de 2 em 2 anos), várias secções locais da Fiamma emitiram comunicados exprimindo solidariedade a Gianluca Iannone e abandonando o partido, prometendo entregar cartões de militante na 2ª feira e cancelar vários sítios internet do partido, cancelando desde já a ligação e avançando totalmente para o projecto CasaPound Itália, recomeçando não do zero, mas de um sentimento mais forte que o fogo… a camaradagem e a crença num projecto que resume um estilo de vida.

terça-feira, 27 de maio de 2008

FODA-SE


E vxs o q axam?


Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem reitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. primeiros a peçoa n se sente
motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas. Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?
E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a
sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???
O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?

domingo, 25 de maio de 2008

José Sócrates condenado a pagar 10 mil euros a José António Cerejo

José Sócrates foi hoje, 20-5-2008, condenado pelo Tribunal da Relação de Lisboa a pagar uma indemnização de 10 mil euros ao jornalista José António Cerejo do Público por danos morais e materiais provocados pela carta enviada ao jornal pelo então ministro do Ambiente, e actual primeiro-ministro, intitulada "José António Cerejo: Delírio, mentiras e falsidades" e aí publicada em Março de 2001.

José António Cerejo havia escrito, em 19-2-2001, sobre o subsídio de 200 mil contos concedido pelo Governo socialista de António Guterres à Deco para a compra de uma nova sede, uma notícia que José Sócrates afirmou ser falsa e José António Cerejo rebateu, garantindo ser verdade.

Do Portugal Profundo congratulo-me pela coragem do jornalista livre que é José António Cerejo. De vez em quando, há uma bofetada do poder que recebe o castigo pedagógico devido.


Pós-Texto: O IOL PortugalDiário ecoou esta notícia de ontem, em primeira mão Do Portugal Profundo (DPP), hoje (21-5-2008), pelas 12:54, e desenvolve o tema. Depois também o Público, que discrimina as ofensas atiradas contra o jornalista - e publica a carta do então ministro do Ambiente José Sócrates "José António Cerejo: Delírio, fantasia e falsidades" de 1-3-2001 e a notícia de José António Cerejo "Governo deu 200 mil contos à DECO em segredo" de 19-2-2001 - e a SIC-Notícias. Alguns blogues, com a excepção do Francisco do Psitacídeo (que linkou ontem este blogue DPP), visitantes habituais, só depois dos media terem noticiado com base na cacha daqui... O João Pedro Graça do atentíssimo Apdeites é que faz a contabilidade da eficiência - continuando à espera que a RTP também dê a notícia...

Pós-Texto 2: O Público (18:12 de 21-5-2008) acaba de noticiar, avisa o João Pedro Graça aqui na caixa, que José Sócrates vai recorrer, de acordo com o seu advogado dr. Daniel Proença de Carvalho, para o Supremo Tribunal de Justiça do acórdão da Relação que o condenou a pagar 10 mil euros a José António Cerejo por danos morais e profissionais.
Como sabemos, a notícia do desmentido já sairá (e até na RTP...). É táctica blairiana padrão, adoptada pelos maçaricos locais: noticiar o desmentido (ou o contra-ataque) e nunca a notícia primordial.


Pós-Texto 3: Meu dito, meu feito: DPP já prevenia. Informa o JPG aqui na caixa que a RTP-N acaba de noticiar... o recurso de José Sócrates!...

Retirado do http://doportugalprofundo.blogspot.com/